Bento XVI manifestou sua dor ao receber a trágica notícia do acidente que provocou a morte de 11 pessoas e mais de 200 feridos em um bairro da cidade de Buenos Aires, causado pela colisão entre um ônibus e dois trens.
Em um telegrama de condolências ao cardeal Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires e presidente da Conferência Episcopal Argentina, por ocasião da tragédia de Flores, ocorrida em 13 de setembro, o Pontífice manifesta seus sentimentos “aos familiares dos falecidos, junto a expressões de alento e consolo a todos os feridos e afetados por tão lamentável fato”.
Da mesma forma, o Bispo de Roma, na mensagem, remetida pelo secretário de Estado do Papa, cardeal Tarcisio Bertone, “oferece ferventes sufrágios e orações, pedindo a Deus pelo descanso eterno dos defuntos”.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Relativismo leva à tolerância, não à liberdade religiosa
O secretário para as relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti, afirmou que o relativismo que impera no Ocidente não leva à liberdade religiosa, mas a uma “tolerância hostil”.
Ele o afirmou em um discurso pronunciado durante a cúpula, do último dia 12 de setembro em Roma, da Organização para a Cooperação e a Segurança na Europa (OSCE), sobre a discriminação dos cristãos.
O arcebispo recordou que, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Papa Bento XVI já advertiu que os cristãos “constituem o grupo religioso que sofre mais perseguição por causa da sua fé”.
O prelado reconheceu que a maior parte dos crimes de ódio contra os cristãos acontece fora da área das OSCE, mas afirmou que há “sinais preocupantes” também na Europa. Citou, neste sentido, um informe do Escritório para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos (ODIHR), que “oferece uma prova irrefutável de uma crescente intolerância contra os cristãos”.
Dom Mamberti explicou que a promoção e a consolidação da liberdade religiosa estão no centro da prevenção desse tipo de crime.
“A liberdade religiosa não pode se limitar à simples liberdade de culto, ainda que esta última seja, obviamente, uma parte importante dela – afirmou. Com o devido respeito pelos direitos de todos, a liberdade religiosa inclui, entre outros, o direito de pregar, educar, converter, contribuir para o discurso político e participar plenamente das atividades públicas.”
Transcendente e social
O prelado explicou também que a liberdade religiosa não é sinônimo de relativismo “nem da ideia pós-moderna segundo a qual a religião é um componente marginal da vida pública”.
“O relativismo e o secularismo negam os aspectos fundamentais do fenômeno religioso e, portanto, do direito à liberdade religiosa, que, no entanto, exigem respeito: as dimensões transcendente e social da religião, nas quais a pessoa humana tenta ligar-se, por assim dizer, à realidade que a supera e a cerca, segundo os ditames da sua própria consciência”, explicou.
Prosseguiu dizendo que, “ainda que seja verdade que o risco de crimes ditados pelo ódio está ligado à negação da liberdade religiosa, não deveríamos esquecer que há graves problemas em áreas do mundo onde, felizmente, não há perseguições violentas de cristãos”.
Ainda reconhecendo que a marginalização da religião não pode ser comparada com a perseguição violenta, no entanto, “estes crimes se alimentam em um ambiente em que a liberdade religiosa não é plenamente respeitada e a religião é discriminada”.
“Na região da OSCE, somos amplamente abençoados pelo consenso sobre a importância da liberdade religiosa. Por isso, é importante continuar falando da substância da liberdade religiosa, do seu vínculo fundamental com a ideia de verdade e da diferença entre a liberdade de religião e o relativismo, que simplesmente tolera a religião, ainda considerando-a com certo grau de hostilidade”, acrescentou.
O prelado concluiu apontando que “a visão que identifica a liberdade com o relativismo ou como agnosticismo militante e que faz surgir dúvidas sobre a possibilidade de conhecer a verdade, poderia ser um fator base do aumento da verificação destes incidentes e crime ditados pelo ódio”.
Ele o afirmou em um discurso pronunciado durante a cúpula, do último dia 12 de setembro em Roma, da Organização para a Cooperação e a Segurança na Europa (OSCE), sobre a discriminação dos cristãos.
O arcebispo recordou que, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Papa Bento XVI já advertiu que os cristãos “constituem o grupo religioso que sofre mais perseguição por causa da sua fé”.
O prelado reconheceu que a maior parte dos crimes de ódio contra os cristãos acontece fora da área das OSCE, mas afirmou que há “sinais preocupantes” também na Europa. Citou, neste sentido, um informe do Escritório para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos (ODIHR), que “oferece uma prova irrefutável de uma crescente intolerância contra os cristãos”.
Dom Mamberti explicou que a promoção e a consolidação da liberdade religiosa estão no centro da prevenção desse tipo de crime.
“A liberdade religiosa não pode se limitar à simples liberdade de culto, ainda que esta última seja, obviamente, uma parte importante dela – afirmou. Com o devido respeito pelos direitos de todos, a liberdade religiosa inclui, entre outros, o direito de pregar, educar, converter, contribuir para o discurso político e participar plenamente das atividades públicas.”
Transcendente e social
O prelado explicou também que a liberdade religiosa não é sinônimo de relativismo “nem da ideia pós-moderna segundo a qual a religião é um componente marginal da vida pública”.
“O relativismo e o secularismo negam os aspectos fundamentais do fenômeno religioso e, portanto, do direito à liberdade religiosa, que, no entanto, exigem respeito: as dimensões transcendente e social da religião, nas quais a pessoa humana tenta ligar-se, por assim dizer, à realidade que a supera e a cerca, segundo os ditames da sua própria consciência”, explicou.
Prosseguiu dizendo que, “ainda que seja verdade que o risco de crimes ditados pelo ódio está ligado à negação da liberdade religiosa, não deveríamos esquecer que há graves problemas em áreas do mundo onde, felizmente, não há perseguições violentas de cristãos”.
Ainda reconhecendo que a marginalização da religião não pode ser comparada com a perseguição violenta, no entanto, “estes crimes se alimentam em um ambiente em que a liberdade religiosa não é plenamente respeitada e a religião é discriminada”.
“Na região da OSCE, somos amplamente abençoados pelo consenso sobre a importância da liberdade religiosa. Por isso, é importante continuar falando da substância da liberdade religiosa, do seu vínculo fundamental com a ideia de verdade e da diferença entre a liberdade de religião e o relativismo, que simplesmente tolera a religião, ainda considerando-a com certo grau de hostilidade”, acrescentou.
O prelado concluiu apontando que “a visão que identifica a liberdade com o relativismo ou como agnosticismo militante e que faz surgir dúvidas sobre a possibilidade de conhecer a verdade, poderia ser um fator base do aumento da verificação destes incidentes e crime ditados pelo ódio”.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Papa: o “Meu Deus, por que me abandonastes?” de Jesus
A exclamação de Jesus durante sua agonia, relatada nos evangelhos – “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” – não foi um grito de desespero, mas o começo de um dos salmos mais profundos do Saltério, que Ele, como bom judeu, conhecia muito bem.
O Papa Bento XVI propôs uma reflexão sobre este texto hoje, em seu ciclo de catequeses sobre a oração, destacando que o salmo 22/21 constitui “uma oração sincera e comovente, de uma densidade humana e uma riqueza teológica que o convertem em um dos salmos mais rezados e estudados de todo o Saltério”.
Nele, apresenta-se a “figura de um inocente perseguido e cercado por adversários que querem a sua morte; ele recorre a Deus, em um lamento doloroso que, na certeza da fé, se abre misteriosamente ao louvor”.
Seu grito inicial, que é o que os evangelhos de Mateus e Marcos colocam na boca do moribundo Jesus, “é um chamado dirigido a Deus, que parece distante, que não responde e que parece tê-lo abandonado”.
Nele, “Deus parece muito distante, muito esquecido, muito ausente. A oração pede escuta e resposta, solicita um contato, busca uma relação que possa dar-lhe consolo e salvação. Mas, se Deus não responde, o grito de ajuda se perde no vazio e a solidão se torna algo insuportável”.
Apesar disso, “o salmista não pode acreditar que o vínculo com o Senhor tenha se rompido totalmente e, enquanto pede um porquê do suposto abandono incompreensível, afirma que o ‘seu’ Deus não pode abandoná-lo.”
No Gólgota
Na boca de Jesus, este “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” expressa “toda a desolação do Messias, Filho de Deus, que está enfrentando o drama da morte, uma realidade totalmente contraposta ao Senhor da vida”.
“Abandonado por quase todos os seus, traído e negado pelos seus discípulos, cercado pelos que o insultam, Jesus está sob o peso esmagador de uma missão de deve passar pela humilhação e pelo aniquilamento. Por isso, grita ao Pai e seu sofrimento assume as palavras dolentes do salmo.”
Mas o Papa sublinha que “o seu não é um grito desesperado, como foi o do salmista, que, em sua súplica, percorre um caminho atormentado que chega finalmente a uma perspectiva de louvor, na confiança da vitória divina”.
O autor do salmo “vê como se põe em dúvida sua relação com o Senhor, a ênfase cruel e sarcástica dos que estão lhe fazendo sofrer: o silêncio de Deus, sua aparente ausência. No entanto, Deus está presente na existência do orante com uma proximidade e uma ternura inquestionáveis”.
Em certo momento, prosseguiu o Papa, “o orante evoca sua própria história pessoal de relação com o Senhor, remontando-se ao momento particularmente importante do início da sua vida. E lá, não obstante a desolação do presente, o salmista reconhece uma proximidade e um amor divino tão radicais, que agora pode exclamar, em uma confissão cheia de fé e geradora de esperança: ‘Desde o ventre de minha mãe vós sois o meu Deus’”.
As imagens usadas no salmo, descrevendo os agressores como bestas ferozes, “servem para dizer que, quando o homem é um ser brutal que agride seus irmãos, algo animal o possui, parece perder sua aparência humana; a violência tem algo de bestial e somente a intervenção salvadora de Deus pode restituir a humanidade ao homem”.
Diante deles, o salmista pede socorro, em “um grito que abre os céus, porque proclama uma fé, uma segurança que vai além de toda dúvida, de toda escuridão e de toda desolação. E o lamento se transforma, dá lugar ao louvor no acolhimento da salvação”, disse Bento XVI.
“Este salmo nos levou ao Gólgota, aos pés da cruz, para reviver sua paixão e compartilhar a alegria fecunda da ressurreição. Deixemo-nos invadir pela luz do mistério pascal e, como os discípulos de Emaús, aprendamos a discernir a verdadeira realidade, muito além das aparências, reconhecendo o caminho da exaltação na humilhação e a plena manifestação da vida na morte, na cruz.”
“Assim, colocando novamente toda a nossa confiança e esperança em Deus Pai, no momento da angústia, poderemos rezar-lhe com fé também nós, e nosso grito de auxílio se transformará em cantos de louvor”, concluiu o Santo Padre.
O Papa Bento XVI propôs uma reflexão sobre este texto hoje, em seu ciclo de catequeses sobre a oração, destacando que o salmo 22/21 constitui “uma oração sincera e comovente, de uma densidade humana e uma riqueza teológica que o convertem em um dos salmos mais rezados e estudados de todo o Saltério”.
Nele, apresenta-se a “figura de um inocente perseguido e cercado por adversários que querem a sua morte; ele recorre a Deus, em um lamento doloroso que, na certeza da fé, se abre misteriosamente ao louvor”.
Seu grito inicial, que é o que os evangelhos de Mateus e Marcos colocam na boca do moribundo Jesus, “é um chamado dirigido a Deus, que parece distante, que não responde e que parece tê-lo abandonado”.
Nele, “Deus parece muito distante, muito esquecido, muito ausente. A oração pede escuta e resposta, solicita um contato, busca uma relação que possa dar-lhe consolo e salvação. Mas, se Deus não responde, o grito de ajuda se perde no vazio e a solidão se torna algo insuportável”.
Apesar disso, “o salmista não pode acreditar que o vínculo com o Senhor tenha se rompido totalmente e, enquanto pede um porquê do suposto abandono incompreensível, afirma que o ‘seu’ Deus não pode abandoná-lo.”
No Gólgota
Na boca de Jesus, este “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” expressa “toda a desolação do Messias, Filho de Deus, que está enfrentando o drama da morte, uma realidade totalmente contraposta ao Senhor da vida”.
“Abandonado por quase todos os seus, traído e negado pelos seus discípulos, cercado pelos que o insultam, Jesus está sob o peso esmagador de uma missão de deve passar pela humilhação e pelo aniquilamento. Por isso, grita ao Pai e seu sofrimento assume as palavras dolentes do salmo.”
Mas o Papa sublinha que “o seu não é um grito desesperado, como foi o do salmista, que, em sua súplica, percorre um caminho atormentado que chega finalmente a uma perspectiva de louvor, na confiança da vitória divina”.
O autor do salmo “vê como se põe em dúvida sua relação com o Senhor, a ênfase cruel e sarcástica dos que estão lhe fazendo sofrer: o silêncio de Deus, sua aparente ausência. No entanto, Deus está presente na existência do orante com uma proximidade e uma ternura inquestionáveis”.
Em certo momento, prosseguiu o Papa, “o orante evoca sua própria história pessoal de relação com o Senhor, remontando-se ao momento particularmente importante do início da sua vida. E lá, não obstante a desolação do presente, o salmista reconhece uma proximidade e um amor divino tão radicais, que agora pode exclamar, em uma confissão cheia de fé e geradora de esperança: ‘Desde o ventre de minha mãe vós sois o meu Deus’”.
As imagens usadas no salmo, descrevendo os agressores como bestas ferozes, “servem para dizer que, quando o homem é um ser brutal que agride seus irmãos, algo animal o possui, parece perder sua aparência humana; a violência tem algo de bestial e somente a intervenção salvadora de Deus pode restituir a humanidade ao homem”.
Diante deles, o salmista pede socorro, em “um grito que abre os céus, porque proclama uma fé, uma segurança que vai além de toda dúvida, de toda escuridão e de toda desolação. E o lamento se transforma, dá lugar ao louvor no acolhimento da salvação”, disse Bento XVI.
“Este salmo nos levou ao Gólgota, aos pés da cruz, para reviver sua paixão e compartilhar a alegria fecunda da ressurreição. Deixemo-nos invadir pela luz do mistério pascal e, como os discípulos de Emaús, aprendamos a discernir a verdadeira realidade, muito além das aparências, reconhecendo o caminho da exaltação na humilhação e a plena manifestação da vida na morte, na cruz.”
“Assim, colocando novamente toda a nossa confiança e esperança em Deus Pai, no momento da angústia, poderemos rezar-lhe com fé também nós, e nosso grito de auxílio se transformará em cantos de louvor”, concluiu o Santo Padre.
Colômbia: assassinado sacerdote em Capurganá
O pároco de Nuestra Señora del Carmen de Capurganá, Gualberto Oviedo Arrieta, de 34 anos, foi assassinado com um golpe na cabeça, em seu domicílio desta localidade rural do nordeste da Colômbia. Ainda se desconhecem os motivos do crime.
Dom Piedrahita, seu bispo, referiu-se a ele como “um jovem talentoso, inquieto, muito entregue à capacitação pessoal para o benefício da diocese”, e exortou as pessoas que cometeram este crime a que se desarmem no coração.
O episcopado colombiano expressou, através de um comunicado, “sua profunda dor e preocupação por este novo ato de violência que enluta a Igreja Católica e aflige profundamente o povo colombiano”.
Gualberto Oviedo Arrieta havia sido ordenado sacerdote há dois anos e acabava de cumprir um ano como pároco de Nuestra Señora del Carmen, em Capurganá.
Com o seu homicídio, ascende a 6 o número de sacerdotes assassinados na Colômbia em 2011, “uma cifra altamente preocupante, que manifesta o estado de violência e de deterioração moral que nossa sociedade vive”, afirmou Dom Juan Vicente Córdoba, secretário-geral do episcopado.
O prelado sublinhou também “o valente compromisso dos nossos presbíteros com a denúncia profética das injustiças e com a causa dos mais pobres do país”.
Dom Juan Vicente Córdoba instou as autoridades a oferecerem uma eficaz proteção aos agentes pastorais da Igreja. “Estes atos de violência devem ser investigados com rigor e sancionados com todo o peso da lei, evitando que fiquem na impunidade”, disse.
Segundo números da Conferência Episcopal da Colômbia, entre 1984 e setembro de 2011, foram assassinados no país 2 bispos, 79 sacerdotes, 8 religiosas e religiosos e 3 seminaristas.
Dom Piedrahita, seu bispo, referiu-se a ele como “um jovem talentoso, inquieto, muito entregue à capacitação pessoal para o benefício da diocese”, e exortou as pessoas que cometeram este crime a que se desarmem no coração.
O episcopado colombiano expressou, através de um comunicado, “sua profunda dor e preocupação por este novo ato de violência que enluta a Igreja Católica e aflige profundamente o povo colombiano”.
Gualberto Oviedo Arrieta havia sido ordenado sacerdote há dois anos e acabava de cumprir um ano como pároco de Nuestra Señora del Carmen, em Capurganá.
Com o seu homicídio, ascende a 6 o número de sacerdotes assassinados na Colômbia em 2011, “uma cifra altamente preocupante, que manifesta o estado de violência e de deterioração moral que nossa sociedade vive”, afirmou Dom Juan Vicente Córdoba, secretário-geral do episcopado.
O prelado sublinhou também “o valente compromisso dos nossos presbíteros com a denúncia profética das injustiças e com a causa dos mais pobres do país”.
Dom Juan Vicente Córdoba instou as autoridades a oferecerem uma eficaz proteção aos agentes pastorais da Igreja. “Estes atos de violência devem ser investigados com rigor e sancionados com todo o peso da lei, evitando que fiquem na impunidade”, disse.
Segundo números da Conferência Episcopal da Colômbia, entre 1984 e setembro de 2011, foram assassinados no país 2 bispos, 79 sacerdotes, 8 religiosas e religiosos e 3 seminaristas.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Exposição inédita com 600 versões de livros do Papa
A editora Herder, em parceria com a Libreria Editrice Vaticana, aproveitou a ocasião da visita do Papa à Alemanha para recolher e apresentar as obras de Joseph Ratzinger – Bento XVI em suas múltiplas traduções.
Em uma exposição única em seu gênero – organizada em Castel Gandolfo, em primeiro lugar para o Santo Padre, depois para os interessados no Vaticano, no Campo Santo Teutônico e, finalmente, na sede da editora Herder em Friburgo – serão expostos quase 600 volumes representativos de mais de 25 países.
Pela primeira vez em um só lugar, será possível ver a edição romena de “Sal da terra” e inclusive a chinesa de “Deus e o mundo”, junto às grandes monografias de Joseph Ratzinger. Dessa forma, a editora Herder e a Libreria Editrice Vaticana pretendem manifestar seu louvor e gratidão ao autor.
“Como titular dos direitos dos escritos do Papa, é para a LEV motivo de grande satisfação vê-los recolhidos em volumes traduzidos nas línguas mais importantes do mundo”, disse Giuseppe Costa, diretor da Libreria Editrice Vaticana.
“Será para nós uma imensa alegria poder mostrar a exposição ao Papa, no dia 15 de setembro, em Castel Gandolfo, próximo de sua residência de verão”, afirma Manuel Herder.
A mostra será apresentada no Vaticano no dia 16 de setembro, das 10h às 18h, no Campo Santo Teutônico. E no sábado 24 de setembro, às 21h, na sede da editora Herder (Hermann Herder Straße 4, 79104 Friburgo), por ocasião de um encontro com a imprensa durante a visita do Papa.
Em uma exposição única em seu gênero – organizada em Castel Gandolfo, em primeiro lugar para o Santo Padre, depois para os interessados no Vaticano, no Campo Santo Teutônico e, finalmente, na sede da editora Herder em Friburgo – serão expostos quase 600 volumes representativos de mais de 25 países.
Pela primeira vez em um só lugar, será possível ver a edição romena de “Sal da terra” e inclusive a chinesa de “Deus e o mundo”, junto às grandes monografias de Joseph Ratzinger. Dessa forma, a editora Herder e a Libreria Editrice Vaticana pretendem manifestar seu louvor e gratidão ao autor.
“Como titular dos direitos dos escritos do Papa, é para a LEV motivo de grande satisfação vê-los recolhidos em volumes traduzidos nas línguas mais importantes do mundo”, disse Giuseppe Costa, diretor da Libreria Editrice Vaticana.
“Será para nós uma imensa alegria poder mostrar a exposição ao Papa, no dia 15 de setembro, em Castel Gandolfo, próximo de sua residência de verão”, afirma Manuel Herder.
A mostra será apresentada no Vaticano no dia 16 de setembro, das 10h às 18h, no Campo Santo Teutônico. E no sábado 24 de setembro, às 21h, na sede da editora Herder (Hermann Herder Straße 4, 79104 Friburgo), por ocasião de um encontro com a imprensa durante a visita do Papa.
Juventude abraça a cruz missionária
A Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro (JMJ Rio-2013) tem seu primeiro ato em São Paulo no domingo, 18 de setembro de 2011. E que momento importante! A cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora são acolhidos por uma multidão de jovens e não jovens num dia inteiro de festa, música, testemunhos sobre a JMJ Madrid-2011.
O aeroporto do Campo de Marte, mais uma vez, é palco de uma grande manifestação de fé, de irradiação da mensagem do Evangelho e de partida missionária para todo o Brasil. Foi lá também que, em maio de 2007, o papa Bento XVI, celebrou a canonização de S.Antônio de Santana Galvão, o primeiro santo nascido em terras brasileiras.
Em Madrid, dia 21 de agosto passado, num outro aeroporto urbano, chamado “Quatro Ventos”, foi bonita e muito sugestiva a cena quando os jovens espanhóis entregaram a cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora a um grupo de jovens brasileiros. Aqueles a carregavam e levantaram; estes a acolheram com as mãos estendidas para o alto, enquanto ela descia para seus braços abertos. Bendita cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! Nela nos gloriamos, porque foi sobre ela entregue à morte nosso Salvador! Agora, os jovens do Brasil, numerosos e bem representados no Campo de Marte, fazem o mesmo aqui, na Terra de Santa Cruz, justamente poucos dias após a festa litúrgica da Exaltação da Santa Cruz!
Foi o beato João Paulo II que entregou esta cruz aos jovens, para que a levassem aos países onde se realizam as JMJ. E acrescentou também um ícone bonito de Nossa Senhora, para que acompanhasse a cruz. É uma cruz simples, de madeira, mas ela representa e traz a lembrança do próprio Jesus Cristo crucificado. De fato, é Ele que nos visita no sinal da sua cruz missionária; e Ele mesmo será acolhido, certamente com festa e belas manifestações de fé, em cada uma das 275 dioceses brasileiras, até chegar ao Rio de Janeiro, em julho de 2013. Em toda parte, o mesmo gesto, de acolher a cruz de braços abertos, antes de erguê-la bem alto, para que todos vejam nela o sinal de nossa salvação.
Aos pés da cruz, estará sempre Maria a Mãe de Jesus. Ela está lá, onde se encontra Jesus com seus discípulos. Estes não podem esquecer que, por vontade e testamento do próprio Jesus, ela é sua mãe também: “mulher, eis teu filho; filho, eis tua mãe” (cf. Jo 19,26-27).
Cristo peregrino nos visita, com sua cruz; Cristo missionário nos convoca para ouvirmos de novo seu Evangelho; o Cristo da via dolorosa também passará por nossos lugares de sofrimento, carregado das dores da humanidade, de tantos jovens... E talvez será escarnecido novamente, no desprezo feito aos irmãos... Ele conta com nossa sensibilidade, como fez o Cirineu, para aliviarmos sua cruz, que pesa nos ombros de tantos brasileiros. Cristo ressuscitado nos visita, conforta e dá esperança, dando-nos a certeza de que Ele se faz nossa companhia nos caminhos de nossas solidões... Cristo missionário do Pai nos envia novamente, com o dom do Espírito Santo, para anunciarmos o Evangelho da vida e da esperança a todos os brasileiros. O lema da JMJ Rio-2013 bem indica nossa missão: “ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações” (cf Mt 28,19).
O Brasil está recebendo um carinho de Deus; nossos jovens e nossa Igreja receberão graças muito especiais durante este período de preparação para a JMJ Rio-2013. Será um “tempo favorável”, muito bem-vindo, especialmente para envolver as novas gerações na vida e na missão da Igreja. Para os adultos, será ocasião para uma nova valorização da própria fé e participação na vida eclesial. Para os jovens, poderá ser um tempo de encontros marcantes com Cristo e de descoberta da herança apostólica, custodiado e transmitido pela Igreja, de geração em geração, e que vai passando às suas mãos também.
Bem-vindo a nós, Jesus Cristo missionário! Bem-vinda, Nossa Senhora da Visitação! Os jovens do Brasil os acolhem de braços abertos!
Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 13.09.2011
Card. Odilo P. Scherer é arcebispo de São Paulo
O aeroporto do Campo de Marte, mais uma vez, é palco de uma grande manifestação de fé, de irradiação da mensagem do Evangelho e de partida missionária para todo o Brasil. Foi lá também que, em maio de 2007, o papa Bento XVI, celebrou a canonização de S.Antônio de Santana Galvão, o primeiro santo nascido em terras brasileiras.
Em Madrid, dia 21 de agosto passado, num outro aeroporto urbano, chamado “Quatro Ventos”, foi bonita e muito sugestiva a cena quando os jovens espanhóis entregaram a cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora a um grupo de jovens brasileiros. Aqueles a carregavam e levantaram; estes a acolheram com as mãos estendidas para o alto, enquanto ela descia para seus braços abertos. Bendita cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! Nela nos gloriamos, porque foi sobre ela entregue à morte nosso Salvador! Agora, os jovens do Brasil, numerosos e bem representados no Campo de Marte, fazem o mesmo aqui, na Terra de Santa Cruz, justamente poucos dias após a festa litúrgica da Exaltação da Santa Cruz!
Foi o beato João Paulo II que entregou esta cruz aos jovens, para que a levassem aos países onde se realizam as JMJ. E acrescentou também um ícone bonito de Nossa Senhora, para que acompanhasse a cruz. É uma cruz simples, de madeira, mas ela representa e traz a lembrança do próprio Jesus Cristo crucificado. De fato, é Ele que nos visita no sinal da sua cruz missionária; e Ele mesmo será acolhido, certamente com festa e belas manifestações de fé, em cada uma das 275 dioceses brasileiras, até chegar ao Rio de Janeiro, em julho de 2013. Em toda parte, o mesmo gesto, de acolher a cruz de braços abertos, antes de erguê-la bem alto, para que todos vejam nela o sinal de nossa salvação.
Aos pés da cruz, estará sempre Maria a Mãe de Jesus. Ela está lá, onde se encontra Jesus com seus discípulos. Estes não podem esquecer que, por vontade e testamento do próprio Jesus, ela é sua mãe também: “mulher, eis teu filho; filho, eis tua mãe” (cf. Jo 19,26-27).
Cristo peregrino nos visita, com sua cruz; Cristo missionário nos convoca para ouvirmos de novo seu Evangelho; o Cristo da via dolorosa também passará por nossos lugares de sofrimento, carregado das dores da humanidade, de tantos jovens... E talvez será escarnecido novamente, no desprezo feito aos irmãos... Ele conta com nossa sensibilidade, como fez o Cirineu, para aliviarmos sua cruz, que pesa nos ombros de tantos brasileiros. Cristo ressuscitado nos visita, conforta e dá esperança, dando-nos a certeza de que Ele se faz nossa companhia nos caminhos de nossas solidões... Cristo missionário do Pai nos envia novamente, com o dom do Espírito Santo, para anunciarmos o Evangelho da vida e da esperança a todos os brasileiros. O lema da JMJ Rio-2013 bem indica nossa missão: “ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações” (cf Mt 28,19).
O Brasil está recebendo um carinho de Deus; nossos jovens e nossa Igreja receberão graças muito especiais durante este período de preparação para a JMJ Rio-2013. Será um “tempo favorável”, muito bem-vindo, especialmente para envolver as novas gerações na vida e na missão da Igreja. Para os adultos, será ocasião para uma nova valorização da própria fé e participação na vida eclesial. Para os jovens, poderá ser um tempo de encontros marcantes com Cristo e de descoberta da herança apostólica, custodiado e transmitido pela Igreja, de geração em geração, e que vai passando às suas mãos também.
Bem-vindo a nós, Jesus Cristo missionário! Bem-vinda, Nossa Senhora da Visitação! Os jovens do Brasil os acolhem de braços abertos!
Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 13.09.2011
Card. Odilo P. Scherer é arcebispo de São Paulo
ESTAMOS DE VOLTA
Depois de 1 mês e meio sem atualizamar o nosso blog, Estamos de volta td esse tempo sem atualização foi um poblema no meu computador, Mais estamos de volta.
PEDRO
PEDRO
sábado, 6 de agosto de 2011
Começa hoje a Novena de Nossa Senhora das Vitórias
Progamação da 1ª Noite
1ª Noite: 06/08/11 (Sábado)
Sub-Tema: "Deus: fonte e origem das sagradas Escrituras"
Texto biblicos: (2 Cor 4, 1-6, Sl 33, Mt 11,25-27)
Dedicada: Ás Crianças
Convidados: Catequese, Pastoral da Criança, Rede Hoteleira, Sindicatos, Comunidade do Hospital São José, Comerciantes e Comerciários
Oferta: Arroz
Animação: Grupo de Canto Nossa Senhora das Vitórias
1ª Noite: 06/08/11 (Sábado)
Sub-Tema: "Deus: fonte e origem das sagradas Escrituras"
Texto biblicos: (2 Cor 4, 1-6, Sl 33, Mt 11,25-27)
Dedicada: Ás Crianças
Convidados: Catequese, Pastoral da Criança, Rede Hoteleira, Sindicatos, Comunidade do Hospital São José, Comerciantes e Comerciários
Oferta: Arroz
Animação: Grupo de Canto Nossa Senhora das Vitórias
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O SANTUÁRIO do BOM JESUS da LAPA na TV APARECIDA - 06 de Agosto de 2011
DOMINGO - Dia 31 de Julho
12h30 - 13h30 - DOCUMENTÁRIO BOM JESUS DA LAPA - preparado pela TV Aparecida
QUARTA - Dia 03 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS
DA LAPA – parte 1
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
QUINTA - Dia 04 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS DA LAPA – parte 2
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
SEXTA - Dia 05 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS DA LAPA – parte 3
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
SÁBADO - Dia 06 de Agosto - FESTA DO BOM JESUS DA LAPA
1. Programa ENCONTRO COM OS DEVOTOS
10.15 – 12.00 transmissão ao vivo
2. DOCUMENTÁRIO BOM JESUS DA LAPA - preparado pela TV Aparecida
12h30 - 13h30
3. Depois da Consagração
15.15 – 15.20 repórter ao vivo
15.30 – 15.35 repórter ao vivo
4. Transmissão – Encerramento da Procissão e da Festa
18.00 – 19.00 ao vivo
Fonte: Bom Jesus da Lapa
12h30 - 13h30 - DOCUMENTÁRIO BOM JESUS DA LAPA - preparado pela TV Aparecida
QUARTA - Dia 03 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS
DA LAPA – parte 1
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
QUINTA - Dia 04 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS DA LAPA – parte 2
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
SEXTA - Dia 05 de Agosto
1. No programa Bem-Vindo Romeiro:
10.55 – 11.00 repórter ao vivo
11.13 – 11.18 repórter ao vivo
2. No programa Sabor de Vida:
16.20 – 16.25 repórter ao vivo
16.33 – 16.38 repórter ao vivo
3. 19.20 – 19.30 Exibição do ESPECIAL BOM JESUS DA LAPA – parte 3
Produção: SANTUARIO BOM JESUS DA LAPA
4. Transmissão - Novena
19.30 – 21.00 ao vivo
SÁBADO - Dia 06 de Agosto - FESTA DO BOM JESUS DA LAPA
1. Programa ENCONTRO COM OS DEVOTOS
10.15 – 12.00 transmissão ao vivo
2. DOCUMENTÁRIO BOM JESUS DA LAPA - preparado pela TV Aparecida
12h30 - 13h30
3. Depois da Consagração
15.15 – 15.20 repórter ao vivo
15.30 – 15.35 repórter ao vivo
4. Transmissão – Encerramento da Procissão e da Festa
18.00 – 19.00 ao vivo
Fonte: Bom Jesus da Lapa
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
MPF PEDE A RESTAURAÇÃO DA CAPELA DE SANTANA
O Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus propôs uma ação civil pública com pedido de liminar para que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) restaure a Capela Nossa Senhora de Santana, no Rio do Engenho, em Ilhéus.
A igreja é tombada pelo IPHAN, mas está em situação precária e corre risco de desabamento. Problemas no teto, na alvenaria, pintura, nas madeiras e diversas rachaduras põe em risco mais esse patrimônio histórico de Ilhéus.
O Procurador da República, Eduardo El Hage, afirma que a permanência da situação pode gerar sérios problemas ao templo “o que seria um dano de difícil reparação do ponto de vista cultural, histórico e arquitetônico”, já que a Capela de Santana é o monumento mais antigo da cidade.
El Hage já havia encaminhado uma recomendação, em abril de 2010, ao Instituto para que realizasse a restauração da capela, mas o órgão não tomou qualquer providência, limitando-se a informar que o estado precário era de responsabilidade do proprietário do imóvel, que até agora não foi encontrado.
Fonte: Blog do Gusmão
A igreja é tombada pelo IPHAN, mas está em situação precária e corre risco de desabamento. Problemas no teto, na alvenaria, pintura, nas madeiras e diversas rachaduras põe em risco mais esse patrimônio histórico de Ilhéus.
O Procurador da República, Eduardo El Hage, afirma que a permanência da situação pode gerar sérios problemas ao templo “o que seria um dano de difícil reparação do ponto de vista cultural, histórico e arquitetônico”, já que a Capela de Santana é o monumento mais antigo da cidade.
El Hage já havia encaminhado uma recomendação, em abril de 2010, ao Instituto para que realizasse a restauração da capela, mas o órgão não tomou qualquer providência, limitando-se a informar que o estado precário era de responsabilidade do proprietário do imóvel, que até agora não foi encontrado.
Fonte: Blog do Gusmão
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
OS SETE SACRAMENTOS DA NOSSA IGREJA
O conhecimento humano começa pelos sentidos e, para chegar a conhecer as coisas que os ultrapassam, temos de utilizar imagens, símbolos ou comparações, que desvelam um pouco o desconhecido. Deus procedeu conosco do mesmo modo, instituindo os sinais sensíveis que chamamos de sacramentos, para expressar as realidades sobrenaturais da graça. Mas a onipotência divina faz mais do que nós podemos fazer. Deus concedeu a estes sinais sensíveis SIGNIFICAR e PRODUZIR a graça. Para entender melhor o efeito dos sacramentos podemos compara-los com a vida natural, vendo que na ordem da graça:
nascemos para a vida sobrenatural pelo Batismo,
nos fortalecemos pela Confirmação,
mantemos a vida com o alimento da Eucaristia,
se perdemos a vida da graça pelo pecado, a recuperamos pela Penitência,
e com a Unção dos Enfermos nos preparamos para a viagem que acabará no céu.
Para socorrer as necessidades da Igreja como sociedade, temos o sacramento da:
Ordem sacerdotal, que institui os ministros da Igreja,
Matrimônio, que com os filhos perpetua a sociedade humana e faz crescer a Igreja quando estes são regenerados pelo batismo.
IDÉIAS PRINCIPAIS:
1. O que são os sacramentos
Os sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Jesus Cristo e confiados à Igreja, através dos quais nos é dispensada a vida divina. Sinal sensível é uma coisa conhecida que manifesta outra menos conhecida; se vejo fumaça, descubro que existe fogo. Mas dizemos também sinal eficaz porque o sacramento não só significa, mas que produz a graça (a fumaça só significa fogo, mas não o produz).
2. O porque da instituição dos sacramentos
Podemos nos perguntar por que Cristo quis fazer assim as coisas. Ele pode comunicar a graça diretamente, sem recorrer a nenhum meio sensível, ainda que tenha querido acomodar-se a nossa maneira de ser, dando-nos os dons divinos por meio de realidades materiais que usamos, para que fosse mais fácil para nós consegui-los. No batismo, por exemplo, assim como a água purifica naturalmente, o sacramento purifica: o sacramento lava e limpa sobrenaturalmente a alma, tirando o pecado original e qualquer outro pecado que possa existir, mediante a infusão da graça. Esta foi a pedagogia de Cristo durante sua vida pública, servindo-se de coisas naturais, de ações externas e de palavras. Tocou com sua mão o leproso e lhe disse; "Quero, fica limpo" (Mateus 8,3); untou com barro os olhos do cego de nascimento e ele recuperou a vista (cf. João 9,6-7); para comunicar aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados, soprou sobre eles e pronunciou umas palavras (cf. João 20,22). Assim como a Santíssima Humanidade de Cristo é o instrumento único à Divindade de que se serve o Verbo para realizar a Redenção da humanidade, assim as coisas ou ações dos sacramentos são os instrumentos separados pelos quais Deus nos santifica, acomodando-se a nossa maneira de ser e de entender.
3. Jesus Cristo instituiu os sete sacramentos
Todos os sacramentos foram instituídos por Jesus Cristo -que é o autor da graça e pode comunica-la por meio de sinais sensíveis- e eles são sete: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio. Nos sete sacramentos estão atendidas todas as necessidades da vida sobrenatural do cristão.
4. Os sacramentos da Igreja
Cristo confiou os sacramentos a sua Igreja, e podemos dizer que são "da Igreja" em um duplo sentido: a Igreja faz ou administra ou celebra os sacramentos, e os sacramentos constroem a Igreja (o batismo gera novos filhos da Igreja, etc..). Existem, pois, por ela e para ela.
5. Os sacramentos da fé
Os sacramentos estão ordenados à santificação dos homens, à edificação do Corpo de Cristo e, em definitivo, a dar culto a Deus, mas como sinais, tem também uma finalidade instrutiva. Não só supõem a fé, também a fortalecem, a alimentam e a expressam com palavras e ações; por isso são chamados sacramentos da fé.
6. Efeitos dos sacramentos
Os sacramentos, se são recebidos com as disposições requeridas, produzem como fruto:
Graça santificante. Os sacramentos dão ou aumentam a graça santificante. O batismo e a penitência dão a graça; os outros cinco aumentam a graça santificante e só se devem recebe-los estando na graça de Deus. Aquele que os recebe em pecado mortal comete pecado de sacrilégio.
Graça sacramental. Além da graça santificante que concedem os sacramentos, cada um outorga algo especial que chamamos graça sacramental. É um direito de receber de Deus, no momento oportuno, a ajuda necessária para cumprir as obrigações contraídas ao receber aquele sacramento. Assim, o batismo dá a graça especial para viver como bons filhos de Deus; a confirmação concede a força e o valor para confessar e defender a fé até a morte, se for preciso; o matrimonio, para que os cônjuges sejam bons esposos e eduquem de forma cristã os filhos; etc..
Caráter. O batismo, confirmação e ordem sacerdotal concedem, além disso, o caráter, que é um sinal espiritual e indelével que confere uma peculiar participação no sacerdócio de Cristo. Por isso, estes sacramentos só se recebem uma única vez.
7. De que se compõe um sacramento
Um sacramento se compõe de matéria, forma e o ministro que o realiza com a intenção de fazer o que faz a Igreja.
A matéria é a realidade ou ação sensível, como a água natural no batismo, os atos do penitente na confissão (contrição, confissão e satisfação).
A forma são as palavras que, ao faze-lo, se pronunciam.
O ministro é a pessoa que faz ou administra o sacramento.
8. Diversidade de sacramentos
Seguindo a analogia entre vida natural e etapas da vida sobrenatural, podem-se distinguir nos sacramentos, três grupos distintos:
a) Sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia, que põem os fundamentos da vida cristã e comunicam a vida nova em Cristo;
b) Sacramentos de cura: Penitência e Unção dos Enfermos, que curam o pecado e as feridas da nossa debilidade;
c) Sacramentos a serviço da comunidade: Ordem sacerdotal e Matrimônio, estabelecidos para socorrer as necessidades da comunidade cristã e da sociedade humana.
Os sacramentos formam um organismo no qual cada um deles tem sua função vital. A Eucaristia ocupa um lugar único, enquanto "sacramento dos sacramentos". Podemos dizer com Santo Tomás de Aquino que "todos os outros sacramentos estão ordenados para a Eucaristia como seu fim".
9. Os sacramentos são necessários para a salvação
Os sacramentos não só são importantes, mas necessários, se queremos viver a vida cristã e aumenta-la em nós. São como os canais que conduzem a água, e, neste caso, trazem para a nossa alma a graça da redenção de Cristo na cruz. E são necessárias também as nossas disposições para receber -ou receber com maior abundância- a água limpa da graça. Dão sempre a graça se são recebidos com as devidas disposições, e se não se recebe mais graça, não é por culpa do sacramento, mas por falta de melhor preparação. É preciso aproximar-se, portanto, para receber os sacramentos, com a melhor disposição possível, para podermos receber a graça com abundância.
10. Propósitos de vida cristã
Agradecer ao Senhor a instituição dos sete sacramentos e demonstrar a estima por eles, preparando-se muito bem para recebe-los.
Receber com freqüência os sacramentos da Penitência e da Eucaristia.
nascemos para a vida sobrenatural pelo Batismo,
nos fortalecemos pela Confirmação,
mantemos a vida com o alimento da Eucaristia,
se perdemos a vida da graça pelo pecado, a recuperamos pela Penitência,
e com a Unção dos Enfermos nos preparamos para a viagem que acabará no céu.
Para socorrer as necessidades da Igreja como sociedade, temos o sacramento da:
Ordem sacerdotal, que institui os ministros da Igreja,
Matrimônio, que com os filhos perpetua a sociedade humana e faz crescer a Igreja quando estes são regenerados pelo batismo.
IDÉIAS PRINCIPAIS:
1. O que são os sacramentos
Os sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Jesus Cristo e confiados à Igreja, através dos quais nos é dispensada a vida divina. Sinal sensível é uma coisa conhecida que manifesta outra menos conhecida; se vejo fumaça, descubro que existe fogo. Mas dizemos também sinal eficaz porque o sacramento não só significa, mas que produz a graça (a fumaça só significa fogo, mas não o produz).
2. O porque da instituição dos sacramentos
Podemos nos perguntar por que Cristo quis fazer assim as coisas. Ele pode comunicar a graça diretamente, sem recorrer a nenhum meio sensível, ainda que tenha querido acomodar-se a nossa maneira de ser, dando-nos os dons divinos por meio de realidades materiais que usamos, para que fosse mais fácil para nós consegui-los. No batismo, por exemplo, assim como a água purifica naturalmente, o sacramento purifica: o sacramento lava e limpa sobrenaturalmente a alma, tirando o pecado original e qualquer outro pecado que possa existir, mediante a infusão da graça. Esta foi a pedagogia de Cristo durante sua vida pública, servindo-se de coisas naturais, de ações externas e de palavras. Tocou com sua mão o leproso e lhe disse; "Quero, fica limpo" (Mateus 8,3); untou com barro os olhos do cego de nascimento e ele recuperou a vista (cf. João 9,6-7); para comunicar aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados, soprou sobre eles e pronunciou umas palavras (cf. João 20,22). Assim como a Santíssima Humanidade de Cristo é o instrumento único à Divindade de que se serve o Verbo para realizar a Redenção da humanidade, assim as coisas ou ações dos sacramentos são os instrumentos separados pelos quais Deus nos santifica, acomodando-se a nossa maneira de ser e de entender.
3. Jesus Cristo instituiu os sete sacramentos
Todos os sacramentos foram instituídos por Jesus Cristo -que é o autor da graça e pode comunica-la por meio de sinais sensíveis- e eles são sete: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio. Nos sete sacramentos estão atendidas todas as necessidades da vida sobrenatural do cristão.
4. Os sacramentos da Igreja
Cristo confiou os sacramentos a sua Igreja, e podemos dizer que são "da Igreja" em um duplo sentido: a Igreja faz ou administra ou celebra os sacramentos, e os sacramentos constroem a Igreja (o batismo gera novos filhos da Igreja, etc..). Existem, pois, por ela e para ela.
5. Os sacramentos da fé
Os sacramentos estão ordenados à santificação dos homens, à edificação do Corpo de Cristo e, em definitivo, a dar culto a Deus, mas como sinais, tem também uma finalidade instrutiva. Não só supõem a fé, também a fortalecem, a alimentam e a expressam com palavras e ações; por isso são chamados sacramentos da fé.
6. Efeitos dos sacramentos
Os sacramentos, se são recebidos com as disposições requeridas, produzem como fruto:
Graça santificante. Os sacramentos dão ou aumentam a graça santificante. O batismo e a penitência dão a graça; os outros cinco aumentam a graça santificante e só se devem recebe-los estando na graça de Deus. Aquele que os recebe em pecado mortal comete pecado de sacrilégio.
Graça sacramental. Além da graça santificante que concedem os sacramentos, cada um outorga algo especial que chamamos graça sacramental. É um direito de receber de Deus, no momento oportuno, a ajuda necessária para cumprir as obrigações contraídas ao receber aquele sacramento. Assim, o batismo dá a graça especial para viver como bons filhos de Deus; a confirmação concede a força e o valor para confessar e defender a fé até a morte, se for preciso; o matrimonio, para que os cônjuges sejam bons esposos e eduquem de forma cristã os filhos; etc..
Caráter. O batismo, confirmação e ordem sacerdotal concedem, além disso, o caráter, que é um sinal espiritual e indelével que confere uma peculiar participação no sacerdócio de Cristo. Por isso, estes sacramentos só se recebem uma única vez.
7. De que se compõe um sacramento
Um sacramento se compõe de matéria, forma e o ministro que o realiza com a intenção de fazer o que faz a Igreja.
A matéria é a realidade ou ação sensível, como a água natural no batismo, os atos do penitente na confissão (contrição, confissão e satisfação).
A forma são as palavras que, ao faze-lo, se pronunciam.
O ministro é a pessoa que faz ou administra o sacramento.
8. Diversidade de sacramentos
Seguindo a analogia entre vida natural e etapas da vida sobrenatural, podem-se distinguir nos sacramentos, três grupos distintos:
a) Sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia, que põem os fundamentos da vida cristã e comunicam a vida nova em Cristo;
b) Sacramentos de cura: Penitência e Unção dos Enfermos, que curam o pecado e as feridas da nossa debilidade;
c) Sacramentos a serviço da comunidade: Ordem sacerdotal e Matrimônio, estabelecidos para socorrer as necessidades da comunidade cristã e da sociedade humana.
Os sacramentos formam um organismo no qual cada um deles tem sua função vital. A Eucaristia ocupa um lugar único, enquanto "sacramento dos sacramentos". Podemos dizer com Santo Tomás de Aquino que "todos os outros sacramentos estão ordenados para a Eucaristia como seu fim".
9. Os sacramentos são necessários para a salvação
Os sacramentos não só são importantes, mas necessários, se queremos viver a vida cristã e aumenta-la em nós. São como os canais que conduzem a água, e, neste caso, trazem para a nossa alma a graça da redenção de Cristo na cruz. E são necessárias também as nossas disposições para receber -ou receber com maior abundância- a água limpa da graça. Dão sempre a graça se são recebidos com as devidas disposições, e se não se recebe mais graça, não é por culpa do sacramento, mas por falta de melhor preparação. É preciso aproximar-se, portanto, para receber os sacramentos, com a melhor disposição possível, para podermos receber a graça com abundância.
10. Propósitos de vida cristã
Agradecer ao Senhor a instituição dos sete sacramentos e demonstrar a estima por eles, preparando-se muito bem para recebe-los.
Receber com freqüência os sacramentos da Penitência e da Eucaristia.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Semana do Estudante 2011 reflete “Juventude Negra e Indígena”
Com o tema “Juventude Negra e Indígena”, acontece entre os dias 8 e 14 de agosto, a Semana do Estudante 2011. O evento, que acontece anualmente desde 2003, é promovido pelas Pastorais da Juventude do Brasil (Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude do Meio Popular, Pastoral da Juventude Rural).
De acordo com o subsídio do evento, “a Semana tem por objetivos provocar movimentos e oportunizar que os jovens se preparem para viver com maior envolvimento esta data”. O subsídio propõe a realização de três encontros e uma celebração. O texto traz algumas dicas de como preparar a Semana, para que os jovens discutam as temáticas propostas acerca do mundo juvenil, bem como rezem e cantem a juventude que existe em cada um.
Todos os anos a Semana do Estudante põe em evidência uma realidade e discute seus diferentes aspectos. As discussões sempre ressaltam os direitos da juventude estudantil, procurando, desse modo, dar visibilidade à juventude por meio de suas diferentes experiências.
“Este ano, a Semana do Estudante traz como tema as Juventudes Negras e Indígenas, nos convidando a refletir sobre estas juventudes como comunidades de resistência. Resistência que pode ser percebida na ação de muitos jovens negros e indígenas que não se deixam influenciar pelas diferentes vozes sociais que gritam em seus ouvidos, através da televisão, das revistas, das músicas, das roupas, dos sapatos, numa tentativa de distanciá-los da preservação de sua cultura”, direciona outro trecho do subsídio.
Fonte: CBNN
De acordo com o subsídio do evento, “a Semana tem por objetivos provocar movimentos e oportunizar que os jovens se preparem para viver com maior envolvimento esta data”. O subsídio propõe a realização de três encontros e uma celebração. O texto traz algumas dicas de como preparar a Semana, para que os jovens discutam as temáticas propostas acerca do mundo juvenil, bem como rezem e cantem a juventude que existe em cada um.
Todos os anos a Semana do Estudante põe em evidência uma realidade e discute seus diferentes aspectos. As discussões sempre ressaltam os direitos da juventude estudantil, procurando, desse modo, dar visibilidade à juventude por meio de suas diferentes experiências.
“Este ano, a Semana do Estudante traz como tema as Juventudes Negras e Indígenas, nos convidando a refletir sobre estas juventudes como comunidades de resistência. Resistência que pode ser percebida na ação de muitos jovens negros e indígenas que não se deixam influenciar pelas diferentes vozes sociais que gritam em seus ouvidos, através da televisão, das revistas, das músicas, das roupas, dos sapatos, numa tentativa de distanciá-los da preservação de sua cultura”, direciona outro trecho do subsídio.
Fonte: CBNN
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Agosto: Mês Vocacional
Agosto é escolhido para refletir sobre as vocações. Desta forma, como indicado e confirmado pelos bispos da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, celebraremos o mês vocacional com o tema: Há esperança no caminho! E com o lema: Ardia nosso coração quando ele nos falava pelo caminho (Cf. Lc 24,32).
A cada domingo de agosto celebramos uma vocação especial: dia do padre, este ano com um enfoque especial para o Ano Sacerdotal (convocado pelo Papa Bento XVI, para celebrar os 150 anos da morte de São João Maria Vianney); dos pais; dos religiosos e religiosas; dos leigos, com homenagem especial para os catequistas. Temos ainda a Semana Nacional da Família, no período de 09 a 15 de agosto.
Assim, unidos na oração pelas vocações queremos pedir ao Senhor da Messe que suscite vocações sacerdotais, religiosas em nossas comunidades, bem como jovens que se preparem dignamente para a vocação matrimonial, fazendo crescer em nossas comunidades a presença frutuosa das famílias cristãs e dos agentes pastorais.
Dia 04 é o dia do Padre, dia de São João Maria Vianney e neste Ano Sacerdotal todos os padres da diocese se reunirão para uma Celebração Eucarística no Seminário Diocesano N. Sra. das Dores, ás 10h, seguida de almoço de confraternização. Aproveitemos e rezemos por todo o clero de nossa Diocese.
Fique atento para participar destes momentos de reflexão e celebração. Aproveite e veja também a Oração pelas Vocações.
A cada domingo de agosto celebramos uma vocação especial: dia do padre, este ano com um enfoque especial para o Ano Sacerdotal (convocado pelo Papa Bento XVI, para celebrar os 150 anos da morte de São João Maria Vianney); dos pais; dos religiosos e religiosas; dos leigos, com homenagem especial para os catequistas. Temos ainda a Semana Nacional da Família, no período de 09 a 15 de agosto.
Assim, unidos na oração pelas vocações queremos pedir ao Senhor da Messe que suscite vocações sacerdotais, religiosas em nossas comunidades, bem como jovens que se preparem dignamente para a vocação matrimonial, fazendo crescer em nossas comunidades a presença frutuosa das famílias cristãs e dos agentes pastorais.
Dia 04 é o dia do Padre, dia de São João Maria Vianney e neste Ano Sacerdotal todos os padres da diocese se reunirão para uma Celebração Eucarística no Seminário Diocesano N. Sra. das Dores, ás 10h, seguida de almoço de confraternização. Aproveitemos e rezemos por todo o clero de nossa Diocese.
Fique atento para participar destes momentos de reflexão e celebração. Aproveite e veja também a Oração pelas Vocações.
domingo, 31 de julho de 2011
Liturgia da Palavra
Missa do 18ª Domingo do Tempo Comum
PRIMEIRA LEITURA
Leitura do Livro do Profeta Isaías:
Assim diz o Senhor: 1“Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tomar vinho e leite, sem nenhuma paga.
2Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão, desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção, e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo.
3Inclinai vosso ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
__________________________________________________________________________________
SALMO RESPONSORIAL
— Vós abris a vossa mão e saciais os vossos filhos.
— Misericórdia e piedade é o Senhor,/ ele é amor, é paciência, é compaixão./ O Senhor é muito bom para com todos,/ sua ternura abraça toda criatura.
— Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam/ e vós lhes dais no tempo certo o alimento;/ vós abris a vossa mão prodigamente/ e saciais todo ser vivo com fartura.
— É justo o Senhor em seus caminhos,/ é santo em toda obra que ele faz./ Ele está perto da pessoa que o invoca,/ de todo aquele que o invoca lealmente.
___________________________________________________________________________________
SEGUNDA LEITURA
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
Irmãos: 35Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada?
37Em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou!
38Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, 39nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
___________________________________________________________________________________
SANTO EVANGELHO
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé.
14Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes.
15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!”
16Jesus, porém, lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!”
17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”.
18Jesus disse: “Trazei-os aqui”.
19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões.
20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
PRIMEIRA LEITURA
Leitura do Livro do Profeta Isaías:
Assim diz o Senhor: 1“Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tomar vinho e leite, sem nenhuma paga.
2Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão, desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção, e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo.
3Inclinai vosso ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
__________________________________________________________________________________
SALMO RESPONSORIAL
— Vós abris a vossa mão e saciais os vossos filhos.
— Misericórdia e piedade é o Senhor,/ ele é amor, é paciência, é compaixão./ O Senhor é muito bom para com todos,/ sua ternura abraça toda criatura.
— Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam/ e vós lhes dais no tempo certo o alimento;/ vós abris a vossa mão prodigamente/ e saciais todo ser vivo com fartura.
— É justo o Senhor em seus caminhos,/ é santo em toda obra que ele faz./ Ele está perto da pessoa que o invoca,/ de todo aquele que o invoca lealmente.
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SEGUNDA LEITURA
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
Irmãos: 35Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada?
37Em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou!
38Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, 39nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
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SANTO EVANGELHO
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé.
14Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes.
15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!”
16Jesus, porém, lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!”
17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”.
18Jesus disse: “Trazei-os aqui”.
19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões.
20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
sábado, 30 de julho de 2011
Dom Eduardo pode ser o 1º santo de Ilhéus
Dom Frei Eduardo José Herberhold, o segundo bispo da Diocese da Diocese de Ilhéus, poderá se tornar o primeiro santo da cidade. Para isso fiéis, devotos, admiradores e representantes da Igreja Católica já se movimentam para buscar a canonização de Dom Eduardo. O primeiro passo será o reconhecimento de Dom Eduardo como servo de Deus. A partir daí começa o processo de beatificação, com a confirmação de milagres realizados pelo bispo.
Se todos esses processos forem concluídos, com a confirmação dos milagres, Dom Eduard, cujos restos mortais estão enterrados na Catedral de São Sebastião, poderá ser o primeiro santo de Ilhéus. Fiéis já se movimentam para coletar documentos e depoimentos de pessoas que dizem ter recebido graças e milagres feitos através da fé em Dom Eduardo. O bispo comandou a Diocese de Ilhéus de 1931 a 1939 e foi o responsável pelo início das obras da Catedral de São Sebastião.
Eduardo José Herberhold nasceu na cidade de Lippstadt, província de Westfália, na Alemanha, no dia 28 de junho de 1872, sendo seus pais Henrique Herberhold e Teresa Utzel Herberhold. Com 16 anos de idade entrou para o seminário Diocesano, de Paderbom, na Alemanha, de onde saiu em maio de 1890 para fazer parte do Convento de Harreveld, na Holanda.
Fez os votos simples em 10 de maio de 1891 e os solenes em 12 de maio de 1894. Neste ano veio para o Brasil. Quando chegou ao Brasil em dezembro de 1894, a sua vocação sacerdotal estava perfeitamente definida, sendo ordenado no dia 18 de agosto de 1895 por D. Manoel Santos Pereira, bispo do Recife. Cantou a primeira missa solene na capital pernambucana, na Igreja da 3º Ordem de São Francisco, no dia 17 de setembro de 1895, dia da festa de São Francisco das Chagas, Padroeiro da Igreja da mesma Ordem.
Foi sagrado bispo de Hermópolis Magma e prelado coadjutor de Santarém, Pará, no dia 06 de maio de 1928, na Igreja do Convento de São Francisco da Bahia, sendo sagrante o arcebispo D. Augusto Álvaro da Silva, primaz do Brasil, e consagrantes D. Frei Amando Bahlmann, bispo de Argos e Prelado de Santarém, e D. Frei Basílio Olimpio Pereira, bispo de Manaus.
Mas foi preconizado bispo de Ilhéus, por ordem da Santa Sé, no dia 30 de janeiro de 1931, e no mesmo ano, no dia 22 de março, chegou à cidade. D. Eduardo substituiu, na Diocese de Ilhéus, o Bispo D. Manoel Antônio de Paiva que em 1930, por motivos de saúde, fora transferido para Garanhuns. Faleceu em Salvador, no dia 24 de julho de 1939, às 17h40min, aos 67 anos de idade, no Palácio do Campo Grande. D. Eduardo tinha um irmão que vivia com ele em Ilhéus, o Frei Sigsbert Herberhold.
A Tribuna
Se todos esses processos forem concluídos, com a confirmação dos milagres, Dom Eduard, cujos restos mortais estão enterrados na Catedral de São Sebastião, poderá ser o primeiro santo de Ilhéus. Fiéis já se movimentam para coletar documentos e depoimentos de pessoas que dizem ter recebido graças e milagres feitos através da fé em Dom Eduardo. O bispo comandou a Diocese de Ilhéus de 1931 a 1939 e foi o responsável pelo início das obras da Catedral de São Sebastião.
Eduardo José Herberhold nasceu na cidade de Lippstadt, província de Westfália, na Alemanha, no dia 28 de junho de 1872, sendo seus pais Henrique Herberhold e Teresa Utzel Herberhold. Com 16 anos de idade entrou para o seminário Diocesano, de Paderbom, na Alemanha, de onde saiu em maio de 1890 para fazer parte do Convento de Harreveld, na Holanda.
Fez os votos simples em 10 de maio de 1891 e os solenes em 12 de maio de 1894. Neste ano veio para o Brasil. Quando chegou ao Brasil em dezembro de 1894, a sua vocação sacerdotal estava perfeitamente definida, sendo ordenado no dia 18 de agosto de 1895 por D. Manoel Santos Pereira, bispo do Recife. Cantou a primeira missa solene na capital pernambucana, na Igreja da 3º Ordem de São Francisco, no dia 17 de setembro de 1895, dia da festa de São Francisco das Chagas, Padroeiro da Igreja da mesma Ordem.
Foi sagrado bispo de Hermópolis Magma e prelado coadjutor de Santarém, Pará, no dia 06 de maio de 1928, na Igreja do Convento de São Francisco da Bahia, sendo sagrante o arcebispo D. Augusto Álvaro da Silva, primaz do Brasil, e consagrantes D. Frei Amando Bahlmann, bispo de Argos e Prelado de Santarém, e D. Frei Basílio Olimpio Pereira, bispo de Manaus.
Mas foi preconizado bispo de Ilhéus, por ordem da Santa Sé, no dia 30 de janeiro de 1931, e no mesmo ano, no dia 22 de março, chegou à cidade. D. Eduardo substituiu, na Diocese de Ilhéus, o Bispo D. Manoel Antônio de Paiva que em 1930, por motivos de saúde, fora transferido para Garanhuns. Faleceu em Salvador, no dia 24 de julho de 1939, às 17h40min, aos 67 anos de idade, no Palácio do Campo Grande. D. Eduardo tinha um irmão que vivia com ele em Ilhéus, o Frei Sigsbert Herberhold.
A Tribuna
55% dos brasileiros são contra a adoção por casais homossexuais
O Ibope divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa em que revela que 55% dos brasileiros se declararam contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Os dados demonstram que a maioria discorda da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em maio deste ano, reconheceu por unanimidade a união civil entre homossexuais .
Entre os evangélicos, 77% não aprovam a decisão do STF. Já 63% dos homens disseram ser contra a união civil entre homossexuais. Entre as mulheres, esse percentual é de 48%. No grupo de jovens de 16 a 24 anos, 60% disseram ser favoráveis e, entre os maiores de 50 anos, 73% são contrários.
Entre as pessoas com formação até a quarta série do fundamental, 68% são contrários à decisão do STF. Na parcela da população com nível superior, apenas 40% não são favoráveis à medida. Territorialmente, as regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste dividem a mesma opinião: 60% são contra. No Sul, 54% das pessoas são contra e, no Sudeste, o índice cai para 51%.
A pesquisa também fez perguntas sobre a opinião dos entrevistados com relação à adoção de crianças por casais homossexuais: 55% se declaram contrários. Entre os homens, 62% disseram não concordar que casais do mesmo sexo adotem uma criança.
Fonte: Globo
Entre os evangélicos, 77% não aprovam a decisão do STF. Já 63% dos homens disseram ser contra a união civil entre homossexuais. Entre as mulheres, esse percentual é de 48%. No grupo de jovens de 16 a 24 anos, 60% disseram ser favoráveis e, entre os maiores de 50 anos, 73% são contrários.
Entre as pessoas com formação até a quarta série do fundamental, 68% são contrários à decisão do STF. Na parcela da população com nível superior, apenas 40% não são favoráveis à medida. Territorialmente, as regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste dividem a mesma opinião: 60% são contra. No Sul, 54% das pessoas são contra e, no Sudeste, o índice cai para 51%.
A pesquisa também fez perguntas sobre a opinião dos entrevistados com relação à adoção de crianças por casais homossexuais: 55% se declaram contrários. Entre os homens, 62% disseram não concordar que casais do mesmo sexo adotem uma criança.
Fonte: Globo
Bento XVI pede que se reze pela JMJ
Bento XVI pede que as orações dos católicos neste mês de agosto incluam a Jornada Mundial da Juventude.
Esta é a proposta que ele faz nas intenções de oração contidas na carta pontifícia confiada ao Apostolado da Oração, iniciativa seguida por quase 50 milhões de pessoas nos cinco continentes.
Todo mês o Papa partilha uma intenção de oração. Neste mês de agosto, a intenção geral é: “Para que a Jornada Mundial da Juventude, celebrada em Madri, encoraje todos os jovens do mundo a enraizar e alicerçar as suas vidas em Cristo”.
O Papa também apresenta uma intenção missionária. Em agosto, se rezará "para que os cristãos do Ocidente, dóceis à ação do Espírito Santo, reencontrem o vigor e o entusiasmo de sua fé".
Esta é a proposta que ele faz nas intenções de oração contidas na carta pontifícia confiada ao Apostolado da Oração, iniciativa seguida por quase 50 milhões de pessoas nos cinco continentes.
Todo mês o Papa partilha uma intenção de oração. Neste mês de agosto, a intenção geral é: “Para que a Jornada Mundial da Juventude, celebrada em Madri, encoraje todos os jovens do mundo a enraizar e alicerçar as suas vidas em Cristo”.
O Papa também apresenta uma intenção missionária. Em agosto, se rezará "para que os cristãos do Ocidente, dóceis à ação do Espírito Santo, reencontrem o vigor e o entusiasmo de sua fé".
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Taxistas homenageiam São Cristóvão em Ilhéus
A categoria trabalhista que desde 1932 realiza a festa em homenagem ao seu padroeiro, o São Cristóvão, realizou durante toda a noite de 25 de julho a tradicional festa, iniciada pela procissão que percorreu as principais vias da cidade em uma enorme carreata, missa solene e show do cantor Benner. Os participantes puderam degustar de acarajés, abaras e pipoca, cerveja, aguá mineral e refrigerante, e canecas de chopp personalizadas com a logomarca da festa, tudo 08oo. Parabéns ao Nelson Oliveira, presidente do SINDITAXI, que organiza essa festa há alguns anos com credibilidade e qualidade.
Estiveram presentes a Deputada Estadual Ângela Sousa, o vice-prefeito Mário Alexandre e o vereador Jailson Nascimento, além de empresários, imprensa, artistas e sindicalistas.
Fonte: ilheusamado
Estiveram presentes a Deputada Estadual Ângela Sousa, o vice-prefeito Mário Alexandre e o vereador Jailson Nascimento, além de empresários, imprensa, artistas e sindicalistas.
Fonte: ilheusamado
Santa Sé e Malásia com relações diplomáticas
A Santa Sé e a Malásia anunciaram hoje o estabelecimento de relações diplomáticas entre ambos Estados.
“A Santa Sé e a Malásia, desejosas de promover vínculos de mútua amizade, decidiram de comum acordo estabelecer relações diplomáticas com Nunciatura Apostólica de parte da Santa Sé e Embaixada da parte da Malásia”, afirma um comunicado vaticano.
O anúncio acontece apenas uma semana depois da visita do primeiro-ministro malaio, Najib Bin Abdul Razak, ao Papa Bento XVI, na residência veraneia de Castel Gandolfo, no dia 18 de junho.
Naquela ocasião, já se anunciara o acordo entre ambos Estados para estabelecer relações diplomáticas.
A Malásia é o Estado número 179 – sem conta a Comunidade Europeia e a Ordem de Malta – a estabelecer vínculos diplomáticos com a Santa Sé.
Com 28,7 milhões de habitantes, a Malásia é um país maioritariamente muçulmano: 60% da população é muçulmana, sendo o Islã considerado religião de Estado. Os cristãos malaios representam 9% da população.
A Igreja Católica chegou a este país asiático em 1511, com a chegada dos primeiros missionários portugueses à cidade de Malacca. A esta cidade chegou também São Francisco Xavier, em 1545.
A decisão de estabelecer relações diplomáticas chega em um momento importante para este país do sudeste asiático, que viveu um importante desenvolvimento econômico nas últimas décadas, mas não se viu livre de tensões inter-religiosas da região.
“A Santa Sé e a Malásia, desejosas de promover vínculos de mútua amizade, decidiram de comum acordo estabelecer relações diplomáticas com Nunciatura Apostólica de parte da Santa Sé e Embaixada da parte da Malásia”, afirma um comunicado vaticano.
O anúncio acontece apenas uma semana depois da visita do primeiro-ministro malaio, Najib Bin Abdul Razak, ao Papa Bento XVI, na residência veraneia de Castel Gandolfo, no dia 18 de junho.
Naquela ocasião, já se anunciara o acordo entre ambos Estados para estabelecer relações diplomáticas.
A Malásia é o Estado número 179 – sem conta a Comunidade Europeia e a Ordem de Malta – a estabelecer vínculos diplomáticos com a Santa Sé.
Com 28,7 milhões de habitantes, a Malásia é um país maioritariamente muçulmano: 60% da população é muçulmana, sendo o Islã considerado religião de Estado. Os cristãos malaios representam 9% da população.
A Igreja Católica chegou a este país asiático em 1511, com a chegada dos primeiros missionários portugueses à cidade de Malacca. A esta cidade chegou também São Francisco Xavier, em 1545.
A decisão de estabelecer relações diplomáticas chega em um momento importante para este país do sudeste asiático, que viveu um importante desenvolvimento econômico nas últimas décadas, mas não se viu livre de tensões inter-religiosas da região.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Papa recorda suas estadias em Les Combes
Do palácio apostólico de Castel Gandolfo, sua residência veraneia deste ano, o Papa quis enviar uma saudação aos fiéis de Les Combes, localidade onde ele passou o verão há dois anos.
Bento XVI fez-se assim presente na celebração de bênção da pousada “João Paulo II”, presidida nesse domingo pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado.
O Papa agradeceu os salesianos, proprietários da casa, assim como as autoridades e os benfeitores, pela contribuição para as obras.
“Recordo com particular afeto o tempo transcorrido nesse lugar encantador, emoldurado pelo amor de Deus Criador e santificado pela presença do beato João Paulo II”, disse o Papa.
A pousada que hoje leva o nome de João Paulo II é uma bonita construção em estilo alpino, situada no vale de Introd, em Val D'Aosta (Itália).
Ali Bento XVI se hospedou em três verões (2005, 2006 e 2009). Era um dos locais preferidos de seu predecessor, que ali esteve em dez ocasiões.
Bento XVI fez-se assim presente na celebração de bênção da pousada “João Paulo II”, presidida nesse domingo pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado.
O Papa agradeceu os salesianos, proprietários da casa, assim como as autoridades e os benfeitores, pela contribuição para as obras.
“Recordo com particular afeto o tempo transcorrido nesse lugar encantador, emoldurado pelo amor de Deus Criador e santificado pela presença do beato João Paulo II”, disse o Papa.
A pousada que hoje leva o nome de João Paulo II é uma bonita construção em estilo alpino, situada no vale de Introd, em Val D'Aosta (Itália).
Ali Bento XVI se hospedou em três verões (2005, 2006 e 2009). Era um dos locais preferidos de seu predecessor, que ali esteve em dez ocasiões.
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