quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Papa agradece trabalho do embaixador japonês na Santa Sé


CASTEL GANDOLFO, terça-feira, 7 setembro de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI agradeceu com uma audiência privada no dia 4 de setembro o embaixador do Japão na Santa Sé, Kagefumi Ueno, por seu trabalho na promoção das mútuas relações, e se despediu assegurando-lhe suas orações.

“Durante a conversa, o embaixador Ueno fez referência aos desenvolvimentos nas relações entre Japão e Santa Sé alcançados nos quatro anos de seu mandato, que receberam o apreço do Papa. Sua Santidade desejou todo o bem ao embaixador”, explica a embaixada em um comunicado enviado a ZENIT.

Entre os acontecimentos considerados pela embaixada como autênticos “desenvolvimentos” que caracterizaram a missão do embaixador Ueno em Roma, cabe mencionar os seguintes: visita ao Japão em maio de 2007 do cardeal Giovanni Lajolo, presidente do Governo da Cidade do Estado do Vaticano, a beatificação de 188 mártires de Nagasaki, a 25 de novembro de 2008.

Também a visita oficial ao Japão, em 2009, do arcebispo Dominique Mamberti, secretário vaticano para as Relações com os Estados; a audiência do Papa ao primeiro-ministro japonês Taro Aso em julho de 2009; a visita ao Japão, em agosto de 2009 do cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso; a visita oficial ao Japão, em março de 2010, de Lesley-Anne Knight, secretária geral de Cáritas Internationalis.

O embaixador Ueno recorda com alegria que manteve muitas conversações com funcionários da Santa Sé e outros intelectuais e que, em Roma e fora de Roma, participou de muitas conferências sobre as relações entre Japão e Santa Sé, que receberam amplo espaço dos meios de comunicação da Santa Sé e dos católicos em particular.

O sucessor do embaixador Ueno, Hidekazu Yamaguchi, chegará a Roma no final de setembro.

Marina volta a cobrar apuração dos casos de quebra de sigilo fiscal


A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, voltou a cobrar nesta terça-feira (7) rigidez nas investigações dos casos de quebra de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB. Ela afirmou que o fato de os envolvidos serem ligados a partidos políticos exige mais apuração.

“O envolvimento de pessoas ligadas a partidos só faz com que a gente exija cada vez mais investigação. Sendo ou não fato político é grave e precisa de punição, precisa de uma atitude que não banalize um acontecimento como esse”, disse a candidata.

Na manhã desta terça, a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) informou que Ana Maria Rodrigues Caroto Cano, servidora da Receita Federal citada no inquérito que apura o envolvimento de funcionários do órgão na quebra de sigilos fiscais, é filiada ao PMDB paulista desde setembro de 1981.

Marina Silva conversou com a imprensa, em São Paulo, onde participou nesta terça de gravações para seu programa eleitoral. Ela criticou adversários que estariam "se fazendo de vítima" e usando o caso para ganhar votos. Questionada sobre se esse candidato seria José Serra (PSDB), Marina desconversou.

"Eu prefiro que o eleitor faça sua escolha olhando para a trajetória e as propostas de cada candidato. Eu estou dizendo que independentemente de nos fazermos de vítima ou não, existe uma sociedade que quer uma atitude altiva da nossa parte. Não é pegar o fato e apenas colocar no enquadro o que nos interessa para ganhar votos ou simpatia", disse a candidata do PV.

Marina também falou sobre a polarização da disputa ao Palácio do Planalto entre o tucanoJosé Serra e Dilma Rousseff (PT).

“Eu diria que esse é o pior dos mundos, a polarização pelo vale-tudo. As pessoas não podem subordinar tudo ao seu interesse político, à disputa do poder pelo poder. Nós temos que ter um olhar cidadão para a gestão pública e um olhar cidadão para a campanha”, disse a candidata do PV.

Ex- ministra do Meio Ambiente, Marina disse ainda que, se eleita, vai implementar o Plano de Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia que, segundo ela, foi feito durante sua gestão na pasta.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Independência do Brasil


Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

Papa nomeia Dom Giorgio Lingua núncio na Jordânia e Iraque


CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 6 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI nomeou núncio apostólico na Jordânia e no Iraque Dom Giorgio Lingua, até o momento conselheiro da nunciatura.

Ao mesmo tempo, o elevou à sede titular de Tuscania, com dignidade de arcebispo, informou nesse sábado a Sala de Imprensa da Santa Sé.

Dom Giorgio Lingua nasceu a 23 de março de 1960 em Fossano (Itália), onde foi incardinado ao receber a ordenação sacerdotal, a 10 de novembro de 1984.

Licenciou-se em Direito Canônico. Fala francês, espanhol e inglês. Ingressou no serviço diplomático da Santa Sé a 1 de julho de 1992.

Prestou serviço nas representações pontifícias em Costa do Marfim, nos EUA, na Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado e nas nunciaturas apostólicas na Itália e Sérvia.

Dom Giorgio Lingua substitui no cargo a Dom Francis Assisi Chullikatt, nomeado no dia 17 de julho passado observador da Santa Sé na ONU.

Pio IX e João XXIII, beatificados há uma década

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 6 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – Apesar da diferença de quase um século que os separa, eles têm algo em comum: Pio IX e João XIII levaram adiante um concílio ecumênico (Vaticano I e Vaticano II), enfrentaram difíceis momentos na ordem mundial (movimento de unificação italiana e o pós-guerra da Segunda Guerra Mundial) e foram beatificados por João Paulo II há dez anos.

Pio IX, um pontificado longo e fecundo

É o pontificado mais longo registrado na história. Giovanni Maria Mastai Ferretti (nascido em Senigallia, provícia de Ancona, em 13 de maio de 1792), esteve na sede de Pedro durante quase 32 anos: entre 1846 e 1878.

Com a constituição apostólica Inefabilis Deus, proclamou em 1854 o dogma da Imaculada Conceição, logo após realizar uma consulta com todos os bispos do mundo, na qual a grande maioria (546 de 603 no total) se declarou a favor.

“Além do significado doutrinal daquela definição, este dogma tem especialmente um valor espiritual”, explica ao jornal L’Osservatore Romano em sua edição de sexta-feira Dom Walter Brandmüller, que foi até ano passado presidente do Pontifício Comitê de Ciências.

O prelado alemão garantiu que esse fato “demonstra especialmente a grande sensibilidade de Pio IX com a realidade sobrenatural da fé, com particular atenção à questão do pecado e da graça”. Um discurso que, segundo ele, tem muita relação com a atualidade: “não por casualidade, este é um dos temas que estão particularmente no coração de Bento XVI”, disse Dom Brandmüller.

Pio IX foi o Papa que convocou o Concílio Vaticano I (1869-1870), onde foi definido por meio da constituição dogmática Pastor aeternus a infalibilidade do Papa para seus pronunciamentos ex cátedra, assim como o fortalecimento do primado romano.

Neste concílio foi discutida ainda a relação entre a fé e a razão, tema que ficou assinalado na constituição Dei filius: “Nela é enfrentada diretamente questão das ideologias e dos movimentos que inquietavam o panorama intelectual e que exigiam uma resposta também no plano teológico”, afirma Dom Brandmüller.

A vida consagrada foi também um dos pilares de Pio IX: aprovou canonicamente 160 ordens religiosas, muitas delas femininas e missionárias. Várias nasceram na França, apesar da perseguição religiosa do final do século XVIII. “Isso confirma que boa parte dos frutos do pontificado de Pio IX foi recolhida depois de sua morte. E hoje também continuam”, diz Dom Brandmüller.

“Seu longo pontificado não foi fácil, e ainda sofreu muito para cumprir sua missão ao serviço do Evangelho”, recordou João Paulo II há dez anos, durante a homilia de sua beatificação. “Foi muito amado, mas também odiado e caluniado”, afirmou.

João XXIII: mais que um Papa de transição

Angelo Giuseppe Roncalli (1881 - 1963) tinha uma profunda devoção por seu antecessor Pio IX: “Penso sempre em Pio IX, de santa e gloriosa memória, e, imitando-o em seus sacrifícios, eu queria ser digno de celebrar sua canonização”, expressa em um de seus escritos, recopilados no livro Diário de uma alma.

Hoje, milhares de fiéis visitam seu corpo incorrupto, localizado na Basílica de São Pedro.

Por sua idade avançada no momento de sua eleição como sucessor de Pio XII (quase 77 anos), pensava-se inicialmente que seu pontificado seria somente de transição. Contudo, João XXIII convocou o acontecimento eclesial mais importante do século XX: o Concílio Vaticano II.

Dom Loris Francesco Capovilla, bispo emérito de Loreto (Itália), recorda o momento do anúncio do Concílio. “No carro, quando se dirigia para São Paulo Fora dos Muros, pronunciou poucas palavras”, disse o bispo de 95 anos, antigo secretário de Roncalli. “Ele presidiu a missa celebrada pelo abade e logo pronunciou a homilia. O rito se prolongou além do previsto e o Papa cruzou o umbral da aula capitular do monastério beneditino pouco depois do meio-dia: hora na qual terminava o embargo do anúncio”.

“Desta forma, a divulgação da notícia do Concílio por parte dos meios de comunicação aconteceu antes que o pontífice pudesse comunicar os cardeais”, recordou o bispo emérito de Loreto. João Paulo II defendeu João XXIII no dia de sua beatificação como “o Papa que comoveu o mundo pela afabilidade de seu trato, alguém que tinha bondade singular em seu coração.”

“Os desígnios divinos queriam que esta beatificação unisse dois Papas que viveram em épocas históricas muito diferentes”, destacou João Paulo II há 10 anos, “mas que estão unidos, além das aparências, por muitas semelhanças no plano humano e espiritual."

Papa enfrentará a perseguição no Reino Unido


ROMA, domingo, 5 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – Conforme se aproxima a data para a viagem de Bento XVI à Escócia e Inglaterra – a meados de setembro –, a hostilidade contra a religião é cada vez mais intensa.

Peter Tatchell, um conhecido crítico da Igreja Católica, escreveu um artigo de opinião, publicado no dia 13 de agosto pelo jornal The Independent. “A maioria dos católicos se opõe a muitos dos seus ensinamentos”, reivindicou, em relação ao Papa.

Em seu papel de porta-voz da campanha de protesto contra o Papa, Tatchell prosseguiu com uma longa lista de “roupa suja” de ensinamentos da Igreja, descritos por ele como duros e extremos.

Tatchell foi eleito também pela emissora de televisão Canal 4 para apresentar um programa de 60 minutos sobre o Papa, que será transmitido durante a visita papal, informou o jornal Telegraph em 4 de junho.

Não será o único especial televisivo crítico contra a Igreja Católica. A BBC está trabalhando em um documentário de 4 horas sobre os escândalos de abusos por parte do clero, segundo informou o jornal The Guardian no último dia 3 de agosto.

Junto à não surpreendente oposição à visita por parte da Ordem de Orange da Irlanda e do pregador protestante Ian Paisley, o governo britânico foi pego de surpresa em um vergonhoso exemplo de preconceito anticatólico.

O Foreign Office teve de apresentar um pedido oficial de desculpas depois de que se conheceu um documento governamental sobre a visita, divulgado no dia 25 de abril pelo Sunday Times. Um documento que fazia parte de um pacote de instruções para os funcionários do governo e que sugeria que o Papa deveria despedir seus “poucos fiáveis bispos”, desculpar-se pela Invencível Armada e inaugurar uma clínica abortiva.

Nervos

Os ataques não ficaram sem resposta. Ainda que não sejam representantes oficiais da Igreja, criou-se um grupo de oradores católicos com o nome de Catholic Voices (Vozes Católicas). Sob a liderança de Jack Valero, diretor do Opus Dei no Reino Unido, a equipe de oradores está se disponibilizando para defender os ensinamentos da Igreja.

O apoio procede também de fontes leigas. O autodeclarado ateu Padraig Reidy criticou o caráter extremo da retórica anticatólica em um artigo publicado pelo jornal The Observer em 22 de agosto.

No dia 28 de julho, Kevin Rooney, também ateu, escrevendo para o site Spiked, descreveu os ataques à Igreja como “intolerantes, reprováveis e ignorantes”.

Rooney, que cresceu como republicano socialista em Belfast, disse que os críticos não só se opõem aos ensinamentos da Igreja, mas também querem impedir absolutamente que ela fale. Por outro lado, indicou, as acusações feitas contra a Igreja são consideradas imediatamente como verdadeiras, sem necessidade de provas.

“Assim como acontece com o direito à liberdade de expressão, parece que o direito a ser considerado inocente enquanto não se prove a culpabilidade não se estende à Igreja Católica”, observou.

Os problemas enfrentados pela Igreja estão longe de limitar-se à hostilidade verbal. Uma série de leis sobre crimes chamados “de ódio” e de “antidiscriminação” está criando contínuos desafios legais para os cristãos no Reino Unido.

De acordo com um folheto recentemente publicado sobre este tema por Jon Gower Davies, há mais de 35 leis do Parlamento, 52 decretos, 13 códigos de práticas, 3 códigos de orientação e 16 diretivas da Comissão Europeia que influenciam a questão da discriminação.

Em A New Inquisition: religious persecution in Britain today (Uma nova inquisição: a perseguição religiosa na Grã-Bretanha hoje, Ed. Civitas), esboça-se uma série de casos recentes, nos quais os cristãos sofreram por causa destas leis.

Adoção

O último exemplo disso foi a perda da agência Catholic Care, de Leeds, de uma apelação ao Supremo Tribunal sobre a questão de se podem continuar se negando a dar crianças em adoção a casais do mesmo sexo.

A origem do caso foi um regulamento de 2007 sobre a orientação sexual, que proibiu as agências de adoção de tal “discriminação”.

Segundo um artigo publicado em 19 de agosto pelo jornal Telegraph, a Catholic Care era a última agência de adoção católica que resistia à normativa. Desde que a lei entrou em vigor, em janeiro de 2009, as outras 11 agências de adoção católicas tiveram de fechar suas portas ou romper seus laços com a Igreja.

Houve muitos outros casos, nos últimos meses, nos quais os cristãos enfrentaram batalhas legais.

- Uma cuidadora ganhou sua batalha por continuar cuidando de crianças, depois de que isso lhe fora proibido pela prefeitura de Gateshead. A proibição se deveu ao fato de que uma menina de 16 anos que estava sendo cuidada por ela decidiu se converter do islã ao cristianismo. A cuidadora, que permaneceu no anonimato para proteger a identidade da garota, havia cuidado de mais de 45 crianças. Ainda que a questão tenha sido concluída, a mulher sofreu consideráveis perdas financeiras devido à proibição (The Christian Institute, 11 de julho).

- Um pregador cristão foi preso por dizer publicamente que a homossexualidade é um pecado. Dale McAlpine ficou em uma cela durante 7 horas e posteriormente foi acusado de “provocar assédio, alarme e angústia” (The Telegraph, 2 de maio). Depois dos protestos generalizados, retiraram a acusação (The Christian Post, 18 de maio).

- Um conselheiro matrimonial cristão foi proibido de ir à Corte de Apelação para tratar da sua demissão por parte de Relate Avon, depois de admitir que não poderia aconselhar os casais do mesmo sexo devido às suas crenças. Gary McFarlane perdeu sua reclamação por ser demitido, considerada improcedente, em um tribunal trabalhista e em uma audiência posterior no tribunal de apelações (Christian Today, 29 de abril).

- Shirley Chaplin, uma enfermeira cristã, perdeu uma demanda por discriminação depois da sua transferência a tarefas de escritório, a partir de sua negativa a retirar um crucifixo que usava no pescoço. Apesar de John Hollow, presidente do comitê do tribunal trabalhista, ter admitido que Chaplin usou o crucifixo durante 30 anos como enfermeira, disse que usá-lo não era uma exigência da fé cristã. O arcebispo da Cantuária, Rowan Williams, mencionou o caso em sua homilia da Páscoa. Afirmou que havia uma “estranha mistura de desprezo e temor com relação ao cristianismo” (The Telegraph, 6 de abril).

No começo deste ano, a situação chegou a tal ponto, que o ex-arcebispo da Cantuária, Lord Carey, junto a outros 6 bispos anglicanos, escreveu uma carta ao Sunday Telegraph protestando pelo fato de os cristãos na Grã-Bretanha estarem sendo perseguidos e tratados com falta de respeito.

Em um artigo sobre a carta, de 28 de março, na edição do Sunday Telegraph, explicou, os bispos afirmaram que, enquanto os crentes de outras religiões recebem um tratamento mais sensível, os cristãos são castigados.

“Houve numerosos casos de demissões de cristãos praticantes dos seus empregos por razões que são inaceitáveis em um país civilizado”, declarava a carta.

Direito de ser ouvido

A notoriedade das restrições aos cristãos chegou a tal ponto, que o Papa teve de intervir publicamente. Durante seu discurso de 1º de fevereiro aos bispos da Inglaterra e Gales, presentes em Roma para sua visita ad limina, fez um comentário sobre o tema.

Bento XVI observou que seu país se destacava por sua igualdade de oportunidades para todos os membros da sociedade. A seguir, convidou os bispos a se resistirem quando a legislação violasse a liberdade das comunidades religiosas.

“Em alguns aspectos, esta viola a lei natural na qual se baseia e pela qual se garante a igualdade de todos os seres humanos. Peço-vos, como pastores, que garantais que o ensinamento moral da Igreja se apresente sempre em sua totalidade e que seja defendido de forma convincente”, disse o Papa.

“A fidelidade ao Evangelho não restringe a liberdade dos demais: pelo contrário, presta um serviço à sua liberdade, oferecendo-lhes a verdade”, acrescentou.

Dada a preocupação do Papa sobre este assunto e os contínuos casos de perseguição cristã, certamente podemos esperar que ele fale sobre isso durante sua visita deste mês.

Cristãos devem ser uma “força pacífica de mudança”, diz Papa


CARPINETO ROMANO, domingo, 5 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – Os cristãos, movidos por sua fé e amor a Deus, devem ser uma “força benéfica e pacífica” de mudança, afirmou Bento XVI neste domingo, ao visitar Carpineto Romano, cidade natal do Papa Leão XIII (1810-1903).

A visita apostólica a esta localidade de menos de cinco mil habitantes, situada a 80 quilômetros de Roma, tinha por objetivo recordar o bicentenário do nascimento desse bispo de Roma, cujo nome de batismo era Vincenzo Gioacchino Pecci, quem, entre outras coisas, passou à história por ser o grande pioneiro da doutrina social da Igreja, com sua encíclica Rerum novarum (1891).

O ato central da visita foi a celebração eucarística, praça principal, vincada entre casas e montanhas, tomada por milhares de fiéis.

Durante a homilia, o pontífice recolheu o legado daquele Papa, sublinhando que “na realidade histórica, os cristãos, atuando como cidadãos individualmente ou de maneira associada, constituem uma força benéfica e pacífica de mudança profunda, favorecendo o desenvolvimento das possibilidades próprias da própria realidade”.

“Esta é a forma de presença e de ação no mundo proposta pela doutrina social da Igreja, que busca sempre o amadurecimento das consciências como condição de transformações válidas e duradouras”, disse.

Deus, antes de tudo

Para entender o Magistério de Leão XIII – acrescentou – é necessário compreender que está profundamente ligado à primazia de Deus.

Seguir a Cristo é “comprometedor” e não pode depender de “entusiasmos e oportunismos”.

Deve ser “uma decisão ponderada, tomada após se ter perguntado em consciência: quem é Jesus para mim?”.

“Isso é sempre a base de tudo para todo cristão, incluído o Papa”, disse. Por esse motivo, “sem a oração, quer dizer, sem a união interior com Deus, não podemos fazer nada, como disse claramente Jesus a seus discípulos na Última Ceia”.

“Satisfaz-me considerar todos esses elementos como dimensões de uma realidade única: o amor de Deus e de Cristo, perante o qual não há que antepor nada. E esta primeira e principal qualidade, Vincenzo Gioacchino Pecci assimilou aqui, em seu povoado natal, de seus pais, de sua paróquia”.

Mas há também outro aspecto que deriva sempre do primado de Deus e de Cristo e forma parte da “ação pública de todo pastor da Igreja”: “todo pastor não está chamado a transmitir ao povo de Deus verdades abstratas, mas uma ‘sabedoria’, quer dizer, uma mensagem que conjuga fé e vida, verdade e realidade concreta”.

“O Papa Leão XIII, com a assistência do Espírito Santo, foi capaz de fazer isso em um dos períodos históricos mais difíceis para a Igreja, sendo fiel à tradição e, ao mesmo tempo, enfrentando as grandes questões abertas”.

Nesse sentido, Bento XVI recordou a contribuição que Leão XIII ofereceu ao “caminho da civilização”: “a nova fraternidade cristã supera a separação entre escravos e livres, e desencadeia na história um princípio de promoção da pessoa que levará à abolição da escravidão, assim como a superar outras barreiras que ainda existem”.

Precisamente Leão XIII dedicou à escravidão sua encíclica Catholicae Ecclesiae, de 1890, e a partir dessa luz se entende seu magistério social, “tornado famosíssimo e insuperável pela encíclica Rerum Novarum".

Papa ancião que rejuvenesceu a Igreja

“Em uma época de áspero anticlericalismo e de acesas manifestações contra o Papa, Leão XIII soube guiar e apoiar os católicos pelo caminho de uma participação construtiva, rica de conteúdos, firme nos princípios e capaz de abertura. Um Papa muito ancião, mas sábio e de amplo horizonte, pôde introduzir no século XX uma Igreja rejuvenescida, com a atitude adequada para enfrentar os novos desafios”.

Chegou à sede de Pedro em 1878, após a unificação da Itália e a anexação dos Estados Pontifícios, motivo pelo qual Leão XIII “era ainda um Papa política e fisicamente ‘prisioneiro’ no Vaticano, mas na realidade seu magistério representava uma Igreja capaz de enfrentar sem complexos as grandes questões contemporâneas”.

Bento XVI viajou a Carpineto Romano em helicóptero procedente da residência pontifícia de Castel Gandolfo, para onde regressou ao meio-dia para dirigir a oração do Angelus.

Ao se despedir, o Papa deixou este conselho aos habitantes de Carpineto Romano: “amai-vos como Cristo vos amou e com este gesto sejais sal e luz do mundo. Deste modo, sereis fiéis à herança de vosso grande e venerado conterrâneo, o Papa Leão XIII. E que também o seja toda a Igreja!”.

Dilma tem 50%, e Serra, 28%, aponta Datafolha


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 50% das intenções de voto, contra 28% do candidato do PSDB, José Serra. A candidata do PV, Marina Silva, obtém 10% no levantamento.

Dos demais candidatos (Plínio, PSOL, Zé Maria, PSTU, Eymael, PSDC, Rui Costa Pimenta, PCO, Ivan Pinheiro, PCB, e Levy Fidelix, PRTB), nenhum atingiu 1% das intenções de voto. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos totalizam 4% e os que não sabem, 7%.

A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Dilma pode ter entre 48% e 52%, Serra, entre 26% e 30%, e Marina, entre 8 e 12%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal "Folha de S.Paulo". Foram realizadas 4.314 entrevistas em 203 municípios na quinta-feira (2) e na sexta-feira (3). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27903/2010.

Na pesquisa anterior do Datafolha, feita no dia 26 de agosto, Dilma teve 49%, Serra, 29%, e Marina, 9%.

Votos válidos
Considerando apenas os votos válidos, ou seja, descontando brancos e nulos, a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta mostra que Dilma alcança 56%, o que seria suficiente para elegê-la já no primeiro turno. Serra fica com 32%, e Marina, com 11%.

Na pesquisa anterior, a taxas de Dilma, Serra e Marina eram de 55%, 33% e 10%, respectivamente.

Segundo turno
De acordo com o Datafolha, num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, a petista teria 56% e o tucano, 36%. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 55% das intenções de voto, e Serra, 36%.

Dilma, Serra e Marina comentam quebra de sigilos na Receita


Os três candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas eleitorais comentaram neste domingo (5) o escândalo de vazamento de dados sigilosos na Receita Federal.

Neste domingo, "O Estado de S.Paulo" afirmou que um analista da Receita Federal fez dez consultas a informações sigilosas de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, em abril de 2009 na agência de Formiga, a 210 km de Belo Horizonte. De acordo com registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele é filiado ao PT desde agosto de 2001.

A filha de José Serra, Veronica, também teve seu Imposto de Renda acessado por meio de uma procuração falsa. O procurador pediu filiação ao PT de Mauá, na Grande São Paulo em 2003. O partido diz que a filiação não foi efetivada. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) afirma que houve registro de filiação.

Dilma
Em Brasília, a candidata do PT Dilma Rousseff voltou a negar relação de quebra de sigilos com a campanha eleitoral. "Ou passa a olhar direitinho as datas ou vai ser fazer uma confusão. Em abril de 2009, não existia eleição, nem para mim, nem para o meu adversário [José Serra], nem para a outra concorrente, a Marina. Nenhum de nós era candidato. Era algo bastante longínquo", afirmou a candidata.

Questionada sobre como agiria em relação ao caso se já estivesse no cargo de presidente da República, a candidata do PT afirmou que é preciso investigar, punir e excluir funcionários.

"Eu investigo até o último minuto, até a última vírgula. A minha proposta é melhorar o banco de dados sempre e montar um sistema de supervisão bastante rígido. Não são as pessoas que tem que ser virtuosas a instituição tem que ser virtuosa e para isso tem que aprimorar os sistemas de controle", afirmou Dilma.

Serra
Em São Paulo, após visitar o Museu da Língua Portuguesa, no centro da cidade, o candidato do PSDB José Serra afirmou que os episódios que apontam envolvimento de pessoas filiadas ao PT mostram que há atuação do partido. "Não tenho dúvidas. Isso é DNA do PT. Mas não quero ficar neste domingo de natureza cultural me aprofundando neste assunto", disse o candidato.

Serra ainda criticou a principal adversária, a petista Dilma Rousseff, por não falar mais sobre o escândalo de quebra de sigilos.

Ao comentar as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado, que questionou a existência de quebra de sigilos, Serra afirmou: "Não vou ficar batendo boca com o Lula, mas o Lula poderia pensar o seguinte: Dilma já está à sombra dele na campanha, na concepção da candidatura. Agora, ficar à sombra até no debate da campanha? Há coisas que devem ser debatidas pelo candidato. Há uma substituição no caso da Dilma. Quem debate é o presidente do partido, o presidente da República. Já estava na hora de a Dilma se mostrar".
Para Serra, o candidato "tem que se manifestar, e não pedir ao presidente da República que o defenda ou agrida os outros por conta dele, dela".


Marina
Na capital do Acre, a candidata do PV Marina Silva classificou o vazamento dos dados como "descontrole na gestão pública". "É isso que dá quando não se tem transparência, se banaliza o dolo", disse a candidata em evento de campanha em Rio Branco.

Ela comentou ainda a revelação de que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, teve seus dados acessados cerca de 10 vezes de uma agência da Receita em Formiga (MG).
"Antes de ficar com uma preocupação individual, tenho a preocupação institucional como senadora, como candidata e cidadã, de que se investigue e que possa se punir os culpados, que se assumam responsabilidades com esse descontrole na gestão pública. Aos poucos se está descobrindo que existe muito 'pé de barro' na gestão pública", afirmou.

Apesar do episódio, Marina disse que manterá sua campanha no nível da discussão de propostas e que não fará "acusações levianas". "Eu quero ganhar as eleições com as instituições. Para que as instituições funcionem, é fundamental o respeito à lei, o respeito ao cidadão e que a gestão pública não fique banalizada pelos erros cometidos que vêm se repetindo."

O caso
Em 27 de agosto, a Receita Federal reconheceu que as declarações de renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros três tucanos foram acessadas por uma única senha, entre 12h27 e 12h43 do dia 8 de outubro do ano passado, de uma delegacia da Receita Federal em Mauá (SP).

Documentos da Receita também mostraram que houve violação do sigilo fiscal de Veronica Serra a partir de uma procuração falsificada em nome de Antonio Carlos Atella Ferreira. O acesso às declarações de Imposto de Renda da filha de José Serra dos anos de 2007 a 2009 ocorreu no dia 30 de setembro do ano passado, na agência da Receita Federal de Santo André.

O secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, afirmou que, diante do não reconhecimento por Veronica Serra da assinatura do documento entregue para obter suas declarações de renda e da afirmação do cartório de que não houve reconhecimento da firma no local, o caso foi encaminhado ao Ministério Público Federal.

sábado, 4 de setembro de 2010

Liturgia Da Palavra


Missa Do 23ª Domindo Do Tempo Comum

Primeira leitura (Sabedoria 9,13-18)

Leitura do Livro da Sabedoria.

13Qual é o homem que pode conhecer os desígnios de Deus? Ou quem pode imaginar o desígnio do Senhor?
14Na verdade, os pensamentos dos mortais são tímidos e nossas reflexões incertas: 15porque o corpo corruptível torna pesada a alma, e tenda de argila oprime a mente que pensa.
16Mal podemos conhecer o que há na terra, e com muito custo compreendemos o que está ao alcance de nossas mãos; quem, portanto, investigará o que há nos céus?
17Acaso alguém teria conhecido o teu desígnio, sem que lhe desses Sabedoria e do alto lhe enviasses teu santo espírito? 18Só assim se tornaram retos os caminhos dos que estão na terra, e os homens aprenderam o que te agrada, e pela Sabedoria foram salvos.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
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Salmo (Salmos 89)

— Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós!
— Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós!

— Vós fazeis voltar ao pó todo mortal,/ quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!”/ Pois mil anos para vós são como ontem,/ qual vigília de uma noite que passou.
— Eles passam como o sono da manhã,/ são iguais à erva verde pelos campos:/ De manhã ela floresce vicejante,/ mas à tarde é cortada e logo seca.
— Ensinai-nos a contar os nossos dias,/ e dai ao nosso coração sabedoria!/ Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis?/ Tende piedade e compaixão de vossos servos!
— Saciai-nos de manhã com vosso amor,/ e exultaremos de alegria todo o dia!/ Que a bondade do Senhor e nosso Deus/ repouse sobre nós e nos conduza!/ Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho.
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Segunda leitura (Filemon 9b-10.12-17)

Carta de São Paulo apóstolo a Filêmon:

Caríssimo: 9bEu, Paulo, velho como estou, e agora também prisioneiro de Cristo Jesus, 10faço--te um pedido em favor do meu filho, que fiz nascer para Cristo na prisão, Onésimo. 12Eu o estou mandando de volta para ti. Ele é como se fosse o meu próprio coração. 13Gostaria de tê-lo comigo, a fim de que fosse teu representante para cuidar de mim nesta prisão, que eu devo ao Evangelho.
14Mas eu não quis fazer nada sem o teu parecer, para que a tua bondade não seja forçada, mas espontânea. 15Se ele te foi retirado por algum tempo, talvez seja para que o tenhas de volta para sempre, 16já não como escravo, mas, muito mais do que isso, como um irmão querido, muitíssimo querido para mim quanto mais ele o for para ti, tanto como pessoa humana quanto como irmão no Senhor. 17Assim, se estás em comunhão de fé comigo, recebe-o como se fosse a mim mesmo.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
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- Santo Evangelho


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 25grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: 26“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo.
28Com efeito, qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, 29ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: 30‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’
31Ou ainda: Qual o rei que, ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? 32Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz.
33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.