sábado, 12 de fevereiro de 2011

Igreja na Grã-Bretanha ganha força após visita do Papa

O impacto da visita do Papa Bento XVI ao Reino Unido foi só um começo, que mostra como os católicos expressam uma confiança renovada em sua missão de evangelização e colocam em prática programas de divulgação para celebrar este legado.

Dom Kieran Conry, bispo de Arundel e Brighton, chefe do Departamento de Evangelização e Catequese da Conferência Episcopal da Inglaterra e País de Gales, disse a ZENIT que, quase seis meses após a visita do Papa, "as pessoas nas paróquias ainda estão falando sobre ela e sobre efusão da graça que foi testemunha disso".

"Fomos renovados na nossa alegria e confiança como católicos - disse. Olhando para além dos limites das nossas paróquias, há evidências de novas discussões com diversos grupos e agências que trabalham para servir os pobres em nossas comunidades locais."

O prelado disse que, "recentemente, centenas de pessoas se reuniram na Universidade Hope de Liverpool para refletir sobre a importância da doutrina social da Igreja e para encontrar novas maneiras de aprofundar em nosso compromisso social para com os necessitados que estão mais perto de nós".

"A visita do Papa nos deu uma oportunidade sem precedentes para apresentar o rosto do catolicismo contemporâneo na Inglaterra e no País de Gales, e houve uma recepção muito positiva", disse o bispo.

E acrescentou: "Ela teve o efeito de despertar a espiritualidade na vida de muitas pessoas, independentemente de suas crenças ou maneiras de pensar".

Um lugar para Deus

Como exemplo, Dom Conry disse que, em levantamentos realizados após a visita, quase 60% das pessoas disseram acreditar que "há espaço para Deus, para a religião e para a virtude na vida pública".

Ele também afirmou que "houve um aumento de 50% a favor do Papa", e mais de uma pessoa, em cada três entrevistados, disse que a visita do Papa foi "boa para a Grã-Bretanha".

"Neste contexto, a visita de Sua Santidade abriu novas oportunidades de intercâmbio e diálogo", disse o prelado. "Nós temos visto um ressurgimento da confiança em outras igrejas cristãs e de um diálogo renovado entre elas."

E acrescentou: "A visita do Santo Padre foi a primeira visita de Estado de um Papa ao Reino Unido e, como tal, foi-lhe dado um lugar privilegiado para falar com todos os membros da nossa sociedade, como um mensageiro do Evangelho de Jesus Cristo".

O bispo recordou: "O papa Bento XVI, em seu discurso durante a audiência geral de 22 de setembro, descreveu a Grã-Bretanha como ‘uma encruzilhada de culturas e do mundo econômico'. Como tal, representa todo o Ocidente".

"A importância da comunicação com as culturas representadas no Reino Unido tem se refletido na criação de um Conselho Pontifício para a Nova Evangelização - lembrou o bispo Conry. Este é o principal desafio para o ministério de evangelização da Inglaterra e País de Gales."

Ele continuou: "Trata-se de comprometer-se com novas mídias e com as ideias que surgem baseadas na posição do país como um lugar de encontro de culturas".

"Em seu discurso, o Papa Bento XVI apresentou o desafio para a evangelização neste país: como falar ao intelecto desta civilização e comunicar-lhe a novidade perene do Evangelho, na qual ele está imerso?"

"Somos desafiados a comprometer-nos de novo com um país que tem uma cultura cristã milenar", disse o prelado.

"Nos últimos anos, essa cultura diminuiu significativamente - afirmou. O cardeal Godfried Danneels a definiu, em relação à Europa, como o ‘desmatamento' da memória cristã."

O bispo concluiu: "É nosso dever replantar as sementes nesta terra fértil".

O programa do legado

Para promover resultados práticos da visita de Bento XVI, a longo prazo, na Igreja e na sociedade, a Home Mission Desk, que faz parte do departamento de evangelização da conferência episcopal, lançou um programa legado da visita do Papa, chamado "Alguns propósitos definidos".

A partir das homilias e discursos que o Papa fez durante sua visita ao Reino Unido, o programa inclui diversos eventos e projetos, como um dia de aproximação dos católicos que já não vão à Missa, a ser realizado em 26 de março.

Ele também fornece recursos para promover as procissões da festa de Corpus Christi, em junho, e as peregrinações a santuários marianos, em julho e agosto. Em outubro, os fiéis serão convidados a participar da Little Way Week, sete dias de serviço, seguindo os passos de Santa Teresa de Lisieux.

O programa tem seis objetivos: conhecer o nosso propósito, crescer em confiança, dar testemunho de nossa fé, servir os outros, buscar um compromisso com o diálogo e caminhar em direção ao transcendente.

Foram desenvolvidos recursos paroquiais para este programa e haverá publicações ao longo do ano para apoiar esta iniciativa.

Dom Conry disse: "É importante que consideremos formas de continuar esta viagem de ‘o coração fala ao coração' dando testemunho da alegria da nossa fé cada dia de nossas vidas".

"Eu convido e incentivo todos a se envolverem e oferecerem generosamente seu tempo e seus talentos."

Dom Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e presidente da conferência episcopal, disse que "a visita do Santo Padre foi uma ocasião repleta de graça e uma fonte de grande alegria para muitos".

Ele espera "que esta nova iniciativa, ‘Algumas propostas definidas', sustente os membros da comunidade católica, e que aqueles que não são católicos ofereçam um contributo positivo e cheio de fé para a vida no Reino Unido".

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Movimento Dos Focolares


O Movimento dos Focolares nasceu há 60 anos atrás, em Trento, pequena cidade ao norte da Itália. Em 1943, quando se alastrava a Segunda Guerra Mundial, Chiara Lubich, fundadora do Movimento, naquela época com 23 anos, com as suas primeiras companheiras fizeram uma forte experiência: diante daquela dolorosa situação, constatavam que tudo passa, e todos os ideais, passam. E se perguntavam: Existirá um Ideal que não passa? Pelo qual vale a pena dar a própria vida? Deus deu-lhes a resposta: Sim!, existe um Ideal que não passa: Deus! Vive por Ele esta vida breve que vocês ainda podem ter. E assim fizeram de Deus o Ideai de suas vidas.

Não imaginavam porém que esta escolha pessoal de Deus teria feito coisas tão grandes através delas, que eram poucas, pobres e jovenzinhas, no mundo inteiro. Ao cessarem os bombardeios, voltavam para os seus postos de trabalho com esta chama do amor no coração procurando viver concretamente as palavras anteriormente lidas. Vendo-as como pessoas tão diferentes das outras, porque sempre no amor ao próximo, muitos queriam fazer o mesmo e se uniam ao grupo, sejam, outras jovens, crianças, adultos, intelectuais... todos.

Correndo constantemente para os refúgios anti-aéreos levavam sempre consigo o Evangelho para descobrir como amar a Deus concretamente, quanto tempo de vida tinham. Numa destas páginas, descobriram que estava todo o programa de suas vidas: em João Cap. 17. onde Jesus pede ao Pai "que todos sejam um"... a UNIDADE. A partir de então, tudo o que faziam, era em função da realização deste Testamento de Jesus. E ao terminar a guerra já era 500 pessoas que procuravam colocar o Evangelho em prática com elas e foi assim que nasceu o costume de viver cada mês uma frase do Evangelho que chamamos de "Palavra de Vida" e hoje. este movimento já está espalhado em 186 países, e milhões de pessoas de algum modo experimentam a vivência do Evangelho proposto pelo Movimento, no qual existem várias formas de se empenhar independentemente da idade ou da vocação à qual Deus os chamou.

O Movimento sentiu-se especialmente chamado a trabalhar pelo revigoramento da Unidade entre os católicos, pela busca da unidade entre os cristãos no campo do Ecumenismo, pela construção de uma rede de diálogos com fiéis de outras religiões, e com o mundo ateu.

Aqui em Ilheus. O Movimento Dos Focolares Se Reunem Todos Os 1ª Sabados de Cada Mês As 16:00 h No Instituto Nossa Senhora Da Piedade Coparecem e Vamos Todos Nós Ser Uma Familia

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Livro do Papa chega em março a Portugal


A segunda parte do livro Jesus de Nazaré – desde as portas de Jerusalém até à Ressurreição –, obra de Bento XVI, chega a Portugal em março.

“Posso finalmente trazer a público a II Parte do meu livro sobre Jesus de Nazaré”, escreve o Papa no prefácio.

“Embora continue, naturalmente, a haver detalhes a discutir, todavia espero que me tenha sido concedido aproximar-me da figura de Nosso Senhor de um modo que possa ser útil a todos os leitores que queiram encontrar Jesus e acreditar n’Ele.”

O primeiro volume de «Jesus de Nazaré» (2007) dedicava-se à vida de Cristo desde o Batismo à Transfiguração. Bento XVI redige um terceiro volume, que abordará os primeiros anos da vida de Jesus.

Vaticanistas narram sua experiência

“A Igreja no papel. Os vaticanistas se explicam”, livro dos jornalistas italianos Rodolfo Lorenzoni e Ferdinando Tarsitani, editado por Paulinas, foi apresentado na tarde de ontem em Roma.

O livro começa com uma apresentação de Joaquín Navarro Valls, ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.

“Esta obra – disse Tarsitani – é uma homenagem aos colegas e à profissão de jornalista. Quisemos narrar a Igreja através dos olhos de quem por profissão o faz diariamente, os assim chamados vaticanistas. Ao fazê-lo, demo-nos conta de que isso poderia oferecer diversos pontos de reflexão sobre nosso trabalho e sobre o momento atual da Igreja”.

Por sua parte, Lorenzoni afirmou que “o ofício de jornalista pode ser muito difícil sem uma certa preparação, sem certa responsabilidade e cultura. Este livro é um passeio pelo mundo dos vaticanistas, contam-se histórias pessoais, de vida, e não somente de profissão, é um livro com um lado humano”.

Já Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni e presidente de la Comissão da Conferência Episcopal Italiana para o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, disse que “a tarefa do jornalista hoje cresceu muito nos horizontes de seus conteúdos, especialmente porque o que se escreve pode influenciar em diversos setores”.

Isso porque “se influencia a opinião pública, os bispos, a Cúria Romana e, neste sentido, existe uma responsabilidade”.

Dom Paglia disse a ZENIT que a profissão de jornalista “deve nos fazer refletir, pois não é uma profissão qualquer, particularmente hoje em dia”.

“Devido à queda das ideologias, dos valores, das perspectivas, poder falar da Igreja e de seus aspectos complexos é um serviço seguramente eclesial, mas também civil”, porque significa introduzir no debate público “um elemento que pode fazer reviver o corpo da sociedade.”

Aldo María Valli, vaticanista da RAI, recordou um amigo fotógrafo, que se expressa com fotos estupendas e lhe contou que era necessário olhar muito pela objetiva, mas aos poucos tirar as fotos.

“Esta avaliação – disse – vale para todos os meios com os quais nos expressamos tendo em vista a grande e complexa realidade da Igreja”. Ele concluiu indicando uma dificuldade para a informação televisiva, que devido à correria muitas vezes traz informações superficiais.

Cardeal Turkson: Bíblia é guia para compromisso social

O cardeal Peter Kowdo Appiah Turkson, presidente do Conselho Pontifício "Justiça e Paz", disse ontem que a Palavra de Deus é necessária para que os cristãos possam "discernir" sua tarefa no mundo.

Turkson fez a última grande intervenção antes do encerramento do Congresso "A Sagrada Escritura na vida da Igreja", promovido pela Conferência Episcopal Espanhola por ocasião da publicação da versão oficial da Bíblia em espanhol.

O cardeal falou sobre "A Palavra de Deus e o compromisso no mundo", focando-se na última encíclica social de Bento XVI, Caritas in veritate, um documento, sublinhou, que "reúne muitos recursos da Escritura e da nossa tradição social católica, colocando-os na base das questões sociais cruciais dos nossos dias".

O Papa "não prescreve programas ou receitas, nem tem quaisquer políticas ou soluções. Em vez disso, ele recomenda a Palavra de Deus como nossa ferramenta de discernimento", sublinhou.

Na encíclica, o Papa insta a "continuar a tarefa da Palavra no Mundo", uma dinâmica "criativa, que convoca e vincula, presente e salvadora, missionária e evangelizadora, continuadora da história da salvação, até o final dos tempos, enquanto constrói a cidade do homem com qualidades mais próximas da cidade de Deus".

O cardeal Turkson disse que os cristãos contribuem para a "construção de uma cidade humana que reflete fielmente a cidade de Deus", por meio "da graça e do poder da Palavra de Deus, através dos quais Ele leva a cumprimento todos os seus desígnios; e é através da Palavra de Deus que Ele se converte em princípio da nossa vida".

"A própria Palavra de Deus (a palavra da evangelização) insta a Igreja e seus filhos a construírem uma cidade terrena através das diversas formas do seu compromisso e dos seus ministérios sociais, que são uma antecipação e uma prefiguração da cidade de Deus."

A "cidade do homem - disse ele - não é promovida apenas com relações de direitos e deveres, mas, antes e ainda mais, com as relações de gratuidade, de misericórdia e de comunhão", restabelecendo "os relacionamentos destruídos pela violência".

"No passado, a própria Igreja se projetou nas estruturas estatais - cuius regio, eius religio -, mas agora entendemos a real e saudável separação (ainda que complexa!) das relações entre a Igreja e o Estado", disse o purpurado.

Cinco dimensões

O cardeal Turkson resumiu seu enfoque da Caritas in veritate em cinco "dimensões" da pastoral social: "começar com uma atitude realista; basear o trabalho em valores fundamentais; com confiança, assumir novas responsabilidades; estar abertos a uma profunda renovação cultural; e comprometer-se em trabalhar com coerência e consistência".

"O primeiro passo é começar com uma atitude realista, enfrentando os desafios do nosso tempo, não de respostas prontas ou ideologias simplistas, mas com a Palavra de Deus como nossa chave de discernimento", explicou.

Neste sentido, criticou aqueles que "preferem permanecer passivos, na esperança de que as coisas tomem um novo rumo, para depois poderem se lamentar livremente", acrescentando que "é preciso um esforço real para manter-se na leitura dos sinais dos tempos; é nossa responsabilidade cristã fazê-lo com equilíbrio e inteligência".

O segundo é o "trabalho baseado em valores fundamentais, uma nova visão do futuro, que só pode começar com nós mesmos e, portanto, esta segunda dimensão pode ser adequadamente chamada de conversão".

Neste sentido, lembrou que a Escritura "ilumina a existência humana e leva a consciência a rever em profundidade a própria vida, pois toda a história da humanidade está sob o juízo de Deus".

Em terceiro lugar, exortou a enfrentar, "com confiança, mais do que com resignação", as novas responsabilidades, assumindo-as com uma "nova vocação e missão".

A visão cristã "está plenamente informada pelo plano salvífico de Deus para o mundo - como indicado nas Escrituras", explicou.

Quanto à quarta dimensão, a de estar abertos a uma profunda renovação cultural, o cardeal reconheceu que "está muito difundido o ser negativo, niilista, pessimista - o que não só nos deixa fora de alcance, senão que também nos ausenta de ambas as histórias, a humana e a divina".

Quanto a isso, acrescentou, os cristãos "acreditam fortemente que um mundo mais justo e pacífico é possível e, portanto, nós mesmos temos de ser instrumentos de reconciliação e de paz".

Finalmente, o cardeal Turkson falou da necessidade de "novas formas de compromisso, com coerência e consistência".

"A dignidade humana é uma característica impressa por Deus Criador em sua criatura, assumida e redimida por Jesus Cristo através da sua encarnação, morte e ressurreição. Por isso, a propagação da Palavra de Deus reforça a afirmação e o respeito por esses direitos", sublinhou.

"O próprio compromisso de Deus com o mundo, através da Palavra, deve ser levado a cabo da melhor forma possível, pelo nosso empenho competente e generoso com os pobres de tantas pobrezas às quais devemos combater, nosso empenho a favor da reconciliação, da justiça e da paz", concluiu.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

As funções da Equipe de liturgia


As funções que cada membro da equipe de liturgia exerce na celebração são de extrema importância para a realização da missa. A partir da orientação do pároco e dos livros litúrgicos, as cerimônias devem ser preparadas de tal modo a colaborar para que o cristão celebre a sua fé.

Cada ministro tem uma função importante para a celebração, e deve estar atento às orientações pastorais e espirituais do pároco e dos livros litúrgicos.

O católico que pratica verdadeiramente sua religião participa de todas ou quase todas as ações litúrgicas existentes na comunidade. E claro, a principal delas é a missa. Mas apesar de estar presente todos os domingos nas celebrações, há muitas pessoas que desconhecem os termos e a existência de algumas funções no rito da missa. Mas, que tarefas cada membro da equipe litúrgica realiza para que a missa se realize?

Primeiramente, quando falamos em liturgia, falamos do exercício do sacerdócio de Jesus Cristo, onde, através de sinais sensíveis, se realiza a santificação da humanidade. A celebração litúrgica é de extrema importância na vida da Igreja, é a ação mais sagrada e eficaz. Mas não basta participar das celebrações litúrgicas: é preciso que o cristão esteja bem disposto para celebrar a sua fé, sintonizando o seu coração com as palavras ditas ou cantadas. Para que haja um alto nível de participação dos fiéis na liturgia da missa, é necessário que os pastores da vida espiritual, ou seja, a equipe responsável pelo acontecimento da missa, esteja bem preparada. O padre não é o único responsável pela celebração litúrgica. A ele compete o ministério da presidência, porém, junto dele estão diversos outros serviços.

O acólito, por exemplo, é instituído para o serviço do altar e para ajudar o sacerdote e o diácono. Sua função principal é a preparação do altar e dos vasos sagrados e, se for necessário, distribuir aos fiéis a Eucaristia quando o ministério do acolitato tiver sido instituído pelo bispo ou pelo pároco. Na falta dos acólitos, outros ministros leigos podem levar a cruz, as velas, o pão, o vinho e a água.

O leitor, além de proclamar as leituras da Sagrada Escritura, com exceção do Evangelho, pode também recitar o salmo, mas, na existência do salmista, é este quem se se responsabiliza em cantá-lo. Para que a celebração tenha mais expressividade, há o ministério de música, encarregado de dirigir e sustentar o canto do povo, bem como dar maior solenidade aos ritos sagrados.É importante repetir isso: “dirigir e sustentar o canto” da comunidade, não cantar sozinho ou fazer um show. As equipes de liturgia também contam com colaboração do animador, que recepciona os fiéis no início da celebração, fazendo breves explicações a fim de acolher e introduzir a todos no mistério celebrado. Há também os encarregados de fazer o recolhimento dasofertas e a equipe de acolhida, pessoas responsáveis por receber os fiéis à porta da igreja.

As funções litúrgicas são de extrema importância para a realização da missa, cada membro e cada equipe desenvolvem tarefas que estão sob a orientação do pároco e seguindo as orientações dos livros litúrgicos. Nem todas as celebrações de nossa paróquia contam com todas as funções descritas acima. Não é porque não se queira têlas: faltam corações generosos para se comprometer a prestar esse serviço nas celebrações de nossas comunidades.

Livro conta história de colaborador de João Paulo II


VARSÓVIA, segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - “Testemunhas do grande Papa” é o título do livro do cardeal Stanislaw Nagy, impresso pelo semanário católico polonês “Niedziela”.

O livro não é só o testemunho sobre João Paulo II. É também um retrato do padre Tadeusz Styczeń, destacado filósofo e estudioso de ética que acompanhou João Paulo II durante muitos anos, colaborando também com a Universidade Pontifícia Lateranente.

A primeira parte do livro inclui as experiências do cardeal Satnislaw Nagy, de monsenhor Ireneusz Skubiś, redator chefe de “Niedziela”, e de Andrzej Szostek sobre a vida e obra científica de Tadeusz Styczeń (1931-2010).

“A partir da amizade que me unia a Styczeń, quis publicar meu livro para falar do papel que ele desempenhou durante pontificado de João Paulo II”, escreve o cardeal Nagy.

Já a segunda parte do livro apresenta os ensinamentos e pontos de vista do cardeal Nagy sobre a vida e as atividades de João Paulo II.

O cardeal Nagy acompanhou João Paulo II em seus escritos, em várias fases de sua vida, assim como nos ensinamentos. No texto, descreve também as visitas pastorais do Papa polonês. O livro conclui com um capítulo sobre o início do pontificado de Bento XVI.

A publicação inclui fotografias dos arquivos do cardeal Nagy, da província polonesa da Congregação do Sagrado Coração de Jesus e do arquivo familiar de Tadeusz Styczeń.

O cardeal Stanislaw Nagy nasceu em 1921, em Bieruń, Alta Silésia. Durante 50 anos, ensinou teologia em Satdniki, em Tarnów e na Universidade Católica de Lublin. Foi docente também na Academia Pontifícia de Teologia de Cracóvia. João Paulo II o nomeou cardeal em 2003.

(Mariusz Frukacz)

“Mãe Clara” será beatificada em maio

ROMA, segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - A beatificação da irmã Maria Clara do Menino Jesus (1843-1899) vai-se realizar no dia 21 de maio, no Estádio do Restelo, em Lisboa.

Foi o que anunciou nesta segunda-feira a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC), fundada pela futura beata, segundo informa Agência Ecclesia.

Por meio de comunicado, a congregação afirma que espera “um significativo número de participantes, não só de Portugal, como delegações dos 14 países” onde se encontra esta realidade.

O processo de beatificação alcançou seu ponto culminante no dia 10 de dezembro de 2010, quando Bento XVI assinou o Decreto de aprovação do milagre atribuído à intercessão da Irmã Maria Clara. Trata-se de um evento de cura de uma católica espanhola, Georgina Troncoso Monteagudo, afetada por um grave problema de pele.

Libânia do Carmo Galvão Meixa de Moura Telles e Albuquerque nasceu na Amadora, em Lisboa, a 15 de junho de 1843. Recebeu o hábito de Capuchinha, em 1869, escolhendo o nome de Irmã Maria Clara do Menino Jesus.

A futura beata foi enviada a Calais (França), a 10 de fevereiro de 1870, para fazer o noviciado, na intenção de fundar, depois, em Portugal, uma nova Congregação.

Abriu a primeira comunidade da CONFHIC em S. Patrício - Lisboa, no dia 3 de maio de 1871 e, cinco anos depois, a 27 de março de 1876, a Congregação foi aprovada pela Santa Sé.

A “Mãe Clara”, como é popularmente conhecida, morreu em Lisboa, no dia 1 de dezembro de 1899.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Coroinhas


O que é preciso para ser um coroinha?

Para ser coroinha, não são necessários muitos requisitos. Basta fazer o seguinte:
•ter vontade de ajudar e aprender as funções;
•ser disponível para DEUS e para a comunidade;
•espírito sensível: estar atento às necessidades;
•espírito de equipe: ninguém constrói nada sozinho, muito menos a Igreja e o reino de Deus. Portanto, no grupo de coroinhas não deve haver competição, mas entreajuda, companheirismo e amizade;
•esforçar-se para ser bom, procurando viver o que Jesus ensinou, é preciso esforço para ser bom em casa, na escola e participar para valer da vida da comunidade,
•e o principal: espírito de fé: a celebração eucarística é o momento mais forte da vida da comunidade. É ali que todos celebramos nossas vidas, nossas lutas pela justiça e a fraternidade. Por isso, o coroinha não está no altar como se estivesse fazendo um teatro. Ele esta ali para ajudar a comunidade a rezar. Assim, deve participar da celebração com atenção e piedade.

Ministros da Eucaristia


Assim são chamadas as pessoas que são convidadas e preparadas através de cursos para ajudar os sacerdotes. A função dos ministros é principalmente a de levar a Eucaristia aos enfermos e as pessoas que não tem condições de participar das celebrações da Santa Missa nas Paróquias. Também ajudam o sacerdote a distribuir a Sagrada Comunhão nas missas em que haja grande número de fiéis.

A missão dos ministros da eucaristia deve ser:

•Participação constante nas celebrações de toda comunidade;
•Vida Eucarística na Igreja e na vida social;
•União com Cristo pela palavra, leitura e reflexão da palavra de Deus.


Também é função do ministro da Eucaristia cuidar dos objetos sagrados como o sacrário, a âmbula, o altar, o cálice. É preciso cuidar para que esteja perfeito e bem cuidado. Tudo com muito carinho, amor e respeito. O ministro deve se preocupar em sempre usar trajes dignos de sua missão, de fazer uma breve adoração ao chegar ao altar, fazer genuflexão ao abrir e fechar o sacrário. Os ministros da Comunhão Eucarística devem colocar seu ministério acima de tudo, isto implica disponibilidade e presteza. Deve saber que ao transportar a Eucaristia para as pessoas enfermas deve lembrar que neste momento ele se transforma em um sacrário vivo. Por isso deverá fazê-lo respeitosamente e durante o trajeto procurar fazer orações e estar sempre em adoração.

O padroeiro dos ministros da Comunhão Eucarística é São Tarcísio. Sua figura e história tão comovente desperta em nós o devoto acolhimento do augusto mistério do Cristo presente entre nós na Eucaristia.