Aconteceu nos dias 15 e 16 a reunião do Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB (Consep), em Brasília. Esta reunião teve o intuito de avaliar a Campanha da Fraternidade 2009 (CF) “Fraternidade e Segurança Pública” e escolher os temas e lemas para a Campanha de 2011.
“A reunião acontece todos os anos e tem como finalidade avaliar a campanha do ano corrente, apresentar a campanha do ano seguinte e a escolha do tema e do lema para a campanha de dois anos depois”, afirmou o secretário executivo da CF, padre José Adalberto Vanzella.
Ficou escolhido então que em 2011 o tema será “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto”. E em 2010, a Campanha será ecumênica e terá como tema “Economia e vida” e lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”, escolhido no ano passado.
A avaliação da CF 2009 é feita pelo Consep, juntamente com os responsáveis pela Campanha da Fraternidade nos Regionais e pelos assessores da CNBB.
O padre José Vanzella, apresentou os números da avaliação colhidos a partir de questionários enviados às dioceses e regionais. A análise dos dados, enviados pela internet, teve o auxílio da professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Maria Valéria. O resultado mostra que a Campanha foi realizada com êxito e que a Via Sacra foi um dos subsídios mais usados pelas paróquias.
Uma preocupação do Consep foi o baixo número de dioceses que participaram da avaliação, apenas 17% respondendo ao questionário. Segundo padre Vanzella, esse número aumentou em relação ao ano passado.
Ainda de acordo com o padre Vanzella, após a escolha dos temas o próximo passo será a realização de um seminário que acontecerá nos dias 10 e 11 de setembro, na sede da CNBB em Brasília, para estabelecer os assuntos e as estruturas para a Campanha de 2011 e, posteriormente, apresentá-las para aprovação dos bispos.
Fonte: CNBB
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Renovação Carismática Católica

A renovação carismática, inicialmente conhecida como movimento católico pentecostal, ou católicos pentecostais, surgiu em 1966, quando Steve Clark, da Universidade de Duquesne em Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Unidos, durante o Congresso Nacional de "Cursilhos de Cristandade", mencionou o livro "A Cruz e o Punhal", do pastor John Sherril, sobre o trabalho do pastor David Wilkerson com os drogados de Nova York, falando que era um livro que o inquietava e que todos deveriam lê-lo.
Em 1966, católicos da Universidade de Duquesne reuniam-se para oração e conversas sobre a fé. Eram católicos dedicados a atividades apostólicas, mas, ainda assim, insatisfeitos com a sua experiência religiosa. Em razão disso, decidiram começar a orar para que o Espírito Santo se manifestasse neles. Querendo vivenciar a experiência com o Espírito, foram ao encontro de William Lewis, sacerdote da Igreja Episcopal Anglicana, que por sua vez os levou até Betty de Shomaker, que fazia em sua casa uma reunião de oração pentecostal.
Em 13 de janeiro de 1967, Ralph Keiner, sua esposa Pat, Patrick Bourgeois e Willian Storey vão à casa de Flo Dodge, paroquiana Anglicana de William Lewis, para assistir a reunião. Em 20 de janeiro assistem mais uma reunião e suplicam que se ore para que eles recebam o "Batismo no Espírito Santo". Ralph recebe o suposto dom de línguas (fenômeno chamado no meio acadêmico de glossolalia). Na semana seguinte, a fevereiro de 1967, Ralph impõe as mãos para que os quatro recebam o denominado batismo no Espírito.
Em janeiro de 1967, Bert Ghezzi comunica a universitários de Notre Dame, South Bend, Indiana o que teria ocorrido em Pittsburgh. Em fevereiro, antes do retiro de Duquesne, Ralph Keifer vai a Notre Dame e conta suas experiências. Em quatro de março, um grupo de estudantes se reúne na casa de Kevin e Doroth Ranaghan. Um professor de Pittsburgh partilha a experiência de Duquesne, e em 5 de março de 1967 o grupo pede a imposição de mãos para receber o Espírito Santo.
Após a Semana Santa, realizou-se um retiro em Notre Dame para discernir o que seu Deus supostamente estaria querendo com essas manifestações. Participam professores, alunos e sacerdotes. 40 pessoas de Notre Dame e 40 da Universidade de Michigan, entre os quais Steve Clark e Ralph Martin, que em 1976 iriam para a Universidade de Michigan, em Ann Arbor.
RCC no Brasil
Adoração ao Santíssimo com Pregador Roberto Tannus da RCC.No Brasil a Renovação Carismática teve origem na cidade de Campinas, SP, através dos padres Haroldo Joseph Rahm e Eduardo Dougherty (2).
Os rumos que a Renovação Carismática tomará a partir de Campinas serão diversos, expandindo-se rapidamente pela maioria dos Estados brasileiros. Entre algumas informações disponíveis encontramos as de Dom Cipriano Chagas que registra:
Em 1970 e 71 iniciou-se a Renovação em Telêmaco Borba, no Paraná, com Pe. Daniel Kiakarski, que a conhecera nos Estados Unidos também em 1969.
Em 1972 e 1973 Pe. Eduardo, de novo no Brasil, deu vários retiros e iniciou grupos de oração. Assim foi, por exemplo, em Belo Horizonte, em 1972, com um grupo pequeno de 8 ou 9 pessoas.
Em janeiro de 1973 o Pe. George Kosicki, CSB, que havia muito participava ativamente da Renovação nos Estados Unidos, veio a Goiânia para um retiro carismático de uma semana. A ele compareceram D. Matias Schmidt, atual bispo de Rui Barbosa, na Bahia, e vários padres e religiosas, que iriam iniciar grupos de oração em Anápolis, Brasília, Santarém, Jataí, etc.
Em 1973, perto de Miranda, no Mato Grosso, um pequeno grupo começou a ler o livro Sereis Batizados no Espírito e a rezar pedindo o dom do Espírito. Um mês mais tarde veio a eles o Pe. Clemente Krug, redentorista, que conhecera a Renovação em Convent Station, New Jersey; orando com eles, receberam o denominado “batismo no Espírito” e o suposto dom de línguas.
Em geral, pois, pode-se dizer que os grupos de oração surgidos em inúmeras cidades do Brasil tiveram sua origem seja nas “Experiências de Oração no Espírito Santo” do Pe. Haroldo Rahm, SJ, seja nos retiros dados pelos padres Eduardo Dougherty, SJ e George Kosicki, CSB.
Em vista da extensão que tomava a Renovação no Brasil, o Pe. Eduardo Dougherty, sentindo a necessidade de uma melhor organização, preparou com o Pe. Haroldo Rahm e Irmã Juliette Schuckenbrock, CSC, um encontro de fim de semana em Campinas, que foi o I Congresso Nacional da Renovação Carismática no Brasil em meados de 1973, ao qual compareceram cerca de 50 líderes.
Em janeiro de 1974 foi realizado o II Congresso Nacional da Renovação Carismática, comparecendo lideres de Mato Grosso, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, etc. (3).
Em outras regiões a Renovação Carismática começa a crescer, a partir de 1974: no Norte a diocese de Santarém com Frei Paulo, em Anápolis, no Centro Oeste, com Frei João Batista Vogel, no Sul de Minas, com Mons. Mauro Tommasini na Aquidiocese de Pouso Alegre. Também colaboram como divulgadores: Pe. Schuster, Dr. Jonas e Sra. Imaculada Petinnatti, Peter e Ingrid Orglmeister, D. Cipriano Chagas, Pe. Alírio Pedrini, Frei Antônio, Ir. Tarsila, Maria Lamego, Ir. Stelita (4).
No início, a Renovação atingiu os líderes já engajados em movimentos como Cursilho, Encontros de Juventude, TLC, etc, e foi se ampliando gradativamente como uma nova “onda” de doutrinação com identidade própria (5).
Em 1972, Pe. Haroldo escreve o livro Sereis batizados no Espírito (6), onde explica o que vem a ser o “Pentecostalismo Católico”. Sendo uma das primeiras obras publicadas no país sobre o movimento, trazia orientações para a realização dos retiros de “Experiência de Oração no Espírito Santo”, que muito colaboraram para o surgimento de vários grupos de oração.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
OS 7 PECADOS CAPITAIS NAS ORGANIZAÇÕES

Pensar a empresa seguindo determinado paradigma é útil e adequado, mas pensá-la em termos de valores parece ampliar bastante esta visão e com isso podemos perceber com mais clareza os fatores que influenciam a motivação,isto é, o quanto as pessoas se dão para a empresa.
Percebi que a maioria dos fatos que aconteciam e freavam o crescimento das pessoas na empresa eram os 7 Pecados Capitais.A idéia de pecado não tem conotação religiosa. Pecar vem de "pecare"que significa "errar de alvo ". Sempre que "pecamos", erramos de alvo.
Conhecer quais são os 7 pecados capitais , suas consequências nas organizações , nos relacionamentos e exemplificá-los é o objetivo desta reflexão.
A IRA : Tem como sinônimos a raiva, a cólera, agressividade exagerada. Se pararmos para observar, encontraremos nas empresas várias cenas que ilustram esse pecado. As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve". Como ficaria esta atitude em termos de gestão ? Como será o processo de tomada de decisão sob o impacto da ira ? Certamente o mais destrutível possível, com ranço de autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.. Uma maneira de detectarmos a manifestação da ira é observar a destruição do patrimônio da empresa bem como a expressão facial das pessoas. Por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira,de perder espaço,etc. Ao invés de tremer as pessoas atacam para defender-se de seus fantasmas.
A GULA : No sentido literal, gula é o excesso no comer e beber,na sua simbologia maior significa voracidade.A característica da gula é engolir e não digerir.A gula pode ser entendida como gula intelectual inclusive, o sentido que está por trás da gula é o de estar funcionando abaixo das nossas , potencialidades.
A sensação é de que não estamos fazendo tudo que o nosso potencial permite, que estamos vivendo sem atender nossas expectativas.
A atitude mental básica é : necessito aprender tudo.
Um exemplo da gula nas organizações é quando compram-se equipamentos de última geração desnecessariamente ou quando os gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.
A gula vai influenciar tanto nos relacionamentos quanto na produtividade das pessoas.
A INVEJA: É o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .O slogan que define a inveja é : Ele é mais do que eu, também quero" a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.
Nas organizações podemos entender quando não há apoio das chefias para determinados projetos, quando alguém tenta apagar o seu "brilho", vemos também a procrastinação e os processos de "fritura", geralmente quando o discurso é de um jeito e as ações não são coerentes com ele.
Esses pecados não são claros , não são declarados .
O que deixa a inveja bem caracterizada é a sua expressão pelo comportamento não verbal, o olhar, principalmente.
Não devemos confundir a competição com a inveja. Esta última é um sentimento negativo que pode transformar o processo de competição em algo destrutivo.
O ORGULHO: É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que "Eu sou melhor que os outros" por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto passando inclusive por cima de padrões éticos e vendo os outros colaboradores ou colegas minimizados. Podemos criar a imagem de pavões relacionando-se na empresa o que certamente trás resultados desastrosos. Podemos citar o exemplo de gestores que tomam determinadas decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais mas com o único objetivo de dar vazão a este sentimento.
A AVAREZA : Define-se como estar excessivamente apegado a alguma coisa levando a um grande medo de faltar, uma percepção de escassez. A avareza pode ser percebida no cotidiano das empresas levando ao slogan: "Não tenho confiança em ninguém" logo terei avareza com as informações que me chegam as mãos, com a expressão dos sentimentos e opiniões em relação aos projetos que estou envolvido, etc. Economizo pensamentos, sentimentos e ações pois não consigo lidar com a diversidade, com a transparência entrando num clima defensivo. Em termos de gestão de pesssoas podemos apontar a tendência a centralização como gesto avarento nas organizações.
A PREGUIÇA: É definida como aversão ao trabalho, negligência. Este sentimento faz com que as pessoas desqualifiquem os problemas e a possibilidade de solução destes. A preguiça não se resume na preguiça física mas também na preguiça de pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é "Não necessito aprender nada", levando a um movimento freador das idéias e ações dentro das organizações que no cotidiano e traduzido pelo "deixa para depois".
A LUXÚRIA: É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. Nas empresas este pecado é identificado pelo assédio sexual: em nome da posição hierárquica "Desfruto do poder de dominar." Aparece com isso a grande dificuldade de relacionamento entre homens e mulheres nos ambientes organizacionais, reforçando heranças culturais arraigadas bem como dificuldades emocionais de expressar a afetividade de forma saudável.
Faz-se necessário perceber de forma ampliada os fatores que influenciam a gestão de pessoas nas organizações e o seu grau de maturidade para compreender melhor os processos decisórios, a motivação e a qualidade de relacionamento.
Os fatores culturais, os paradigmas administrativos bem como a saúde emocional das pessoas que trabalham juntas parecem somarem-se num todo coerente e explicativo para o grau de desempenho e competências exigidos no modelo de gestão atua.
Os sentimentos envolvidos nos Pecados Capitais por si só não são negativos. O negativo é alimentá-los e agir sob o efeito deles não combatendo-os nem trazendo novas alternativas de comportamento, minando com isso o crescimento e o fortalecimento das competências dentro das organizações.
Percebi que a maioria dos fatos que aconteciam e freavam o crescimento das pessoas na empresa eram os 7 Pecados Capitais.A idéia de pecado não tem conotação religiosa. Pecar vem de "pecare"que significa "errar de alvo ". Sempre que "pecamos", erramos de alvo.
Conhecer quais são os 7 pecados capitais , suas consequências nas organizações , nos relacionamentos e exemplificá-los é o objetivo desta reflexão.
A IRA : Tem como sinônimos a raiva, a cólera, agressividade exagerada. Se pararmos para observar, encontraremos nas empresas várias cenas que ilustram esse pecado. As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve". Como ficaria esta atitude em termos de gestão ? Como será o processo de tomada de decisão sob o impacto da ira ? Certamente o mais destrutível possível, com ranço de autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.. Uma maneira de detectarmos a manifestação da ira é observar a destruição do patrimônio da empresa bem como a expressão facial das pessoas. Por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira,de perder espaço,etc. Ao invés de tremer as pessoas atacam para defender-se de seus fantasmas.
A GULA : No sentido literal, gula é o excesso no comer e beber,na sua simbologia maior significa voracidade.A característica da gula é engolir e não digerir.A gula pode ser entendida como gula intelectual inclusive, o sentido que está por trás da gula é o de estar funcionando abaixo das nossas , potencialidades.
A sensação é de que não estamos fazendo tudo que o nosso potencial permite, que estamos vivendo sem atender nossas expectativas.
A atitude mental básica é : necessito aprender tudo.
Um exemplo da gula nas organizações é quando compram-se equipamentos de última geração desnecessariamente ou quando os gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.
A gula vai influenciar tanto nos relacionamentos quanto na produtividade das pessoas.
A INVEJA: É o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .O slogan que define a inveja é : Ele é mais do que eu, também quero" a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.
Nas organizações podemos entender quando não há apoio das chefias para determinados projetos, quando alguém tenta apagar o seu "brilho", vemos também a procrastinação e os processos de "fritura", geralmente quando o discurso é de um jeito e as ações não são coerentes com ele.
Esses pecados não são claros , não são declarados .
O que deixa a inveja bem caracterizada é a sua expressão pelo comportamento não verbal, o olhar, principalmente.
Não devemos confundir a competição com a inveja. Esta última é um sentimento negativo que pode transformar o processo de competição em algo destrutivo.
O ORGULHO: É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que "Eu sou melhor que os outros" por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto passando inclusive por cima de padrões éticos e vendo os outros colaboradores ou colegas minimizados. Podemos criar a imagem de pavões relacionando-se na empresa o que certamente trás resultados desastrosos. Podemos citar o exemplo de gestores que tomam determinadas decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais mas com o único objetivo de dar vazão a este sentimento.
A AVAREZA : Define-se como estar excessivamente apegado a alguma coisa levando a um grande medo de faltar, uma percepção de escassez. A avareza pode ser percebida no cotidiano das empresas levando ao slogan: "Não tenho confiança em ninguém" logo terei avareza com as informações que me chegam as mãos, com a expressão dos sentimentos e opiniões em relação aos projetos que estou envolvido, etc. Economizo pensamentos, sentimentos e ações pois não consigo lidar com a diversidade, com a transparência entrando num clima defensivo. Em termos de gestão de pesssoas podemos apontar a tendência a centralização como gesto avarento nas organizações.
A PREGUIÇA: É definida como aversão ao trabalho, negligência. Este sentimento faz com que as pessoas desqualifiquem os problemas e a possibilidade de solução destes. A preguiça não se resume na preguiça física mas também na preguiça de pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é "Não necessito aprender nada", levando a um movimento freador das idéias e ações dentro das organizações que no cotidiano e traduzido pelo "deixa para depois".
A LUXÚRIA: É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. Nas empresas este pecado é identificado pelo assédio sexual: em nome da posição hierárquica "Desfruto do poder de dominar." Aparece com isso a grande dificuldade de relacionamento entre homens e mulheres nos ambientes organizacionais, reforçando heranças culturais arraigadas bem como dificuldades emocionais de expressar a afetividade de forma saudável.
Faz-se necessário perceber de forma ampliada os fatores que influenciam a gestão de pessoas nas organizações e o seu grau de maturidade para compreender melhor os processos decisórios, a motivação e a qualidade de relacionamento.
Os fatores culturais, os paradigmas administrativos bem como a saúde emocional das pessoas que trabalham juntas parecem somarem-se num todo coerente e explicativo para o grau de desempenho e competências exigidos no modelo de gestão atua.
Os sentimentos envolvidos nos Pecados Capitais por si só não são negativos. O negativo é alimentá-los e agir sob o efeito deles não combatendo-os nem trazendo novas alternativas de comportamento, minando com isso o crescimento e o fortalecimento das competências dentro das organizações.
domingo, 4 de julho de 2010
Os Sacramentos
Definições
O catecismo católico define sacramento como um sinal exterior instituído por Cristo para produzir uma graça interna. A Igreja Católica administra sete sacramentos e os discutiremos na ordem em que uma pessoa normalmente os receberia:
Batismo
Batismo é um sacramento que a maioria dos católicos recebe logo após o nascimento. Aos católicos é ensinado que este sacramento lava o pecado, pelo derramamento de água sobre a cabeça do batizando e a invocação do nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É neste ponto que a pessoa recebe graça, torna-se filho de Deus, herdeiro do céu, e membro da Igreja Católica. Os católicos crêem que este batismo remove o pecado original herdado de Adão e Eva e, no caso de um adulto ser batizado, remove também os pecados cometidos por esse indivíduo.
A maioria dos batismos católicos ocorre como parte de uma cerimônia formal, dirigida por um padre. Quando uma criança nasce, os pais escolhem um homem e uma mulher para serem padrinhos da criança. Essas pessoas concordam em ajudar os pais no treinamento espiritual da criança e, na eventualidade de morte dos pais, eles concordam em criar a criança como um católico fiel. Os pais também escolhem um nome de santo para a criança. Além da água derramada sobre a cabeça da criança, o padre também coloca sal na boca da criança para representar purificação e preservação. Outros atos tradicionais incluem ungir com crisma e óleo, segurando uma vela acesa, e a profissão de fé, que é dita pelos pais e padrinhos da criança.
Em certas instâncias, o sacramento do batismo é ministrado de modo diferente. Numa emergência médica, qualquer pessoa leiga pode efetuar um batismo. Também, parece que algumas paróquias conduzem a cerimônia de modo diferente. Poucos anos atrás, meu cunhado decidiu tornar-se católico, e foi imerso, em vez de receber água derramada sobre sua cabeça. Nos Estados Unidos, certas regiões diferem no modo como praticam a doutrina da Igreja Católica.
Confissão
O sacramento da Confissão é também chamado Penitência. Este sacramento é como um católico recebe perdão por aqueles pecados que ele tiver cometido depois do Batismo. A confissão compreende três aspectos: ì contrição ou tristeza pelos pecados cometidos; í confissão voluntária desses pecados a um sacerdote e î Penitência que envolve certas preces ou outros atos determinados pelo sacerdote, com a intenção de fazer expiação a Deus.
Santa Comunhão
O sacramento da Santa Comunhão também é conhecido como Santa Eucaristia. Ensinaram-me que o sacramento da Comunhão era a parte mais significativa da celebração da Missa. Dá-se ênfase ao sacrifício que Cristo fez por sua igreja e os católicos acreditam que recebem graça quando recebem o corpo e o sangue de Jesus Cristo na aparência de pão e vinho. Transubstanciação é o termo usado para descrever a mudança do pão e do vinho no verdadeiro corpo e sangue de Cristo. Este sacramento comemora a união do povo de Deus com seu Salvador. Na maioria das paróquias, é prática comum ministrar somente o corpo de Cristo na comunhão. O sangue de Cristo é ministrado muito raramente e somente em dias santos especiais.
Crisma
Aos doze anos de idade ou mais, o católico recebe o sacramento do Crisma ou Confirmação, que é ministrado usualmente por um bispo. O recipiente do sacramento escolhe um nome de santo e um fiel católico como padrinho. O bispo concede graça ao recipiente ungindo-o com crisma na testa e batendo-lhe levemente no rosto. O propósito deste sacramento é reforçar a fé da pessoa.
Ordens Sacras
Ordens Sacras é o sacramento pelo qual padres e bispos são ordenados. Homens que freqüentaram o seminário recebem o poder do sacerdócio e lhes é conferida graça que os capacita a praticar as responsabilidades de oficiar a Missa, conduzir as paróquias da Igreja Católica, e outros deveres especiais.
Matrimônio
O sacramento do Matrimônio é dado a um homem e uma mulher quando são unidos como esposo e esposa e a graça é recebida por eles para cumprirem obedientemente as responsabilidades que esta nova relação cria. Na maioria dos casos um padre oficia a cerimônia de casamento, contudo, com permissão especial, um católico pode ser casado por um ministro de outra denominação.
Unção dos Enfermos
O sacramento da Unção dos Enfermos é ministrado àqueles católicos que estão em perigo de morte. O propósito do sacramento é restaurar a saúde da pessoa e absolver o indivíduo de qualquer pecado remanescente. Ele também serve como preparação para a morte. Um padre ora e unge a pessoa doente com azeite que foi benzido por um bispo. O sacramento também é conhecido como Extrema Unção, Últimos Ritos ou Última Bênção. Este é o único sacramento que nunca recebi nem testemunhei, por isso me refiro ao Dicionário Enciclopédido da Nova Bíblia Americana, publicado pelos editores da Bíblia Católica, para mais explicação. A bênção é dada a uma pessoa que está morrendo e que tenha feito um Ato de Contrição e que tenha confessado o Nome Santo. É usada a fórmula do Papa Benedito XIV; a bênção não pode ser dada a um moribundo que foi excomungado, a um impenitente, ou quem quer que esteja morrendo em pecados mortais.
Sacramentos e a Bíblia
A Igreja Católica ensina que a Bíblia é a Palavra de Deus, portanto, eu gostaria de examinar o que a Bíblia tem a dizer sobre os sacramentos que são praticados pela Igreja Católica. A palavra sacramento não aparece na Bíblia, contudo, há lugares nas Escrituras onde vemos atos ou mandamentos que são semelhantes a alguns dos sacramentos. A seguir, vai uma comparação e contraste:
Batismo
A palavra batismo, ou uma forma desta palavra, aparece 96 vezes na Bíblia e o ato do batismo é referido em uns poucos outros lugares, ainda que não pelo nome. Todas estas referências ocorrem no Novo Testamento.
Em comparação, algo do que a Igreja Católica ensina sobre batismo é confirmado pela Bíblia. O batismo foi ordenado por Cristo como parte do modo de fazer discípulos. É um batismo nas águas e seu propósito é para a remissão de pecado. É neste ponto do batismo que uma pessoa obtém salvação e se torna membro da igreja de Cristo. (Veja Mateus 28:19; Marcos 16:16; Atos 2:38,41; Gálatas 3:26,27; e 1 Pedro 3:20,21.)
Em contraste, há várias coisas sobre o batismo católico que não são encontradas nas Escrituras. Estes aspectos são: o batismo de recém-nascidos, o conceito de pecado original e o ato da aspersão, em vez da imersão.
Todas as ocasiões de batismo relatadas nas Escrituras envolvem adultos. De modo a ser batizada, cada pessoa tinha que confessar sua fé que Jesus é o Filho de Deus e arrepender-se de seus pecados. Não há exemplos de crianças pequenas sendo batizadas porque elas são incapazes desses dois atos.
A Bíblia não ensina o conceito de "pecado original". O batismo é o ponto em que a pessoa recebe o perdão se seus próprios pecados. No capítulo 18 do livro de Ezequiel, Deus explicou ao profeta que cada pessoa é tida como responsável por seus próprios pecados e as pessoas não podem ser responsabilizadas pelos pecados de seus ascendentes. Meu entendimento das Escrituras a respeito do assunto é que todos os seres humanos sofrem as conseqüências físicas do pecado de Adão e Eva sendo separados da árvore da vida, mas Deus não responsabiliza ninguém pelos pecados de outros, inclusive os de Adão e Eva.
A palavra "batismo" nas Escrituras, quando traduzida literalmente, significa "consistente de processos de imersão, submersão e emersão (de bapto, mergulhar)" (W.E. Vine, Dicionário Expositivo de Palavras do Velho e do Novo Testamento). Os batismos que aconteceram quando Jesus e os apóstolos estavam na terra não foram uma aspersão ou derramamento de água. Os crentes que foram batizados foram inteiramente imersos em água. João, por exemplo, batizava numa parte do rio Jordão que tinha muita água (João 3:23), capacitando-o a imergir completamente aqueles que vinham a ele. O capítulo 6 da carta de Paulo aos Romanos explica o simbolismo da imersão. "Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte? Pelo batismo fomos sepultados com ele na morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos por meio da glória do Pai, assim também nós possamos caminhar numa vida nova" (6:3-4). Quando uma pessoa é abaixada na água e coberta, isso é muito parecido com um sepultamento. Quando essa mesma pessoa é levantada da água, é como uma ressurreição dos mortos. O batismo é o ponto no qual uma pessoa morre para o pecado e começa uma nova vida espiritual.
Confissão
O ato de confessar pecado é parte tanto do Velho como do Novo Testamento. Sob a velha aliança, os sacerdotes e guias confessavam seus próprios pecados e os pecados do povo a Deus (Levítico 16:21; Esdras 10:1, 11; Neemias 9:2, 3). Freqüentemente, esta confissão era ligada com os dias santos ou com os sacrifícios individuais pelo pecado. As pessoas também confessavam seus próprios pecados diretamente a Deus, em oração, ou os confessavam uns aos outros (Números 5:7; Josué 7:19-21; Daniel 9:4,5,20).
Sob a nova aliança as pessoas foram mandadas confessar seus pecados umas às outras (Tiago 5:16) e foram asseguradas de que Deus as perdoaria (1 João 1:9). Sob a nova aliança, o povo não confessa seus pecados aos sacerdotes, porque não havia nenhuma classe especial de sacerdotes na igreja no Novo Testamento. Em sua primeira carta, Pedro, o apóstolo, esclareceu que todos os cristãos são parte do santo sacerdócio que oferece sacrifícios espirituais aceitáveis por Deus, através de Cristo Jesus (1 Pedro 2:5). A confissão mencionada nas Escrituras também não parece ter sido parte de qualquer cerimônia em particular.
Santa Comunhão
O sacramento da Santa Comunhão tem suas raízes nas Escrituras. Conforme mencionado na missa, Jesus instituiu este memorial na noite em que foi traído. Ele também instruiu seus discípulos a continuarem esta ceia especial em sua memória. Três das narrativas dos evangelhos registram este evento significativo: Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:14-20. Em sua primeira carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo dá instruções sobre a história e o propósito da Ceia do Senhor (11:23-34). Ele também da orientações sobre a maneira como deve ser recebida.
A Bíblia sugere que os discípulos dos primeiros dias da igreja se reuniam no primeiro dia da semana para partilhar a Ceia do Senhor (Atos 20:7). Tanto o pão como o fruto da videira eram tomados todas as vezes em que participavam desta comemoração da morte de Cristo. A Bíblia não menciona o conceito de transubstanciação.
Crisma
A palavra "crisma" (ou "confirmação") não aparece na Bíblia e eu não posso localizar qualquer cerimônia ou comportamento nas Escrituras que seja comparável com esta prática católica.
Ordens Sacras
O termo Ordens Sacras não aparece na Bíblia, e não há cerimônias ou comportamentos no Novo Testamento que sejam comparáveis com a prática católica de ordenar sacerdotes. Como foi mencionado antes, não havia classe especial de sacerdotes na igreja cristã primitiva.
Nas ocasiões quando evangelistas, aqueles que eram sustentados para pregar a palavra de Deus, saíam para uma jornada, seus colaboradores os despediam com uma "imposição de mãos" (veja, por exemplo, Atos 13:1-3). Esta prática, contudo, não era nenhum tipo de ordenação, mas muito mais parecida com um costume representando uma bênção à obra a ser cumprida.
No Velho Testamento, Deus deu instruções muito especiais sobre como os sacerdotes teriam que assumir seu papel de guias espirituais de Israel. Aquelas práticas, contudo, aplicavam-se somente à fé judaica, porque os deveres sacerdotais estavam ligados diretamente ao serviço no templo, envolvendo sacrifícios de animais e adesão à lei judaica. Estas práticas da velha aliança entre Deus e Israel não são parte da nova aliança entre Jesus e seus seguidores.
Matrimônio
O sacramento do matrimônio não é mencionado na Bíblia. Há ocasiões nas Escrituras quando casamento e bodas são mencionados, mas em nenhuma destas instâncias a união do homem com a mulher é parte de uma cerimônia religiosa. Há mandamentos dados nas Escrituras sobre a necessidade de fidelidade no casamento e os papéis do esposo e da esposa, e o casamento poderia certamente cair dentro dos mandamentos gerais para se obedecerem as leis do governo (Romanos 13:1,2 e 1 Pedro 2:13-17). Além destes regulamentos, a Bíblia não diz como, quando ou porque o casal deverá ser unido. Ela também não indica que qualquer graça especial seja recebida por um casal no dia das suas bodas.
Unção dos Enfermos
A Epístola de Tiago, capítulo 5, versículos 14 e 15 diz: "Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que rezem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado." Isto soa muito semelhante à prática católica de ungir os doentes, contudo, na Bíblia, a oração e a unção são feitas pelos presbíteros, não por um padre.
No Velho Testamento há várias ocasiões em que pessoas que estão próximas da morte dão bênçãos àqueles que permanecerão na terra depois de sua partida; contudo, não há instâncias de uma bênção dada à pessoa que está morrendo.
Resumo
Pelo exame, vimos que alguns dos sacramentos são semelhantes a práticas encontradas nas Escrituras enquanto outros não são de modo algum encontrados nas Escrituras, de forma nenhuma. Descobrimos, também, que além do batismo e da Ceia do Senhor, e unção dos doentes com o propósito de restaurar a saúde, os sacramentos praticados pela Igreja Católica não são registrados nas Escrituras como práticas religiosas formais na igreja cristã primitiva.
O catecismo católico define sacramento como um sinal exterior instituído por Cristo para produzir uma graça interna. A Igreja Católica administra sete sacramentos e os discutiremos na ordem em que uma pessoa normalmente os receberia:
Batismo
Batismo é um sacramento que a maioria dos católicos recebe logo após o nascimento. Aos católicos é ensinado que este sacramento lava o pecado, pelo derramamento de água sobre a cabeça do batizando e a invocação do nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É neste ponto que a pessoa recebe graça, torna-se filho de Deus, herdeiro do céu, e membro da Igreja Católica. Os católicos crêem que este batismo remove o pecado original herdado de Adão e Eva e, no caso de um adulto ser batizado, remove também os pecados cometidos por esse indivíduo.
A maioria dos batismos católicos ocorre como parte de uma cerimônia formal, dirigida por um padre. Quando uma criança nasce, os pais escolhem um homem e uma mulher para serem padrinhos da criança. Essas pessoas concordam em ajudar os pais no treinamento espiritual da criança e, na eventualidade de morte dos pais, eles concordam em criar a criança como um católico fiel. Os pais também escolhem um nome de santo para a criança. Além da água derramada sobre a cabeça da criança, o padre também coloca sal na boca da criança para representar purificação e preservação. Outros atos tradicionais incluem ungir com crisma e óleo, segurando uma vela acesa, e a profissão de fé, que é dita pelos pais e padrinhos da criança.
Em certas instâncias, o sacramento do batismo é ministrado de modo diferente. Numa emergência médica, qualquer pessoa leiga pode efetuar um batismo. Também, parece que algumas paróquias conduzem a cerimônia de modo diferente. Poucos anos atrás, meu cunhado decidiu tornar-se católico, e foi imerso, em vez de receber água derramada sobre sua cabeça. Nos Estados Unidos, certas regiões diferem no modo como praticam a doutrina da Igreja Católica.
Confissão
O sacramento da Confissão é também chamado Penitência. Este sacramento é como um católico recebe perdão por aqueles pecados que ele tiver cometido depois do Batismo. A confissão compreende três aspectos: ì contrição ou tristeza pelos pecados cometidos; í confissão voluntária desses pecados a um sacerdote e î Penitência que envolve certas preces ou outros atos determinados pelo sacerdote, com a intenção de fazer expiação a Deus.
Santa Comunhão
O sacramento da Santa Comunhão também é conhecido como Santa Eucaristia. Ensinaram-me que o sacramento da Comunhão era a parte mais significativa da celebração da Missa. Dá-se ênfase ao sacrifício que Cristo fez por sua igreja e os católicos acreditam que recebem graça quando recebem o corpo e o sangue de Jesus Cristo na aparência de pão e vinho. Transubstanciação é o termo usado para descrever a mudança do pão e do vinho no verdadeiro corpo e sangue de Cristo. Este sacramento comemora a união do povo de Deus com seu Salvador. Na maioria das paróquias, é prática comum ministrar somente o corpo de Cristo na comunhão. O sangue de Cristo é ministrado muito raramente e somente em dias santos especiais.
Crisma
Aos doze anos de idade ou mais, o católico recebe o sacramento do Crisma ou Confirmação, que é ministrado usualmente por um bispo. O recipiente do sacramento escolhe um nome de santo e um fiel católico como padrinho. O bispo concede graça ao recipiente ungindo-o com crisma na testa e batendo-lhe levemente no rosto. O propósito deste sacramento é reforçar a fé da pessoa.
Ordens Sacras
Ordens Sacras é o sacramento pelo qual padres e bispos são ordenados. Homens que freqüentaram o seminário recebem o poder do sacerdócio e lhes é conferida graça que os capacita a praticar as responsabilidades de oficiar a Missa, conduzir as paróquias da Igreja Católica, e outros deveres especiais.
Matrimônio
O sacramento do Matrimônio é dado a um homem e uma mulher quando são unidos como esposo e esposa e a graça é recebida por eles para cumprirem obedientemente as responsabilidades que esta nova relação cria. Na maioria dos casos um padre oficia a cerimônia de casamento, contudo, com permissão especial, um católico pode ser casado por um ministro de outra denominação.
Unção dos Enfermos
O sacramento da Unção dos Enfermos é ministrado àqueles católicos que estão em perigo de morte. O propósito do sacramento é restaurar a saúde da pessoa e absolver o indivíduo de qualquer pecado remanescente. Ele também serve como preparação para a morte. Um padre ora e unge a pessoa doente com azeite que foi benzido por um bispo. O sacramento também é conhecido como Extrema Unção, Últimos Ritos ou Última Bênção. Este é o único sacramento que nunca recebi nem testemunhei, por isso me refiro ao Dicionário Enciclopédido da Nova Bíblia Americana, publicado pelos editores da Bíblia Católica, para mais explicação. A bênção é dada a uma pessoa que está morrendo e que tenha feito um Ato de Contrição e que tenha confessado o Nome Santo. É usada a fórmula do Papa Benedito XIV; a bênção não pode ser dada a um moribundo que foi excomungado, a um impenitente, ou quem quer que esteja morrendo em pecados mortais.
Sacramentos e a Bíblia
A Igreja Católica ensina que a Bíblia é a Palavra de Deus, portanto, eu gostaria de examinar o que a Bíblia tem a dizer sobre os sacramentos que são praticados pela Igreja Católica. A palavra sacramento não aparece na Bíblia, contudo, há lugares nas Escrituras onde vemos atos ou mandamentos que são semelhantes a alguns dos sacramentos. A seguir, vai uma comparação e contraste:
Batismo
A palavra batismo, ou uma forma desta palavra, aparece 96 vezes na Bíblia e o ato do batismo é referido em uns poucos outros lugares, ainda que não pelo nome. Todas estas referências ocorrem no Novo Testamento.
Em comparação, algo do que a Igreja Católica ensina sobre batismo é confirmado pela Bíblia. O batismo foi ordenado por Cristo como parte do modo de fazer discípulos. É um batismo nas águas e seu propósito é para a remissão de pecado. É neste ponto do batismo que uma pessoa obtém salvação e se torna membro da igreja de Cristo. (Veja Mateus 28:19; Marcos 16:16; Atos 2:38,41; Gálatas 3:26,27; e 1 Pedro 3:20,21.)
Em contraste, há várias coisas sobre o batismo católico que não são encontradas nas Escrituras. Estes aspectos são: o batismo de recém-nascidos, o conceito de pecado original e o ato da aspersão, em vez da imersão.
Todas as ocasiões de batismo relatadas nas Escrituras envolvem adultos. De modo a ser batizada, cada pessoa tinha que confessar sua fé que Jesus é o Filho de Deus e arrepender-se de seus pecados. Não há exemplos de crianças pequenas sendo batizadas porque elas são incapazes desses dois atos.
A Bíblia não ensina o conceito de "pecado original". O batismo é o ponto em que a pessoa recebe o perdão se seus próprios pecados. No capítulo 18 do livro de Ezequiel, Deus explicou ao profeta que cada pessoa é tida como responsável por seus próprios pecados e as pessoas não podem ser responsabilizadas pelos pecados de seus ascendentes. Meu entendimento das Escrituras a respeito do assunto é que todos os seres humanos sofrem as conseqüências físicas do pecado de Adão e Eva sendo separados da árvore da vida, mas Deus não responsabiliza ninguém pelos pecados de outros, inclusive os de Adão e Eva.
A palavra "batismo" nas Escrituras, quando traduzida literalmente, significa "consistente de processos de imersão, submersão e emersão (de bapto, mergulhar)" (W.E. Vine, Dicionário Expositivo de Palavras do Velho e do Novo Testamento). Os batismos que aconteceram quando Jesus e os apóstolos estavam na terra não foram uma aspersão ou derramamento de água. Os crentes que foram batizados foram inteiramente imersos em água. João, por exemplo, batizava numa parte do rio Jordão que tinha muita água (João 3:23), capacitando-o a imergir completamente aqueles que vinham a ele. O capítulo 6 da carta de Paulo aos Romanos explica o simbolismo da imersão. "Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte? Pelo batismo fomos sepultados com ele na morte, para que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos por meio da glória do Pai, assim também nós possamos caminhar numa vida nova" (6:3-4). Quando uma pessoa é abaixada na água e coberta, isso é muito parecido com um sepultamento. Quando essa mesma pessoa é levantada da água, é como uma ressurreição dos mortos. O batismo é o ponto no qual uma pessoa morre para o pecado e começa uma nova vida espiritual.
Confissão
O ato de confessar pecado é parte tanto do Velho como do Novo Testamento. Sob a velha aliança, os sacerdotes e guias confessavam seus próprios pecados e os pecados do povo a Deus (Levítico 16:21; Esdras 10:1, 11; Neemias 9:2, 3). Freqüentemente, esta confissão era ligada com os dias santos ou com os sacrifícios individuais pelo pecado. As pessoas também confessavam seus próprios pecados diretamente a Deus, em oração, ou os confessavam uns aos outros (Números 5:7; Josué 7:19-21; Daniel 9:4,5,20).
Sob a nova aliança as pessoas foram mandadas confessar seus pecados umas às outras (Tiago 5:16) e foram asseguradas de que Deus as perdoaria (1 João 1:9). Sob a nova aliança, o povo não confessa seus pecados aos sacerdotes, porque não havia nenhuma classe especial de sacerdotes na igreja no Novo Testamento. Em sua primeira carta, Pedro, o apóstolo, esclareceu que todos os cristãos são parte do santo sacerdócio que oferece sacrifícios espirituais aceitáveis por Deus, através de Cristo Jesus (1 Pedro 2:5). A confissão mencionada nas Escrituras também não parece ter sido parte de qualquer cerimônia em particular.
Santa Comunhão
O sacramento da Santa Comunhão tem suas raízes nas Escrituras. Conforme mencionado na missa, Jesus instituiu este memorial na noite em que foi traído. Ele também instruiu seus discípulos a continuarem esta ceia especial em sua memória. Três das narrativas dos evangelhos registram este evento significativo: Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:14-20. Em sua primeira carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo dá instruções sobre a história e o propósito da Ceia do Senhor (11:23-34). Ele também da orientações sobre a maneira como deve ser recebida.
A Bíblia sugere que os discípulos dos primeiros dias da igreja se reuniam no primeiro dia da semana para partilhar a Ceia do Senhor (Atos 20:7). Tanto o pão como o fruto da videira eram tomados todas as vezes em que participavam desta comemoração da morte de Cristo. A Bíblia não menciona o conceito de transubstanciação.
Crisma
A palavra "crisma" (ou "confirmação") não aparece na Bíblia e eu não posso localizar qualquer cerimônia ou comportamento nas Escrituras que seja comparável com esta prática católica.
Ordens Sacras
O termo Ordens Sacras não aparece na Bíblia, e não há cerimônias ou comportamentos no Novo Testamento que sejam comparáveis com a prática católica de ordenar sacerdotes. Como foi mencionado antes, não havia classe especial de sacerdotes na igreja cristã primitiva.
Nas ocasiões quando evangelistas, aqueles que eram sustentados para pregar a palavra de Deus, saíam para uma jornada, seus colaboradores os despediam com uma "imposição de mãos" (veja, por exemplo, Atos 13:1-3). Esta prática, contudo, não era nenhum tipo de ordenação, mas muito mais parecida com um costume representando uma bênção à obra a ser cumprida.
No Velho Testamento, Deus deu instruções muito especiais sobre como os sacerdotes teriam que assumir seu papel de guias espirituais de Israel. Aquelas práticas, contudo, aplicavam-se somente à fé judaica, porque os deveres sacerdotais estavam ligados diretamente ao serviço no templo, envolvendo sacrifícios de animais e adesão à lei judaica. Estas práticas da velha aliança entre Deus e Israel não são parte da nova aliança entre Jesus e seus seguidores.
Matrimônio
O sacramento do matrimônio não é mencionado na Bíblia. Há ocasiões nas Escrituras quando casamento e bodas são mencionados, mas em nenhuma destas instâncias a união do homem com a mulher é parte de uma cerimônia religiosa. Há mandamentos dados nas Escrituras sobre a necessidade de fidelidade no casamento e os papéis do esposo e da esposa, e o casamento poderia certamente cair dentro dos mandamentos gerais para se obedecerem as leis do governo (Romanos 13:1,2 e 1 Pedro 2:13-17). Além destes regulamentos, a Bíblia não diz como, quando ou porque o casal deverá ser unido. Ela também não indica que qualquer graça especial seja recebida por um casal no dia das suas bodas.
Unção dos Enfermos
A Epístola de Tiago, capítulo 5, versículos 14 e 15 diz: "Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que rezem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado." Isto soa muito semelhante à prática católica de ungir os doentes, contudo, na Bíblia, a oração e a unção são feitas pelos presbíteros, não por um padre.
No Velho Testamento há várias ocasiões em que pessoas que estão próximas da morte dão bênçãos àqueles que permanecerão na terra depois de sua partida; contudo, não há instâncias de uma bênção dada à pessoa que está morrendo.
Resumo
Pelo exame, vimos que alguns dos sacramentos são semelhantes a práticas encontradas nas Escrituras enquanto outros não são de modo algum encontrados nas Escrituras, de forma nenhuma. Descobrimos, também, que além do batismo e da Ceia do Senhor, e unção dos doentes com o propósito de restaurar a saúde, os sacramentos praticados pela Igreja Católica não são registrados nas Escrituras como práticas religiosas formais na igreja cristã primitiva.
sábado, 3 de julho de 2010
Liturgia Da Palavra
Leituras: 14º Domingo do Tempo Comum (04.Jul.2010)
LEITURA I Is 66, 10-14c
Leitura do Livro de Isaías
Alegrai-vos com Jerusalém, exultai com ela, todos vós que a amais. Com ela enchei-vos de júbilo, todos vós que participastes no seu luto. Assim podereis beber e saciar-vos com o leite das suas consolações, podereis deliciar-vos no seio da sua magnificência. Porque assim fala o Senhor: «Farei correr para Jerusalém a paz como um rio e a riqueza das nações como torrente transbordante. Os seus meninos de peito serão levados ao colo e acariciados sobre os joelhos. Como a mãe que anima o seu filho, também Eu vos confortarei: em Jerusalém sereis consolados. Quando o virdes, alegrar-se-á o vosso coração e, como a verdura, retomarão vigor os vossos membros. A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16e.20 (R.1)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Aclamai a Deus, terra inteira,
cantai a glória do seu nome,
celebrai os seus louvores, dizei a Deus:
«Maravilhosas são as vossas obras». Refrão
A terra inteira Vos adore e celebre,
entoe hinos ao vosso nome.
Vinde contemplar as obras de Deus,
admirável na sua acção pelos homens. Refrão
Mudou o mar em terra firme,
atravessaram o rio a pé enxuto.
Alegremo-nos n’Ele:
domina eternamente com o seu poder. Refrão
Todos os que temeis a Deus, vinde e ouvi,
vou narrar-vos quanto Ele fez por mim.
Bendito seja Deus que não rejeitou a minha prece,
nem me retirou a sua misericórdia. Refrão
LEITURA II Gal 6, 14-18
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas
Irmãos: Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Pois nem a circuncisão nem a incircuncisão valem alguma coisa: o que tem valor é a nova criatura. Paz e misericórdia para quantos seguirem esta norma, bem como para o Israel de Deus. Doravante ninguém me importune, porque eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus. Irmãos, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com o vosso espírito. Amen.
Palavra do Senhor.
ALELUIA Col 3, 15a.16a
Refrão: Aleluia. Repete-se
Reine em vossos corações a paz de Cristo,
habite em vós a sua palavra. Refrão
EVANGELHO – Forma longa Lc 10, 1-12.17-20
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E dizia-lhes: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias, nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho. Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles; senão, ficará convosco. Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem, que o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem, comei do que vos servirem, curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’. Mas quando entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saí à praça pública e dizei: ‘Até o pó da vossa cidade que se pegou aos nossos pés sacudimos para vós. No entanto, ficai sabendo: Está perto o reino de Deus’. Eu vos digo: Haverá mais tolerância, naquele dia, para Sodoma do que para essa cidade». Os setenta e dois discípulos voltaram cheios de alegria, dizendo: «Senhor, até os demónios nos obedeciam em teu nome». Jesus respondeu-lhes: «Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago. Dei-vos o poder de pisar serpentes e escorpiões e dominar toda a força do inimigo; nada poderá causar-vos dano. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos antes porque os vossos nomes estão escritos nos Céus».
Palavra da salvação.
EVANGELHO – Forma breve Lc 10, 1-9
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E dizia-lhes: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias, nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho. Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles; senão, ficará convosco. Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem, que o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem, comei do que vos servirem, curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’.
Palavra da salvação.
LEITURA I Is 66, 10-14c
Leitura do Livro de Isaías
Alegrai-vos com Jerusalém, exultai com ela, todos vós que a amais. Com ela enchei-vos de júbilo, todos vós que participastes no seu luto. Assim podereis beber e saciar-vos com o leite das suas consolações, podereis deliciar-vos no seio da sua magnificência. Porque assim fala o Senhor: «Farei correr para Jerusalém a paz como um rio e a riqueza das nações como torrente transbordante. Os seus meninos de peito serão levados ao colo e acariciados sobre os joelhos. Como a mãe que anima o seu filho, também Eu vos confortarei: em Jerusalém sereis consolados. Quando o virdes, alegrar-se-á o vosso coração e, como a verdura, retomarão vigor os vossos membros. A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16e.20 (R.1)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Aclamai a Deus, terra inteira,
cantai a glória do seu nome,
celebrai os seus louvores, dizei a Deus:
«Maravilhosas são as vossas obras». Refrão
A terra inteira Vos adore e celebre,
entoe hinos ao vosso nome.
Vinde contemplar as obras de Deus,
admirável na sua acção pelos homens. Refrão
Mudou o mar em terra firme,
atravessaram o rio a pé enxuto.
Alegremo-nos n’Ele:
domina eternamente com o seu poder. Refrão
Todos os que temeis a Deus, vinde e ouvi,
vou narrar-vos quanto Ele fez por mim.
Bendito seja Deus que não rejeitou a minha prece,
nem me retirou a sua misericórdia. Refrão
LEITURA II Gal 6, 14-18
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas
Irmãos: Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Pois nem a circuncisão nem a incircuncisão valem alguma coisa: o que tem valor é a nova criatura. Paz e misericórdia para quantos seguirem esta norma, bem como para o Israel de Deus. Doravante ninguém me importune, porque eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus. Irmãos, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com o vosso espírito. Amen.
Palavra do Senhor.
ALELUIA Col 3, 15a.16a
Refrão: Aleluia. Repete-se
Reine em vossos corações a paz de Cristo,
habite em vós a sua palavra. Refrão
EVANGELHO – Forma longa Lc 10, 1-12.17-20
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E dizia-lhes: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias, nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho. Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles; senão, ficará convosco. Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem, que o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem, comei do que vos servirem, curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’. Mas quando entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saí à praça pública e dizei: ‘Até o pó da vossa cidade que se pegou aos nossos pés sacudimos para vós. No entanto, ficai sabendo: Está perto o reino de Deus’. Eu vos digo: Haverá mais tolerância, naquele dia, para Sodoma do que para essa cidade». Os setenta e dois discípulos voltaram cheios de alegria, dizendo: «Senhor, até os demónios nos obedeciam em teu nome». Jesus respondeu-lhes: «Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago. Dei-vos o poder de pisar serpentes e escorpiões e dominar toda a força do inimigo; nada poderá causar-vos dano. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos antes porque os vossos nomes estão escritos nos Céus».
Palavra da salvação.
EVANGELHO – Forma breve Lc 10, 1-9
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E dizia-lhes: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias, nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho. Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles; senão, ficará convosco. Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem, que o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem, comei do que vos servirem, curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’.
Palavra da salvação.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Porque os padres não pode casar ?
Apesar de não existir um registro de quantos padres deixam a vida religiosa para casar, estima-se que sejam mais de 150 mil em todo mundo. Nos Estados Unidos são 25 mil, na Itália dez mil e na Espanha seis mil. Portugal, segundo a Fraternitas, deve ter cerca de 800 padres casados. O Vaticano diz que nos últimos 20 anos o número de padres no continente europeu caiu em 13%. No Brasil, o maior país católico do mundo, a situação é parecida. Em 1970, o País contava com um padre para cada grupo de 7.114 habitantes. Hoje, a relação é de um padre por 10.320 habitantes. Segundo dados da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pelo menos 38 padres abandonam o sacerdócio por ano.
Resposta:
O Movimento Nacional de Padres Casados (MPC), é uma entidade fundada no final dos anos 70, e que edita o Jornal Rumos. Os registros divulgados pela Igreja mostram a existência de quatro mil padres casados no Brasil, mas estimativas feitas pelo MPC apontam o dobro. Os números são expressivos em um País onde o total de sacerdotes não chega a 14 mil.
O padre que constitui uma família continua sendo chamado de padre, porquê o sacerdócio é um compromisso irrevogável, mas não lhe é permitido exercer atividades ministeriais da Igreja.
A questão do celibato na vida sacerdotal já levou o papa Bento XVI a se reunir com os cardeais da Cúria para debater o assunto. A proibição do casamento para os padres é uma questão de disciplina, que vigora na Igreja desde a Idade Média, e que a qualquer momento pode mudar. Mas o atual papa é considerado o mais proeminente teólogo da ortodoxia católica. Para muitos estudiosos, ele representa a resistência aos que defendem uma Igreja menos conservadora em temas como controle da natalidade, pesquisas com células-tronco, divórcio, casamento para padres e ascensão de mulheres na hierarquia católica.
Como surgiu a proibição do casamento para padres?
A imposição do celibato surgiu no ano 306, com abrangência restrita à Espanha, no Concílio de Elvira. O casamento foi proibido para todos os religiosos. Pouco depois, em 314, o sínodo de Ancira permitiu o casamento dos diáconos (clérigo que vem abaixo do padre), legítimo até hoje. Com o papado de Gregório VII, na segunda metade do século XI, as investidas da Igreja em favor do celibato radicalizaram-se. Gregório repudiava os envolvimentos afetivos de representantes do clero. A maioria dos papas seguintes reafirmou a questão e, entre 1537 e 1563, durante o Concílio de Trento, o celibato se tornou obrigatório em todo o mundo.
Muitos acreditavam que a revogação aconteceria no Concílio Ecumênico do Vaticano II. Vários padres abandonaram o sacerdócio após o encerramento do Concílio, em 1965, devido à postura irredutível do papa Paulo VI, em manter a proibição do casamento para os religiosos.
Alguns historiadores defendem que o celibato foi instituído, na Idade Média porquê o clero não admitia ter de dividir os bens do religioso com sua família após a morte. Com o celibato, toda a herança do sacerdote ia para as mãos da Igreja.
o livro "Os clérigos", do padre alemão Eugen Drewermann, lançado em 1989, afirma que, um terço do clero vive em “situação matrimonial oculta”. Além disso, chama o celibato de “castração” e “violência”. Os jornais italianos chegam a afirmar que o banco da Santa Sé estaria gastando mais dinheiro defendendo-se de ações contra pedofilia na Justiça do que com a manutenção de suas igrejas.
Nas duas vezes que falou sobre o assunto, Bento XVI fez questão de realçar o valor da escolha do celibato sacerdotal. Mas a questão da proibição do casamento para os padres não necessita da realização de um concílio, como no caso da ordenação de mulheres, podendo ser abolida a qualquer momento por decisão do Papa.
Resposta:
O Movimento Nacional de Padres Casados (MPC), é uma entidade fundada no final dos anos 70, e que edita o Jornal Rumos. Os registros divulgados pela Igreja mostram a existência de quatro mil padres casados no Brasil, mas estimativas feitas pelo MPC apontam o dobro. Os números são expressivos em um País onde o total de sacerdotes não chega a 14 mil.
O padre que constitui uma família continua sendo chamado de padre, porquê o sacerdócio é um compromisso irrevogável, mas não lhe é permitido exercer atividades ministeriais da Igreja.
A questão do celibato na vida sacerdotal já levou o papa Bento XVI a se reunir com os cardeais da Cúria para debater o assunto. A proibição do casamento para os padres é uma questão de disciplina, que vigora na Igreja desde a Idade Média, e que a qualquer momento pode mudar. Mas o atual papa é considerado o mais proeminente teólogo da ortodoxia católica. Para muitos estudiosos, ele representa a resistência aos que defendem uma Igreja menos conservadora em temas como controle da natalidade, pesquisas com células-tronco, divórcio, casamento para padres e ascensão de mulheres na hierarquia católica.
Como surgiu a proibição do casamento para padres?
A imposição do celibato surgiu no ano 306, com abrangência restrita à Espanha, no Concílio de Elvira. O casamento foi proibido para todos os religiosos. Pouco depois, em 314, o sínodo de Ancira permitiu o casamento dos diáconos (clérigo que vem abaixo do padre), legítimo até hoje. Com o papado de Gregório VII, na segunda metade do século XI, as investidas da Igreja em favor do celibato radicalizaram-se. Gregório repudiava os envolvimentos afetivos de representantes do clero. A maioria dos papas seguintes reafirmou a questão e, entre 1537 e 1563, durante o Concílio de Trento, o celibato se tornou obrigatório em todo o mundo.
Muitos acreditavam que a revogação aconteceria no Concílio Ecumênico do Vaticano II. Vários padres abandonaram o sacerdócio após o encerramento do Concílio, em 1965, devido à postura irredutível do papa Paulo VI, em manter a proibição do casamento para os religiosos.
Alguns historiadores defendem que o celibato foi instituído, na Idade Média porquê o clero não admitia ter de dividir os bens do religioso com sua família após a morte. Com o celibato, toda a herança do sacerdote ia para as mãos da Igreja.
o livro "Os clérigos", do padre alemão Eugen Drewermann, lançado em 1989, afirma que, um terço do clero vive em “situação matrimonial oculta”. Além disso, chama o celibato de “castração” e “violência”. Os jornais italianos chegam a afirmar que o banco da Santa Sé estaria gastando mais dinheiro defendendo-se de ações contra pedofilia na Justiça do que com a manutenção de suas igrejas.
Nas duas vezes que falou sobre o assunto, Bento XVI fez questão de realçar o valor da escolha do celibato sacerdotal. Mas a questão da proibição do casamento para os padres não necessita da realização de um concílio, como no caso da ordenação de mulheres, podendo ser abolida a qualquer momento por decisão do Papa.
terça-feira, 29 de junho de 2010
VISÃO GERAL DA MISSA
Numa cidade estava sendo construída uma bela catedral feita de pedras. Os operários iam e vinham no meio da grande construção. Certo dia, chegou àquela cidade uma importante autoridade e foi ver a obra. O ilustre visitante entrevistou três operários que carregavam pedras. Aos três fez esta pergunta:
- Amigo, o que está fazendo?
O primeiro respondeu-lhe:
-Estou carregando pedras.
- O segundo disse:
- Estou ganhando o meu pão de cada dia.
E o terceiro falou:
- Estou construindo uma catedral, onde muitas pessoas encontrarão a salvação.E, aqui, eu e minha família nos reuniremos para louvar a Deus.
DEUS QUER AMIGOS E NÃO ESCRAVOS
Estão vendo? Os três operários faziam o mesmo serviço, mas com espírito diferente. Depende da fé que as pessoas têm. Existe quem vai à Missa apenas para cumprir o preceito, como aquele operário que simplesmente carregava pedras. Existe também quem vai à Missa para fazer pedidos a Deus, como o operário que trabalhava tão somente para ganhar seu salário. E existe a pessoa que participa da Missa com fé e alegria, louvando e bendizendo a Deus, à semelhança do operário que trabalhava contente porque estava construindo a casa do Senhor.
Veja bem como está sendo a “sua Missa”. Deus quer amigos e não escravos. O escravo obedece, o amigo ama e participa. Às vezes vamos fazendo muitas coisas sem saber por quê. Principalmente quando se trata de religião. Muitos confundem fé com superstição. Observe o que acontece em certos enterros. Na hora em que se coloca o defunto na sepultura, muita gente joga um pouco de terra sobre o caixão.Esse gesto deve simbolizar uma obra de misericórdia (sepultar os mortos),mas a maioria nem sabe disso e o faz com um sentido supersticioso que nada tem a ver com a verdadeira fé.
NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE
Assim pode estar acontecendo na Missa. Alguém entra na Igreja, olha,acompanha tudo, faz os mesmos gestos, mas sem saber o que está dizendo e o que está fazendo. Por isso aproveita muito pouco da Celebração.
Fizemos uma pesquisa sobre a Missa. Perguntamos a diversas pessoas: “Por que você foi a Missa?” E as respostas foram as seguintes:
- Fui à Missa porque era dia de preceito.
- Fui à Missa para agradecer a Deus.
- Fui à Missa para pagar uma promessa.
- Fui à Missa porque eram Bodas de meus amigos.
- Fui à Missa porque era formatura de meu filho.
- Fui à Missa para pedir saúde.
- Fui à Missa porque era de “sétimo dia” do colega.
- Fui à Missa porque era Natal.
- Fui à Missa para louvar e bendizer a Deus.
- Fui à Missa porque meu colega me convidou.
E você, por que vai à Missa? Qual das respostas mencionadas acima seria a sua? Você vai de vez em quando ou todos os domingos? Vai para cumprir preceito ou para adorar a Deus?
A Celebração Eucarística é muito mais que uma oração. Precisamos conhecê-la melhor. Ninguém ama o que não conhece. Pode ser que muita gente não entenda nem o roteiro da Missa. Fica meio “PERDIDO” dentro da Celebração. Por isso, vamos apresentar um esquema ou roteiro da Missa. É claro que esse esquema não é o mais importante, mas é o PRIMEIRO PASSO para começarmos a compreender melhor a Celebração.
O CORPO E A ALMA DA MISSA
Vimos o esquema da Missa, onde se destacam duas partes: A LITURGIA DA PALAVRA e a LITURGIA EUCARÍSTICA. Este esquema nos ajuda a ter uma visão global da Celebração, mas lembramos que esses atos exteriores (gestos, palavras, sinais, objetos) são como o“corpo” da Missa, enquanto a fé e o amor são a “alma” desse corpo. Se alguém comunga sem crer na presença real de Jesus, recebe sim o Corpo do Senhor, mas não participa da Salvação contida no Sacramento.
Por isso, muita gente vai à Igreja e dela sai do jeitinho que entrou, porque não faz seu “encontro pessoal” com a Graça de Deus. Fica apenas na exterioridade. Às vezes, até peca, porque vai para criticar as falhas humanas do rito: a falta de inspiração do padre, o canto desafinado e o comportamento dos irmãos.
Mais adiante vamos ver a espiritualidade ou Mistério da Missa. Ela torna presente a Ceia do Senhor e o seu Sacrifício redentor. É o nosso encontro com Deus e com os irmãos, reunidos no amor de Jesus Cristo. São Paulo fala que, na pregação do Evangelho, não devemos buscar a sabedoria humana, mas acolher com fé a Palavra de Deus. Ela tem o poder de transformar a nossa mente e o nosso coração.
UM PEQUENO TESTE:
1. Que é superstição?
2. Que é Missa? É algo mais que uma oração?
3. Como se divide a Missa?
4. Que é “corpo” e “alma” da Missa?
5. O que acontece a quem comunga sem fé?
6. Como você participa da Missa?
7. Você tem criticado ou vivido a Missa?
- Amigo, o que está fazendo?
O primeiro respondeu-lhe:
-Estou carregando pedras.
- O segundo disse:
- Estou ganhando o meu pão de cada dia.
E o terceiro falou:
- Estou construindo uma catedral, onde muitas pessoas encontrarão a salvação.E, aqui, eu e minha família nos reuniremos para louvar a Deus.
DEUS QUER AMIGOS E NÃO ESCRAVOS
Estão vendo? Os três operários faziam o mesmo serviço, mas com espírito diferente. Depende da fé que as pessoas têm. Existe quem vai à Missa apenas para cumprir o preceito, como aquele operário que simplesmente carregava pedras. Existe também quem vai à Missa para fazer pedidos a Deus, como o operário que trabalhava tão somente para ganhar seu salário. E existe a pessoa que participa da Missa com fé e alegria, louvando e bendizendo a Deus, à semelhança do operário que trabalhava contente porque estava construindo a casa do Senhor.
Veja bem como está sendo a “sua Missa”. Deus quer amigos e não escravos. O escravo obedece, o amigo ama e participa. Às vezes vamos fazendo muitas coisas sem saber por quê. Principalmente quando se trata de religião. Muitos confundem fé com superstição. Observe o que acontece em certos enterros. Na hora em que se coloca o defunto na sepultura, muita gente joga um pouco de terra sobre o caixão.Esse gesto deve simbolizar uma obra de misericórdia (sepultar os mortos),mas a maioria nem sabe disso e o faz com um sentido supersticioso que nada tem a ver com a verdadeira fé.
NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE
Assim pode estar acontecendo na Missa. Alguém entra na Igreja, olha,acompanha tudo, faz os mesmos gestos, mas sem saber o que está dizendo e o que está fazendo. Por isso aproveita muito pouco da Celebração.
Fizemos uma pesquisa sobre a Missa. Perguntamos a diversas pessoas: “Por que você foi a Missa?” E as respostas foram as seguintes:
- Fui à Missa porque era dia de preceito.
- Fui à Missa para agradecer a Deus.
- Fui à Missa para pagar uma promessa.
- Fui à Missa porque eram Bodas de meus amigos.
- Fui à Missa porque era formatura de meu filho.
- Fui à Missa para pedir saúde.
- Fui à Missa porque era de “sétimo dia” do colega.
- Fui à Missa porque era Natal.
- Fui à Missa para louvar e bendizer a Deus.
- Fui à Missa porque meu colega me convidou.
E você, por que vai à Missa? Qual das respostas mencionadas acima seria a sua? Você vai de vez em quando ou todos os domingos? Vai para cumprir preceito ou para adorar a Deus?
A Celebração Eucarística é muito mais que uma oração. Precisamos conhecê-la melhor. Ninguém ama o que não conhece. Pode ser que muita gente não entenda nem o roteiro da Missa. Fica meio “PERDIDO” dentro da Celebração. Por isso, vamos apresentar um esquema ou roteiro da Missa. É claro que esse esquema não é o mais importante, mas é o PRIMEIRO PASSO para começarmos a compreender melhor a Celebração.
O CORPO E A ALMA DA MISSA
Vimos o esquema da Missa, onde se destacam duas partes: A LITURGIA DA PALAVRA e a LITURGIA EUCARÍSTICA. Este esquema nos ajuda a ter uma visão global da Celebração, mas lembramos que esses atos exteriores (gestos, palavras, sinais, objetos) são como o“corpo” da Missa, enquanto a fé e o amor são a “alma” desse corpo. Se alguém comunga sem crer na presença real de Jesus, recebe sim o Corpo do Senhor, mas não participa da Salvação contida no Sacramento.
Por isso, muita gente vai à Igreja e dela sai do jeitinho que entrou, porque não faz seu “encontro pessoal” com a Graça de Deus. Fica apenas na exterioridade. Às vezes, até peca, porque vai para criticar as falhas humanas do rito: a falta de inspiração do padre, o canto desafinado e o comportamento dos irmãos.
Mais adiante vamos ver a espiritualidade ou Mistério da Missa. Ela torna presente a Ceia do Senhor e o seu Sacrifício redentor. É o nosso encontro com Deus e com os irmãos, reunidos no amor de Jesus Cristo. São Paulo fala que, na pregação do Evangelho, não devemos buscar a sabedoria humana, mas acolher com fé a Palavra de Deus. Ela tem o poder de transformar a nossa mente e o nosso coração.
UM PEQUENO TESTE:
1. Que é superstição?
2. Que é Missa? É algo mais que uma oração?
3. Como se divide a Missa?
4. Que é “corpo” e “alma” da Missa?
5. O que acontece a quem comunga sem fé?
6. Como você participa da Missa?
7. Você tem criticado ou vivido a Missa?
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Parabens Ilhéus
A história de Ilhéus remonta a época das capitanias hereditárias, quando D. João III doou vasta extensão de terra ao donatário Jorge de Figueredo Correia. Instalada em 1535 na Ilha de Tinharé, antigo domínio da Capitania de Ilhéus, a sede administrativa logo se mudou para a região da Foz do Rio Cachoeira, a chamada Baía de Ilhéus. Ainda que se falasse da terra as maiores maravilhas, o donatário da Capitania preferiu o luxo e o fausto da corte, enviando o destemido espanhol Francisco Romero para enfrentar e depois pacificar a bravura dos índios tupiniquins.Logo, a amizade dos colonizadores com os nativos tornou possível a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus, que se transformou em freguesia em 1556 por ordem de D. Pero Fernandes Sardinha. Considerada por Tomé de Sousa como “a melhor coisa desta costa, para fazenda” a região se tornou produtora de cana-de-açúcar e ganhou muitas construções. Mas, com a chegada dos ferozes índios Aimorés, que passaram a atacar as plantações, Ilhéus sofreu o declínio econômico que resultou em decadência. No século XVIII com a importação de mudas de cacaureiros da Amazônia e sua notável adaptação à condições climáticas da região, Ilhéus viu brilhar diante de si um novo eldorado. O cultivo do cacau passou a gerar um número sem fim de histórias, receadas de cobiça, amores e lutas pelo poder, formando um terreno fértil para os romances de Adonias Filho e Jorge Amado, onde narram as paixões desenfreadas dos coronéis por dinheiro, mulheres e terras.
A carta da doação da Capitania de Ilhéus a Jorge de Figueiredo Correia foi assinada em Évora a 26 de junho de 1534. O donatário mandou em seu lugar o preposto Francisco Romero, que primeiro se instalou na ilha de Tinharé, onde fica o Morro de São Paulo e depois, quando descobriram o que seria mais tarde a Baía do Pontal, se encantaram e fundaram a sede da capitania, dando o nome de São Jorge dos Ilhéus, uma homenagem ao donatário Jorge e Ilhéus, devido à quantidade de ilhas que encontraram no seu litoral.
Além das que existem ainda hoje, como a Pedra de Ilhéus, Ilheusinho, Pedra de Itapitanga e a Ilha dos Frades, os morros de Pernambuco e o atual Outeiro de São Sebastião também eram ilhas.
Nos primeiros quinze anos o progresso da vila era enorme e atraía todo tipo de pessoa. Em 1556 a vila já possuía a igreja Matriz e relativa produção de cana-de-açúcar. Jorge de Figueiredo doou pedaços de terra que se chamavam sesmarias a diversas figuras importantes do reino, e em 1537 doou uma sesmaria a Mem de Sá, que seria o terceiro Governador Geral do Brasil, localizada no que foi chamado Engenho de Santana, e onde hoje está localizado o povoado de Rio do Engenho. Ainda restam vestígios deste engenho que foi explorado pelos jesuítas e onde está localizada a capela de Nossa Senhora de Santana, considerada a terceira igreja mais antiga do Brasil. Em 1551, com a morte do donatário a capitania mudou de dono várias vezes e caiu no ostracismo, tornando-se apenas mais uma vila de pescadores na costa desse imenso país.
Quando, em 1595, os franceses atacaram Ilhéus e foram repelidos, já existia na entrada do porto o fortim de Santo Antônio, transformado em 1611 em forte de pedra e cal.
Em 1754 o governo português acabou com o sistema de capitanias hereditárias e as terras brasileiras voltaram para as mãos do governo. Foi nessa época que iniciaram o plantio do cacau.
Em 28 de junho de 1881 Ilhéus foi elevada à categoria de cidade, numa ação referendada pelo Marquês de Paranaguá. Em 1913 a cidade foi transformada em bispado. O governo brasileiro doava terras a quem quisesse plantar cacau. Vieram sergipanos e pessoas fugidas da seca do nordeste, do próprio estado e de todo lugar, Em dez anos a população cresceu de uma forma explosiva, plantava-se cacau em abundância, vieram pessoas buscando o eldorado e a região mudou seu aspecto.
Fonte: Bahia em foco

sábado, 26 de junho de 2010
LITURGIA DA PALAVRA

ANO C
2009-2010
O Evangelho de S. Lucas vai ser o mais lido neste ano litúrgico. Os textos escolhidos para os Domingos e Festas não são cronológicos nem contínuos, pelo que recomendamos a leitura prévia, integral e seguida deste Evangelho.
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
27 de Junho de 2010
"Tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. (...). Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores»".
(Lc 9, 51. 57)
I LEITURA - 1 Reis 19, 16b. 19-21
A vocação de Eliseu
SALMO - 15 (16), 1-2a. 5. 7-8. 9-10. 11 (R. cf. 5a)
Refrão: O Senhor é a minha herança
II LEITURA - Gal 5, 1. 13-18
A libertação em Cristo
EVANGELHO - Lc 9, 51-62
Exigência e serenidade
Para leitura dos textos litúrgicos clique aqui
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Os mitos e as religiões antigas achavam natural que Deus ou os deuses tratassem os homens como servos. Os reis e os poderosos da Terra mandavam quanto podiam, e Deus, ou os deuses, estavam acima de todos! Os mitos e as religiões antigas também sabiam que aquilo que os senhores querem dos servos é que obedeçam sempre, e pensem pouco.
O Antigo Testamento ainda cede às vezes a esta tendência. Mas Jesus ensinou-nos que devemos tratar Deus como Pai. É verdade que obedecemos aos pais, mas por amor, não por medo.
S. Paulo escreve a Epístola aos Gálatas na sequência dum conflito. Tinha ensinado que os pagãos convertidos ao cristianismo estavam isentos dos costumes dos judeus, nomeadamente da circuncisão. Ora em todas épocas houve na Igreja grupos de extrema direita, para quem amar a Deus é cumprir prescrições, quanto mais aborrecidas ou humilhantes, melhor. Gentes desses grupos andam na peugada de S. Paulo, aparecendo nas comunidades quando ele terminou a sua pregação e passou a outra terra: tentam convencer os novos cristãos de que S. Paulo é um falso Apóstolo porque não respeita à letra o Antigo Testamento, afirmam que nenhum homem pode entrar no céu se não for circuncidado.
Nesta Epístola, S. Paulo começa por apresentar as suas credenciais. Era, também, um judeu integrista, tanto que perseguia os cristãos; mas o Senhor Jesus apareceu-lhe na estrada de Damasco e revelou-lhe o Evangelho. Tendo-se convertido, começou a anunciar Jesus Cristo. Encontrou-se com Pedro e com os outros Apóstolos, que “lhe deram a mão, em sinal de comunhão”, combinando que Paulo e Barnabé ficavam encarregados da pregação aos pagãos, enquanto eles pregavam aos judeus. (Gal 1,1-2,14).
A seguir, defende uma doutrina que desenvolverá na Epístola aos Romanos: a nossa relação com Deus não se faz na base do pagamento de portagens, faz-se com base no amor. E o amor começa na fé. Imaginar que se é salvo porque se cumpriu meia dúzia, ou muitas dúzias, de preceitos é reduzir a relação com Deus à antiga servidão. Claro que importa ser fiel. Mas é errado imaginar que Deus “prova” a nossa fidelidade vendo se cumprimos ou deixamos de cumprir meros regulamentos, em si mesmos alheios ao amor. ”O homem não é tornado justo pelo cumprimento das obras da Lei, mas unicamente pela fé em Jesus Cristo.” Recorda, a propósito, certas atitudes consideradas correctas pelos judeus e declaras injustas pelo Evangelho: acreditar que os judeus valem mais que os pagãos, os bem colocados na vida valem mais que os marginais, os homens valem mais que as mulheres. (Gal 2,15-4,31).
Finalmente, alarga a argumentação. “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou.” (Gal 5,1). Explica, claro, que a liberdade não é faculdade da extravagância e da libertinagem. Se me é lícito usar a linguagem das filosofias do séc. XX, explicarei S. Paulo dizendo que a liberdade é o poder, que participo de Deus, de pegar na vida para fazer nela aquilo que vejo que é o bem. E assim fazer da via a minha vida.
Em certas épocas imaginou-se que um ser é tanto mais livre quanto mais isento de ligações. Mas parece óbvio que, para ser capaz de construir a minha vida, preciso de ter encontrado amor e amizade, um trabalho que me interesse, o respeito dos que estão à minha roda. S. Paulo diz que aquele que vive na verdadeira liberdade encontra “os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, auto-domínio.” (Gal 5,22-23). Como ainda não está no Céu, terá, às vezes, de lutar contra as paixões.
Pe João Resina Rodrigues (in a Palavra no Tempo II)
2009-2010
O Evangelho de S. Lucas vai ser o mais lido neste ano litúrgico. Os textos escolhidos para os Domingos e Festas não são cronológicos nem contínuos, pelo que recomendamos a leitura prévia, integral e seguida deste Evangelho.
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
27 de Junho de 2010
"Tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. (...). Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores»".
(Lc 9, 51. 57)
I LEITURA - 1 Reis 19, 16b. 19-21
A vocação de Eliseu
SALMO - 15 (16), 1-2a. 5. 7-8. 9-10. 11 (R. cf. 5a)
Refrão: O Senhor é a minha herança
II LEITURA - Gal 5, 1. 13-18
A libertação em Cristo
EVANGELHO - Lc 9, 51-62
Exigência e serenidade
Para leitura dos textos litúrgicos clique aqui
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Os mitos e as religiões antigas achavam natural que Deus ou os deuses tratassem os homens como servos. Os reis e os poderosos da Terra mandavam quanto podiam, e Deus, ou os deuses, estavam acima de todos! Os mitos e as religiões antigas também sabiam que aquilo que os senhores querem dos servos é que obedeçam sempre, e pensem pouco.
O Antigo Testamento ainda cede às vezes a esta tendência. Mas Jesus ensinou-nos que devemos tratar Deus como Pai. É verdade que obedecemos aos pais, mas por amor, não por medo.
S. Paulo escreve a Epístola aos Gálatas na sequência dum conflito. Tinha ensinado que os pagãos convertidos ao cristianismo estavam isentos dos costumes dos judeus, nomeadamente da circuncisão. Ora em todas épocas houve na Igreja grupos de extrema direita, para quem amar a Deus é cumprir prescrições, quanto mais aborrecidas ou humilhantes, melhor. Gentes desses grupos andam na peugada de S. Paulo, aparecendo nas comunidades quando ele terminou a sua pregação e passou a outra terra: tentam convencer os novos cristãos de que S. Paulo é um falso Apóstolo porque não respeita à letra o Antigo Testamento, afirmam que nenhum homem pode entrar no céu se não for circuncidado.
Nesta Epístola, S. Paulo começa por apresentar as suas credenciais. Era, também, um judeu integrista, tanto que perseguia os cristãos; mas o Senhor Jesus apareceu-lhe na estrada de Damasco e revelou-lhe o Evangelho. Tendo-se convertido, começou a anunciar Jesus Cristo. Encontrou-se com Pedro e com os outros Apóstolos, que “lhe deram a mão, em sinal de comunhão”, combinando que Paulo e Barnabé ficavam encarregados da pregação aos pagãos, enquanto eles pregavam aos judeus. (Gal 1,1-2,14).
A seguir, defende uma doutrina que desenvolverá na Epístola aos Romanos: a nossa relação com Deus não se faz na base do pagamento de portagens, faz-se com base no amor. E o amor começa na fé. Imaginar que se é salvo porque se cumpriu meia dúzia, ou muitas dúzias, de preceitos é reduzir a relação com Deus à antiga servidão. Claro que importa ser fiel. Mas é errado imaginar que Deus “prova” a nossa fidelidade vendo se cumprimos ou deixamos de cumprir meros regulamentos, em si mesmos alheios ao amor. ”O homem não é tornado justo pelo cumprimento das obras da Lei, mas unicamente pela fé em Jesus Cristo.” Recorda, a propósito, certas atitudes consideradas correctas pelos judeus e declaras injustas pelo Evangelho: acreditar que os judeus valem mais que os pagãos, os bem colocados na vida valem mais que os marginais, os homens valem mais que as mulheres. (Gal 2,15-4,31).
Finalmente, alarga a argumentação. “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou.” (Gal 5,1). Explica, claro, que a liberdade não é faculdade da extravagância e da libertinagem. Se me é lícito usar a linguagem das filosofias do séc. XX, explicarei S. Paulo dizendo que a liberdade é o poder, que participo de Deus, de pegar na vida para fazer nela aquilo que vejo que é o bem. E assim fazer da via a minha vida.
Em certas épocas imaginou-se que um ser é tanto mais livre quanto mais isento de ligações. Mas parece óbvio que, para ser capaz de construir a minha vida, preciso de ter encontrado amor e amizade, um trabalho que me interesse, o respeito dos que estão à minha roda. S. Paulo diz que aquele que vive na verdadeira liberdade encontra “os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, auto-domínio.” (Gal 5,22-23). Como ainda não está no Céu, terá, às vezes, de lutar contra as paixões.
Pe João Resina Rodrigues (in a Palavra no Tempo II)
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pedófilia : Igreja e Sociedade

Estão sendo denunciados, com inusitada freqüência, casos de pedofilia entre membros do clero. É triste e vergonhoso, mas é verdade. Provocam indignação ainda maior por causa da confiança depositada nessas pessoas e pela responsabilidade educativa que é traída.
Eles vêm engrossar as fileiras de adultos que ficam próximos de crianças e de adolescentes, no convívio familiar, ou por razões profissionais (saúde, educação, esporte, etc.) e deles abusam sexualmente, às vezes usando a mais odiosa violência, como os noticiários não cessam de relatar. A pornografia infantil que se difunde, como mancha de óleo, pelo mundo, alerta sobre as reais dimensões do problema. É possível que em outras épocas, sexualmente menos “liberadas”, o problema não fosse tão freqüente ou, talvez, fosse menos visto e denunciado. É necessário agir para preservar as crianças e os adolescentes de graves danos, às vezes irreparáveis, à sua personalidade em formação. A Igreja responde a esses desafios, de um lado, acelerando os procedimentos para afastar de seus quadros os membros pedófilos, com a pena da perda do estado sacerdotal. De outro lado, procura fazer com que cada sacerdote se identifique mais intensamente com Cristo e compartilhe de seus sentimentos e pensamentos, para ter suas mesmas atitudes, como o apóstolo Paulo nos admoesta. As tristes notícias das últimas semanas ajudarão a Igreja a purificar-se e a ficar mais atenta à formação do clero. A Igreja é santa e pecadora diziam os Padres da Igreja dos tempos antigos. Ela tem consciência da fragilidade humana, da existência de contradições entre os seus membros, mas conhece a presença do Espírito Santo no seu seio e a possibilidade de sua vitória sobre o mal e sobre a morte.Alguns pedófilos se tornaram sacerdotes, outros estão em âmbitos, religiosos ou não, em diversas profissões. De acordo com estudiosos, a maioria age no círculo das relações familiares. Por isso, não há nenhum nexo entre pedofilia e celibato. A pronta ação da justiça retira de circulação os elementos que ameaçam o bem da sociedade e inibe a multiplicação de comportamentos anti-sociais. Mas, talvez, se façam necessárias ações no plano da cultura e na educação das novas gerações, para delinear de maneira mais clara a linha que separa a liberdade de pessoas, que parece não tolerar limites, e a necessidade de respeitar as crianças e os adolescentes, ajudando-os a crescer positivamente rumo à maturidade, com equilíbrio e justiça. Pode-se compreender a veemência com a qual os meios de comunicação tratam da pedofilia de alguns sacerdotes, na maioria das vezes como fruto da indignação de quem da Igreja esperava algo melhor. Pode ser que para alguns, esta seja ocasião de atacar uma realidade que é percebida como espécie de consciência moral da sociedade, que incomoda com sua insistência em recordar as injustiças contra os pobres, as violências contra inocentes e indefesos. Em alguns casos, é possível até não estar tão equivocado o senador italiano, o filósofo agnóstico Marcelo Pera quando, num artigo publicado em “Il Corriere della Sera” de 17 de março passado, escreveu: “Trata-se de uma guerra entre o laicismo e o cristianismo (...)”. O que importa não é o bem das crianças, mas a possibilidade de arranjar argumentos, mesmo que grosseiros, para insinuar que todos os sacerdotes são pedófilos, portanto a Igreja não ter autoridade moral e o cristianismo ser um engano e um perigo. Em seguida, o senador manifestava sua preocupação, porque no passado, quando se tentou destruir a religião, a democracia se perdeu e a razão ficou destruída. Diante dessas circunstâncias, a Igreja aposta na punição dos culpados e no redobrado dom, generoso e total, de muitos sacerdotes e religiosos, testemunhas da beleza e da paz, da justiça e do bem que se encontra em Jesus Cristo. Esperamos que, desse modo, em nosso tempo, o esplendor da santidade de alguns possa fazer chegar o abraço de Cristo ao povo de nossas cidades, curando males, renovando esperança, trazendo alegria à humanidade ferida.Dom Geraldo M. Agnelo - Cardeal Arcebispo de Salvador
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