sábado, 30 de abril de 2011

Hoje é dia de São Jorge

17:00 H - MISSA SOLENE
ANIMAÇÃO - SÓ O AMOR CONSTRÓI


APÓS A MISSA PROCISSÃO LUMINOSA
ENCERRAMENTO COM A BENÇÃO DO SANTISSIMO SACRAMENTO

Fonte: Catolicos de Ilhéus

Site em homenagem à beatificação de João Paulo II

Por ocasião da beatificação de João Paulo II, o Vaticano faz uma homenagem realizando uma página web (www.joaopauloii.va) que acompanhará a jornada de 1º de maio percorrendo a vida do Papa através de alguns momentos mais significativos da sua história e do seu pontificado.

O site foi realizado privilegiando a força e a espontaneidade das imagens. No site estão presentes 500 fotos, 30 vídeos e 400 frases em seis idiomas, num total de 2.400 frases.

Em recordações do pontificado, as imagens estão divididas em temas (por exemplo crianças, jovens, eleição, atentado, jubileu etc.). Cada tema é apresentado na forma de um ‘livro’ de imagens a ser folheado, e cada imagem é acompanhada por uma frase de João Paulo II.

A seção dedicada ao pontificado ano por ano é composta exclusivamente por vídeos. Também, uma das seções do site é dedicada exclusivamente às orações do Papa Wojtyla.

Todo o evento da beatificação poderá ser acompanhado ao vivo graças ao streaming colocado à disposição no próprio site.

O site foi projetado para todos os tipos de tecnologia: PC, Laptop, dispositivos móveis, smarphone, iPhone, iPad etc. Os fiéis e peregrinos poderão ter acesso à página em qualquer lugar que se encontrem e com qualquer um dos dispositivos, para acompanhar a peregrinação, durante todas as jornadas da beatificação, seguindo os eventos através das imagens e das palavras do Beato João Paulo II e portanto rezando com ele.

Além do Serviço Internet do Vaticano e da Direção das Telecomunicações, este projeto contou com a participação de outras Instituições do Vaticano: o Serviço Fotográfico do L’Osservatore Romano, que colocou à disposição o arquivo fotográfico (para o Papa João Paulo II existem milhões de fotos), a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano para os vídeos presentes, a Libreria Editrice Vaticana pelo livro Tríptico Romano que forma uma seção do site, a Sala de Imprensa e o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, a Opera Romana Pellegrinaggi e a Congregação para a Evangelização dos Povos.

Fonte: Zenit.org

Aberto túmulo de João Paulo II

Corpo do papa polonês será trasladado à Basílica vaticana no domingo

Por Chiara Santomiero

No início da manhã desta sexta-feira, diante de 12 pessoas, na cripta vaticana, o túmulo de João Paulo II foi aberto e retirado o caixão que abriga seu corpo.

A terceira, das três caixas que protegem o corpo do pontífice, surgiu aos olhos dos presentes. É de madeira clara. Ficou na memória de muitos através das imagens do funeral, com o Evangelho apoiado em cima, com as páginas ao vento.

O padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, explicou hoje, em uma concorrida coletiva de imprensa no Vaticano, que no caixão há uma inscrição em latim afirmando que se trata do corpo de João Paulo II, de 84 anos, 10 meses e 15 dias, cabeça da Igreja universal durante 26 anos, 5 meses e 17 dias; e a data: ‘Anno Domini 2005’.

Na abertura do túmulo, entre outros representantes eclesiais, estavam o cardeal Angelo Comastri, e os monsenhores Giuseppe D’Andrea e Vittorio Lanzani, pela Basílica e o Capítulo de São Pedro. Junto a eles, os cardeais Tarcisio Bertone – secretário de Estado –, Giovanni Lajolo – presidente do Governo do Estado da Cidade do Vaticano –, Stanislao Dziwisz – arcebispo de Cracóvia e ex-secretário pessoal de João Paulo II –.

O cardeal Comastri entoou o canto das ladainhas da Virgem, enquanto durante um breve percurso o caixão, coberto com um lençol branco, foi acompanhado pelos presentes até o túmulo de São Pedro, ainda na cripta vaticana.

O caixão permanecerá na cripta até a manhã de domingo, quando será levado à Basílica de São Pedro, ante o altar central. Ali Bento XVI e, em seguida, os fiéis poderão prestar homenagem ao falecido pontífice.

O cardeal Bertone recitou na manhã de hoje uma breve oração que concluiu a operação de abertura do túmulo de João Paulo II. A grande lápide sepulcral que fechava até agora o túmulo será enviada à Cracóvia, para uma igreja dedicada ao beato.

A colocação definitiva do corpo de João Paulo II sob o altar da capela de São Sebastião, dentro da Basílica de São Pedro, acontecerá no final da tarde de 2 de maio, após o fechamento da Basílica.

Fonte: Zenit.org

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Comunicado

Comunicamos que teve um poblema no meu computador, E pelo mesmo motivo nao sei quando o nosso blog será atualizado, Pessamos a compreição de todos !!!

A Redação:
Pedro

Peregrinos chegam em massa a Roma para beatificação de JPII

A cidade de Roma já está em festa, envolvida pelo clima da beatificação do Papa João Paulo II que acontece neste domingo, 1º, na Praça de São Pedro em Roma. É grande a presença dos peregrinos que chegam sem parar em grupos de religiosos, jovens, famílias e representantes de todo mundo.

A Praça São Pedro já está decorada com um telão gigante que emite durante 24h imagens do pontificado de João Paulo II em suas diversas viagens. Além disso, nas colunatas da Praça podemos ver 27 banneres, um alusivo ao dia de seu funeral e os outros 26 alusivos a cada ano de seu pontificado.

O Aeroporto Internacional de Roma já registra um movimento acima do normal além de estar decorado com banneres e frases do Papa em suas ultimas palavras dirigidas aos jovens antes de morrer: “Eu fui até vocês e hoje vocês vem a mim, por isso agradeço”.

Segundo o diretor da sala de imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, em entrevista ao repórter Ronaldo Silva da Canção Nova, ainda não se sabe o número exato de peregrinos que estarão em Roma, nestes dias. “Não tem como fazer uma estimativa de público já que se trata de um evento aberto, mas esperamos muita gente”, esclarece.

E certamente virá muita gente para esta grande festa, pois em Roma já não há vagas em hotéis. Os peregrinos que chegam buscam hospedagem em cidades vizinhas, como Assis. Entre os peregrinos que já chegaram, um destaque especial para os cofundadores da Canção Nova, Luzia Santiago e Wellington da Silva jardim (Eto), que representam toda a família Canção Nova espalhada pelo Brasil e o mundo. “Levar o evangelho a todas as partes do mundo é o nosso ponto em comum com João Paulo II”, disse Luzia.

Fonte: Cançao Nova

Relíquia com ampola de sangue de João Paulo II

Relíquia com ampola de sangue de João Paulo II será disponibilizada para veneração durante beatificação

No próximo domingo, durante a cerimônia de beatificação do Papa João Paulo II, fiéis poderão venerar uma importante relíquia do futuro beato: um ampola com amostras de sangue do falecido pontífice.

A informação foi dada na manhã de hoje pelo porta-voz do Vaticano, Padre Federico Lombardi, que logo tratou de apresentar detalhes a respeito das características dessa relíquia, de como foi obtida e onde estava sendo custodiada.
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Segundo Padre Lombardi, a amostra de sangue foi obtida nos últimos dias da doença de João Paulo II

Segundo comunicado do Padre Lombardi, a relíquia que será exposta à veneração dos fiéis em ocasião da beatificação do Papa João Paulo II é uma pequena ampola de sangue, que estará inserida em um relicário preparado especialmente pelo Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.

De acordo com o porta-voz, a amostra de sangue foi obtida nos últimos dias da doença de João Paulo II. "(...) O pessoal médico adequado realizou retiradas de sangue, para colocar à disposição do Centro Hemotransfusional do Hospital Menino Jesus em vista de uma eventual transfusão. Tal Centro, dirigido pelo professor Isacchi, era de fato encarregado deste serviço médico para o Papa. Todavia, não ocorreu nenhuma transfusão, e o sangue permaneceu conservado em quatro pequenos recipientes".

Ainda conforme Padre Lombardi, dois destes recipientes ficaram à disposição do secretário particular do Papa João Paulo II, Cardeal Dziwisz; os outros dois ficaram todos estes anos junto ao próprio Hospital Menino Jesus, "devotadamente guardados pelas Irmãs do Hospital".

"Por ocasião da beatificação, estes dois recipientes foram dispostos em dois relicários. O primeiro será apresentado para a veneração dos fiéis em ocasião da cerimônia de beatificação do dia 1º de maio, e depois será conservado no "Sacrário" aos cuidados do Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, junto a outras importantes relíquias. O segundo será reentregue ao Hospital Menino Jesus, cujas irmãs haviam já fielmente guardado a preciosa relíquia nos anos passados", explicou o porta-voz.

O sangue de João Paulo II ainda se encontra no estado líquido devido à presença de uma substância anticoagulante que estava nas provetas no momento da retirada.

Fonte: Gaudium Press

Nomeado o novo bispo para a diocese de Cachoeiro

O papa Bento XVI nomeou nesta quarta-feira, 27, dom Dario Campos, 62, OFM, novo bispo da vacante diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES). O bispo foi transferido da diocese de Leopoldina (MG) onde estava desde junho de 2004.

Dom Dario Campos é natural de Castelo (ES). Nasceu em 9 de junho de 1948 e fez sua profissão religiosa em 10 de janeiro de 1975. A ordenação presbiteral ocorreu em dezembro de 1977 e a episcopal em 26 de setembro de 2000, quando foi designado para assumir a diocese de Leopoldina.

O novo bispo de Cachoeiro de Itapemirim estudou filosofia e teologia no Instituto Filosófico-Teológico Franciscano de Petrópolis (RJ) e se especializou em filosofia e pedagogia na Faculdade Dom Bosco de São João del-Rei (MG).

Como bispo dom Dario já foi coadjutor de Araçuaí (MG) (2000 – 2001); e titular entre (2001 – 2004). Foi membro do Conselho Episcopal de Pastoral do Regional Leste 2 (Espírito Santo e Minas Gerais); responsável pelo Setor Vocações e Ministérios (2002 – 2006); e responsável pelos padres do Regional Leste 2 e Serviço de Animação Vocacional entre 2006 e 2010. Seu lema episcopal é “Nas tuas Mãos”.

Dom Célio de Oliveira Goulart

O antecessor de dom Dario foi dom Célio de Oliveira Goulart, 66, que desde 17 de julho de 2010 é bispo diocesano de São João del-Rei (MG). Dom Célio foi bispo de Cachoeiro de Itapemirim entre julho de 2003 e maio de 2010. Após a transferência de dom Célio assumiu a administração diocesana de Cachoeiro o padre Antônio Tatagiba Vimercat. A decisão foi tomada pelo Colégio de Consultores Diocesano que, após cinco dias da transferência elegeu o administrador.

Fonte: CNBB.org.br

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Jornal do Vaticano publica Revista especial sobre o JP II

O jornal vaticano L’Osservatore Romano informou que publicará nesta quarta-feira, 27, um especial de 100 páginas, totalmente a cores, por ocasião da beatificação do Papa João Paulo II (no próximo dia 1º de maio), e que estará disponível em italiano, polonês, inglês, espanhol, alemão, francês e português.

Esta revista, explicou o L’Osservatore Romano, foi impressa em sete países dos quatro continentes: Austrália, Brasil, Canadá, Índia, Itália, Reino Unido e Espanha, com uma edição total de quase 400 mil cópias.

Além do testamento de João Paulo II e a homilia da Missa de exéquias do então cardeal Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), a revista apresenta outras homilias do pontífice lembrando o papa polonês, além de artigos, entrevistas e uma detalhada cronologia.

Esta revista, conclui a nota, busca ser “uma homenagem a um cristão exemplar e um grande bispo de Roma protagonista de um pontificado que já entrou na história. O especial é um verdadeiro número de coleção, ilustrado por belíssimas e raras fotografias”.

Fonte: CNBB.org.br

Em Salvador, festa de São Jorge também foi transferida

A Paróquia de São Jorge, no bairro do Jardim Cruzeiro, em Salvador-Ba, promove entre os dias 27 E 30 deste mês, a festa do padroeiro.

Este ano, em virtude da Semana Santa, que ocorre na data em homenagem ao santo, a festa foi transferida para a semana seguinte.

As missas do tríduo preparatório terão início às 8h da noite. No dia 30, haverá missa festiva às 8h da manhã, caminhada saindo do Largode Roma, Praça Irmã Dulce, às 15h e a missa de encerramento acontece às 18h.

Fonte: radioamfm/Católicos de Ilhéus

Arquidiocese de Fortaleza promove oficina de comunicação

Arquidiocese de Fortaleza promove oficina de comunicação para agentes de pastorais

A Região Episcopal Nossa Senhora da Conceição, da arquidiocese de Fortaleza (CE) realiza nos dias 30 de abril e 7 de maio, a Oficina de Comunicação para agentes de pastorais. O objetivo é orientar os participantes para a produção de notícias.

Para a assessora, Alessandra Silva, as paróquias e áreas pastorais precisam perceber os meios de comunicação como instrumentos para evangelização. Ressalta a importância de capacitações para o uso e produção de conteúdo. “Nós como Igreja precisamos, começar a utilizar os meios de comunicação, principalmente a internet, como ferramenta no processo de evangelização. Mas, para isso, é necessário formação. Precisamos sair do improviso e oferecer qualidade”, comenta.

O encontro é gratuito, destinado a todos os leigos, padres, religiosos, das paróquias e Áreas Pastorais da Região N. S. da Conceição e é aberto à participação de pessoas das demais Regiões Episcopais da arquidiocese. A formação acontece no Centro de Formação D. Aloísio Lorscheider, de 14h30 às 16h30.

Mais informações: (85) 3274.2588 / 8833-7983 – Falar com Jocelio Sousa

Fonte: CNBB.org.br

terça-feira, 26 de abril de 2011

Um até breve de Pe. Nildemar

                                          Satisfação                                                                                      De: Nildemar A. Santos
                                          Assunto: Satisfação
                                          Corpo da mensagem:
                                           Minha trajetória.

Como cidadão cônscio dos meus deveres e obrigações, e em respeito às pessoas de bem que prezo e respeito, venho em público da uma satisfação as diversas comunidades por onde passei e convivir ao longo desses vinte e oito anos a serviço desta Igreja Particular de Ilhéus, dos quais vinte e dois anos no exercício ministerial. Infelizmente, convivemos com pessoas menos esclarecidas que se alimentam dessas conversas pagas pelas “comadres” dos becos sem saída. Desconheço todo esse tipo de comentário vazio e sem lógica. Pessoas deste nível não merecem credibilidade da sociedade. O interessante é que já mais fui procurado para esclarecimentos desses fatos. Qual é o interesse e desejo desse suposto “jornalista sencasionalista e demagogo, que está altamente equivocado e desinformado causando prejuízos a muita gente utilizando-se do meio de informação, com único intuito de vender matéria, mas que custo?
É preciso acionar os meios competentes para evitarmos essas situações desagradáveis. Minha vida continua sendo um livro aberto. “Sou o que sou.” E não mim fiz sacerdote para me esconder atrás dos altares e muito menos extorquir Paróquias. Por onde passei em todas as paróquias e na coordenação econômica desta diocese por mais de (07) anos, realizei investimentos. Os fatos por si só comprovam minha seriedade. O fato citado é antigo de 2007 e já foi apurado a muito tempo. Que se trata de um valor que transferir para a conta paroquial, pois a referida paróquia e algumas capelas estavam passando por reformas e tínhamos que pagar a mão de obra e materiais de construção. Esta prestação foi feita e conferida pela equipe diocesana quando esteve em Ipiaú naquela época,o que por sua vez não me foi apontado irregularidades orçamentárias.
Sou Sacerdote por convicção e vocação. “Sei em quem acreditei.” Por onde passei semeie o respeito, a fé, a seriedade moral e pastoral. Por todos os lugares por onde passei realizei grandes construções e reformas nas Igrejas, casas, salões etc. É bom lembrar aos de memória fraca citando os lugares: Aurelino Leal(Casa Paroquial) Ilheus: Barra de Itaipe (Igreja Matriz e Casa Paroquial) . Iguape (Igreja Matriz,Casa Paroquial, Centro de Pastoral, Aquisição de dois sítios para a diocese (hoje o novo céu e uma escola creche no Novo Ilhéus) Sambaituba ( Aquisição de terreno e construção da casa das religiosas).Ribeira das Pedras: Aquisição de um terreno e Construção da Igreja de Sto. Expedito. Novo Ilhéus: Aquisição do terreno e construção da Igreja N.Sra. Aparecida.Na Cúria Diocesana-Função Ecônomo de 1998 a 2007 Construir o novo prédio,organizei a economia,a situação jurídica, Contábil, patrimonial e a aquisição da atual residência Episcopal. Catedral: Reforma total do telhado e o resgate e credibilidade dos fieis (Missa da Misericórdia) e várias ações sociais juntamente com a Pia Stº. Antonio, programa diário no rádio e transmissões das missas. Ipiaú: Reforma interna da Igreja de São Roque,Casa Paroquial e algumas capelas. Barro Preto: Pintura nas Igrejas e Casa Paroquial. Ubaitaba: Criação de um albergue e restauração de objetos litúrgicos e pintura da Igreja matriz
Se eu tivesse subtraído o citado valor eu estaria por ai ostentando vaidades e adquirido patrimônio pessoal,como (casas, apartamentos, fazendas e carros novos ) Uma noticia descabida como essa só na cabeça de pessoas desequilibradas para pensarem assim. Tenho minhas mãos limpas, coração puro e cabeça erguida. Isso incomoda muita gente. Vale apenas ressaltar que hoje dependo das pessoas simples e humildes para sobreviver e principalmente da minha família. Mas estou muito feliz e consciente. Já mais me utilizei do púlpito da Igreja para denegrir a moral de quem quer que seja. Sou Pastor e não mercenário. A grandeza da minha família é pautada na honestidade onde fui educado. Diante deste exposto aproveito para pedir desculpas aquelas pessoas se por acaso eu magoei, as não lhe suprir expectativa. Apesar de todo esse preparo sou humano.Mas a verdade precisava ser dita. A “verdade vos libertarás”. Deus fará justiça.
Quanto a questão SUSPENSÃO , É um instrumental normal que a Igreja Católica aplica sobre os seus “súditos” em relação algumas advertências ou para aqueles que pedem RENUNCIA DO ESTADO CLERICAL ( No meu caso) Este documento se faz necessário e deve anteceder Canonicamente o meu pedido oficial de Renúncia que será encaminhado ao Sumo Pontífice através do Bispo Diocesano. Este projeto eu já vinha pensando à mais de um ano. Aproveitei a questão do ano sábatico e antecipei a referida Renúncia. De fato para quem não conhece as normas da Igreja, o documento tem caráter de radicalidade e exagerismo. Não é meu papel discutir essa questão de mérito e sim deixar as pessoas informadas a sobre minha renúncia.
Aproveito dessa belíssima oportunidade para oficializar o meu desejo já planejado a mais de um ano atrás. RENUNCIAR OFICIALMENTE O MINISTÉRIO SACERDOTAL . Também quero esclarecer os motivos que me levaram a tomar esta decisão. A falta de motivação vocacional (perda do encanto vocacional ) Como também outros projetos de vida que foram surgindo ao longo deste tempo. Onde em nome da fidelidade, faço uma outra opção de vida para viver a felicidade. Pois a felicidade passa pela fidelidade. Não quero ser desonesto para causar tristeza nesta Igreja e na vida das pessoas as quais convivemos.
Minha resposta é a do Apostolo Pedro. “Senhor tu sabes tudo, tu sabes que eu te amo…” Eu não tenho nem ouro e nem prata, somente redes e o meu trabalho”. Agora de sã consciência e cônscio das minhas faculdades mentais sem nenhum constrangimento, oficializei a minha Renúncia do ESTADO CLERICAL. EXERCIDO ATRAVÉS DO SACERDÓCIO MINISTERIAL. Quero continuar lançando as redes… Os mares só Deus sabe.
Meu agradecimento a Diocese de Ilheus, na pessoa de Dom Mauro, pela confiança e amizade, ao clero, religiosas e religiosos, leigos e leigas. Aos meios de comunicação da região (R2CPress, Rádios Sta Cruz e Bahiana, Jonildo Glória, Rabat,Yolando Diário de Ilheus etc. Igrejas Evangelicas e instituições sociais que sempre me apoiou meu mutio obrigado Pela caminhada que hoje se encerra. Que Deus nos abençoe a todos e a todas. Vou continuar sendo o mesmo Nildemar, na simplicidade, na humildade e na alegria do viver. “Amigos um dia agente se encontra…” Deus continuará em tudo e em todos. Deus é fiel.

Nildemar Andrade Santos
Fonte: Católicos de Ilhéus

Ressurreição de Cristo: fato, não especulação, diz Bento XVI

Centra sua mensagem pascal no acontecimento que fundamenta o cristianismo

Em sua mensagem de Páscoa, Bento XVI quis sublinhar que "a ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística", mas um fato.

"É um acontecimento, que ultrapassa certamente a história, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével", afirmou o Pontífice depois do meio-dia, ao dirigir-se, da Basílica de São Pedro, aos mais de 70 mil peregrinos que lotavam a praça vaticana.

Mais uma vez, como vem fazendo em cada domingo de ressurreição desde o início do seu pontificado, o Santo Padre destacou o fato histórico no qual o cristianismo encontra seu fundamento.

"Até hoje - mesmo na nossa era de comunicações super tecnológicas - a fé dos cristãos assenta naquele anúncio, no testemunho daquelas irmãs e daqueles irmãos que viram, primeiro, a pedra removida e o túmulo vazio e, depois", assegurou.

"A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem."

Diante de um autêntico espetáculo de flores, trazidas e ornamentadas por floristas holandeses, o Pontífice continuou sua mensagem pascal afirmando que, "tal como os raios do sol, na primavera, fazem brotar e desabrochar os rebentos nos ramos das árvores, assim também a irradiação que dimana da Ressurreição de Cristo dá força e significado a cada esperança humana, a cada expectativa, desejo, projeto".

"No Céu, tudo é paz e alegria. Mas, infelizmente, não é assim sobre a terra! Aqui, neste nosso mundo, o aleluia pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências", reconheceu o Santo Padre.

"E, todavia, foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou", concluiu, resumindo a mensagem central que os cristãos continuam anunciando, dois mil anos depois daquele acontecimento.

O Santo Padre pronunciou sua mensagem de felicitação pela Páscoa em 65 idiomas.

À tarde, retirou-se à residência pontifícia de Castel Gandolfo e voltará a Roma para presidir a beatificação de João Paulo II, em 1º de maior, domingo da Divina Misericórdia.

Fonte: Zenit.org

Cardeais falam sobre a beatificação de João Paulo II

O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, recebeu ontem, 20, a imprensa para falar sobre a beatificação do papa João Paulo II, no próximo dia 1º de maio, em Roma. "O papa João Paulo II deu um grande testemunho de vida e de santidade. Alguém é santo durante a vida e é proclamado santo depois da morte", disse o cardeal ao explicar que a beatificação é um dos passos no processo de canonização.

Dom Odilo representará a CNBB na cerimônia de beatificação de João Paulo II. A Presidência da entidade está envolvida na preparação dos últimos detalhes da Assembleia da CNBB, que começará no dia 4 de maio, em Aparecida (SP). Na coletiva de ontem, dom Odilo, acompanhado do arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes, ressaltou o espírito missionário do papa João Paulo II, revelado em suas inúmeras visitas pelo mundo.

"Nessas visitas, o papa sempre fazia amplos contatos com outras religiões, outras igrejas cristãs, com pessoas da cultura, também com organizações da sociedade e com os próprios governos", lembrou dom Odilo.

Para dom Cláudio, além dos anseios do povo católico, a beatificação de João Paulo é bem acolhida por todos. "Mesmo aqueles que não são cristãos, que não são católicos, também tinham uma grande admiração por João Paulo 2º, por suas mensagens universais, para além daquilo que é a mensagem especificamente cristã", disse.

Segundo o cardeal, João Paulo II pode ser definido como um homem que se identificou profundamente com Jesus Cristo. "Ele era um homem para quem Jesus Cristo era sua vida, sua inspiração, animação e alegria. Era um homem apaixonado pelo ser humano e tinha uma esperança muito grande na pessoa humana, sobretudo nos jovens", enfatizou dom Cláudio.

Fonte: CNBB.org.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Progamação da Festa de São Jorge dos Ilhéus

Padroeiro de Ilhéus e da Diocese

Igreja Matriz de São Jorge - 25 a 30 de abril de 2011

Tema: "A palavra de Deus na vida e na missão da igreja"

5 NOITES DE PREPARAÇÃO AS 19:00 H

1ª noite - Segunda-feira 25/04
Sub-tema: "Deus Pai fonte e origem das Sagradas Escrituras"
Textos biblicos: II Cor 4, 1-6, SI 33, Mt 11,25-27
Dedicada: Às crianças e à juventude
Convidados: Paróquias: Sagrado Coração de Jesus (Iguape) e Santo Antonio (Barra); Catequese: batismo, crisma e eucaristia; Grupo Nossa Senhora das Graças; Colégios: Estadual, Paulo Américo e Estado do Ceará; Comunidade Nossa Senhora das Vitórias (Centro)
Animação: Ministério de Canto AVA

2ª Noite - Terça-feira 26/04
Sub-tema: "A missão do Espirito Santo nas Sagradas Escrituras"
Textos-biblicos: II Tm 3, 14-17: Sl 1, 1-6: Jo 16, 12-15
Dedicada: À melhor idade (idosos em geral)
Convidados: Paróquias: Nossa Senhora Aparecida (Malhado) e Santa Terezinha (Av. Esperença), Pia União de Santo Antonio, Legião de Maria, Colégios: Modelo, Rotary, e São Francisco.
Animação: Coral Dom Eduardo

3ª Noite - Quarta-feira 27/04
Sub-tema: "A Igreja acolhe, vive e proclama a Palavra de Deus"
Textos Biblicos: II Ts 2, 13-20, Sl 119, Lc 5,1-11
Dedicada: Às Mulheres
Convidados: Paróquias: Nossa Senhora da Conceição (Banco da Vitória), Santissima Trindade (Têotonio Vilela) e Nossa Senhora de Guadalupe (Pacheco), Apostolado da Oração, Mãe Peregrina, Grupo da Fraternidade, Colégios: CEAMEV, IME, e Fênix, Comunidade do Outeiro
Animação: Grupo do Outeiro

4ª Noite - Quinta-feira 28/04
Sub-Tema: "Sagrada Escrituras e Sacramentos: o agir própio de Deus na história"
Textos Biblicos: At. 2,37-41, Sl 113, Jo 13, 1-20
Dedicada: Aos Homens
Convidados: Paróquias: Santa Rita (Conquista) e São João Batista (Pontal) Capelania São Paulo Apóstolo (Princesa Izabel), Grupo da Missa para os Homens da cidade de Ilhéus, Pastoral do Dizimo, Pastoral Familiar, ECC, Cursilho, Colégios: Ideal, Status, Nossa Senhora da Piedade e Santa Ângela:  Rotary Club e Lions (Pontal, Centro e Norte)
Animação: Grupo dos Homens da Vitória

5ª Noite - Sexta-feira 29/04
Sub-Tema: "A presença real de Jesus Cristo nas Sagradas Escrituras"
Textos Biblicos: At. 4, 23-31, Sl 119, Jo. 6,60-71
Dedicada: Aos Militares
Convidados: Paróquias: São Francisco (Nelson Costa), Nossa Senhora da Escada (Olivença), Nossa Senhora das Vitórias (Bairro Nossa Senhora das Vitórias), Movimento dos Focolares, Pastoral Litúrgica, Ministros: Colégios: Militar, São Jorge, Vitória, e Sá Pereira: Prefeitura Municipal e Secretarias, Câmara de Vereadores, DIREC 6: Aeronáutica, Marinha e Exécito: Policia Militar, Policia Civil e Policia Federal: Bombeiros e Guarda Municipal
Animação: Coral Dom Eduardo
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DIA DA FESTA DEDICADA A SÃO JORGE - 30/04

00:00 H - QUIMAS DE FOGOS (ALVORADA)

17:00 H - MISSA SOLENE
ANIMAÇÃO - SÓ O AMOR CONSTRÓI

APÓS A MISSA PROCISSÃO LUMINOSA
ENCERRAMENTO COM A BENÇÃO DO SANTISSIMO SACRAMENTO

domingo, 24 de abril de 2011

Veja imagens da nova iluminação da Catedral

Com dinheiro da Feira da Divina Providência, a Catedral recebeu no sábado a sua nova iluminação. Veja as imagens, Isso quer dizer que foi 100% com investimentos da paróquia São Jorge



 Fotos: Pedro e Franklin

MENSAGEM DE PÁSCOA 2011 - Papa Bento XVI

Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra”

«In resurrectione tua, Christe, coeli et terra laetentur – Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra» (Liturgia das Horas).

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!

A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou! O eco deste acontecimento, que partiu de Jerusalém há vinte séculos, continua a ressoar na Igreja, que traz viva no coração a fé vibrante de Maria, a Mãe de Jesus, a fé de Madalena e das primeiras mulheres que viram o sepulcro vazio, a fé de Pedro e dos outros Apóstolos.
Até hoje – mesmo na nossa era de comunicações supertecnológicas – a fé dos cristãos assenta naquele anúncio, no testemunho daquelas irmãs e daqueles irmãos que viram, primeiro, a pedra removida e o túmulo vazio e, depois, os misteriosos mensageiros que atestavam que Jesus, o Crucificado, ressuscitara; em seguida, o Mestre e Senhor em pessoa, vivo e palpável, apareceu a Maria de Magdala, aos dois discípulos de Emaús e, finalmente, aos onze, reunidos no Cenáculo (cf. Mc 16, 9-14).
A ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa certamente a história, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével. A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem.
Tal como os raios do sol, na primavera, fazem brotar e desabrochar os rebentos nos ramos das árvores, assim também a irradiação que dimana da Ressurreição de Cristo dá força e significado a cada esperança humana, a cada expectativa, desejo, projecto. Por isso, hoje, o universo inteiro se alegra, implicado na primavera da humanidade, que se faz intérprete do tácito hino de louvor da criação. O aleluia pascal, que ressoa na Igreja peregrina no mundo, exprime a exultação silenciosa do universo e sobretudo o anseio de cada alma humana aberta sinceramente a Deus, mais ainda, agradecida pela sua infinita bondade, beleza e verdade.
«Na vossa ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra». A este convite ao louvor, que hoje se eleva do coração da Igreja, os «céus» respondem plenamente: as multidões dos anjos, dos santos e dos beatos unem-se unânimes à nossa exultação. No Céu, tudo é paz e alegria. Mas, infelizmente, não é assim sobre a terra! Aqui, neste nosso mundo, o aleluia pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências. E todavia foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou. Por isso, esta minha mensagem quer chegar a todos e, como anúncio profético, sobretudo aos povos e às comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para que Cristo Ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz.
Possa alegrar-se aquela Terra que, primeiro, foi inundada pela luz do Ressuscitado. O fulgor de Cristo chegue também aos povos do Médio Oriente para que a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências. Na Líbia, que as armas cedam o lugar à diplomacia e ao diálogo e se favoreça, na situação actual de conflito, o acesso das ajudas humanitárias a quantos sofrem as consequências da luta. Nos países da África do Norte e do Médio Oriente, que todos os cidadãos – e de modo particular os jovens – se esforcem por promover o bem comum e construir um sociedade, onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana. A tantos prófugos e aos refugiados, que provêm de diversos países africanos e se vêem forçados a deixar os afectos dos seus entes mais queridos, chegue a solidariedade de todos; os homens de boa vontade sintam-se inspirados a abrir o coração ao acolhimento, para se torne possível, de maneira solidária e concorde, acudir às necessidades prementes de tantos irmãos; a quantos se prodigalizam com generosos esforços e dão exemplares testemunhos nesta linha chegue o nosso conforto e apreço.
Possa recompor-se a convivência civil entre as populações da Costa do Marfim, onde é urgente empreender um caminho de reconciliação e perdão, para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências. Possa encontrar consolação e esperança a terra do Japão, enquanto enfrenta as dramáticas consequências do recente terremoto, e demais países que, nos meses passados, foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia.
Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança. Queridos irmãos e irmãs! Cristo ressuscitado caminha à nossa frente para os novos céus e a nova terra (cf. Ap 21, 1), onde finalmente viveremos todos como uma única família, filhos do mesmo Pai. Ele está connosco até ao fim dos tempos. Sigamos as suas pegadas, neste mundo ferido, cantando o aleluia. No nosso coração, há alegria e sofrimento; na nossa face, sorrisos e lágrimas. A nossa realidade terrena é assim. Mas Cristo ressuscitou, está vivo e caminha connosco. Por isso, cantamos e caminhamos, fiéis ao nosso compromisso neste mundo, com o olhar voltado para o Céu.

Liturgia da Palavra

Missa da Páscoa do Senhor

PRIMEIRA LEITURA

Livro dos Atos dos Apóstolos:

Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.
39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.
42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. 43Todos os profetas dão testemunho dele: “Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
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SALMO RESPONSORIAL

— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!

— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!/ ‘Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”

— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou./ Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!

— A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso;/ Que maravilhas ele fez a nossos olhos!
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SEGUNDA LEITURA

Carta de São Paulo apóstolo aos Colossenses:

Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
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SANTO EVANGELHO

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sábado, 23 de abril de 2011

Papa responde perguntas em programa de televisão

Quem não gostaria de conversar alguns minutos com o Papa e expressar-lhe as inquietudes do seu coração? Hoje, algumas pessoas – selecionadas entre mais de duas mil – tiveram esta oportunidade e fizeram várias perguntas a Bento XVI.

A emissora de televisão italiana ‘RaiUno’ convidou o Santo Padre para participar de um de seus programas, “A sua immagine” (“À sua imagem”), respondendo a perguntas dos telespectadores. O programa foi ao ar nesta Sexta-Feira Santa e os principais temas abordados foram o sofrimento, a perseguição dos cristãos, a paz e a paixão, morte e ressurreição de Jesus.

A primeira pergunta foi feita por uma menina japonesa de 7 anos que, diante do terror vivido em seu país devido aos terremotos, disse ao Papa: “Tenho muito medo, porque a casa na qual eu me sentia segura tremeu muito e porque muitas crianças da minha idade morreram. (...) Por que tenho de passar por tanto medo? Por que as crianças têm de sofrer tanta tristeza?”.

Bento XVI reconheceu que “não temos uma resposta, mas sabemos que Jesus sofreu como vocês, inocentes”, e recomendou: “Neste momento, parece-me importante que saibam que ‘Deus me ama’, ainda que pareça que Ele não me conhece”.

Recordando também a solidariedade e a ajuda oferecida por pessoas do mundo inteiro, o Santo Padre lembrou que “um dia, eu compreenderei que este sofrimento não era uma coisa vazia, não era inútil, mas que, por trás do sofrimento, há um projeto bom, um projeto de amor. Não é por acaso”.

A segunda pergunta foi feita por uma mulher italiana cujo filho está em estado vegetativo há um ano: “Santidade, a alma do meu filho abandonou seu corpo - visto que ele está totalmente inconsciente - ou ainda está nele?”. O Papa respondeu que a alma ainda está presente no corpo e fez uma comparação: “A situação é semelhante à de um violão que tem as cordas quebradas e que não pode ser tocado: assim também o instrumento do corpo é frágil, vulnerável, e a alma não pode tocar, por assim dizer, mas continua presente”.

“Sua presença, queridos pais, é um testemunho de fé em Deus, de fé no homem, de compromisso a favor da vida, de respeito pela vida humana, inclusive nas situações mais trágicas”, recordou.

Um grupo de jovens de Bagdá se dirigiu a Bento XVI para falar sobre a perseguição dos cristãos no Iraque: “De que maneira podemos ajudar nossa comunidade cristã, para que reconsidere o desejo de emigrar a outros países, convencendo-a de que ir embora não é a única solução?”. Renovando seu apoio aos cristãos e muçulmanos do país, o Santo Padre afirmou que o verdadeiro problema é que “a sociedade está profundamente dividida, lacerada” e que é preciso “reconstruir esta consciência de que, na diversidade, todos têm uma história comum, uma comum determinação”.

Também uma mulher muçulmana, da Costa do Marfim, falou da situação política do seu país, que está causando divisão entre cristãos e muçulmanos, e perguntou: “O senhor, como embaixador de Jesus, o que aconselharia ao nosso país?”. O Papa recordou a importância de orar pela população e mencionou ações concretas da Santa Sé: “Pedi ao cardeal Tuckson, que é presidente do nosso Conselho Justiça e Paz, que vá à Costa do Marfim e tente mediar, falar com os diversos grupos, com diferentes pessoas, para facilitar um novo começo”. E lembrou da necessidade de ouvir a voz de Jesus, “em quem vocês também acreditam como profeta. Ele era sempre o homem da paz”.

“O único caminho é a renúncia à violência, recomeçar o diálogo, as tentativas de encontrar juntos a paz, uma nova atenção de uns aos outros, a nova disponibilidade a abrir-se uns aos outros. E esta, querida senhora, é a verdadeira mensagem de Jesus: busquem a paz com os meios da paz e abandonem a violência”, afirmou.

A seguinte pergunta veio da Itália: “O que Jesus fez no lapso de tempo entre a morte e a ressurreição? E, já que no Credo se diz que Jesus, depois da morte, desceu ao inferno, podemos pensar que isso é algo que acontecerá conosco também, depois da morte, antes de ascender ao céu?”.

O Papa Ratzinger explicou que “este descenso da alma de Jesus não deve ser imaginado como uma viagem geográfica, local, de um continente a outro. É uma viagem da alma. É preciso levar em consideração que a alma de Jesus sempre toca o Pai, está sempre em contato com o Pai, mas, ao mesmo tempo, esta alma humana se estende até os últimos confins do ser humano. Neste sentido, desce às profundezas, vai até os perdidos, dirige-se a todos aqueles que não alcançaram a meta das suas vidas”.

“Esta palavra da descida do Senhor aos infernos significa, sobretudo, que Jesus alcança também o passado; que a eficácia da redenção não começa no ano zero ou no ano trinta, mas que chega ao passado, abrange o passado, todas as pessoas de todos os tempos”, acrescentou.

Com relação ao destino da alma humana, afirmou que “nossa vida é diferente: o Senhor já nos redimiu e nos apresentaremos ao Juiz, depois da nossa morte, sob o olhar de Jesus, e este olhar em parte será purificador; acho que todos nós, em maior ou medida, precisaremos ser purificados”.

Outra pergunta, vinda da Itália, também tratou do tema da ressurreição de Jesus: “O fato que de seu corpo ressuscitado não tenha as mesmas características de antes, o que significa? O que significa, exatamente, ‘corpo glorioso’? E a ressurreição, será assim também para nós?”.

“Naturalmente – disse Bento XVI –, não podemos definir o corpo glorioso, porque esta além da nossa experiência. Só podemos interpretar alguns dos sinais que Jesus nos deu para entender, ao menos um pouco, para onde esta realidade aponta.” Entre esses sinais, o Pontífice mencionou o sepulcro vazio, que indica que Jesus não abandonou seu corpo à corrupção: “Jesus assumiu também a matéria, razão pela qual a matéria também está destinada à eternidade”. Acrescentou que Cristo “assumiu esta matéria em uma nova forma de vida: Jesus não morre mais, ou seja, está muito além das leis da biologia, da física, porque os submetidos a elas morrem. (...) É uma vida nova, que já não está sujeita à morte, e essa é a nossa grande promessa”.

O Papa recordou que, na Eucaristia, Cristo nos dá seu corpo glorioso: “Assim, já estamos em contato com esta nova vida, este novo tipo de vida, já que Ele entrou em mim, e eu saí de mim e me estendo até uma nova dimensão da vida. Acho que este aspecto da promessa, da realidade de que Ele se entrega a mim e me faz sair de mim mesmo e me eleva, é a questão mais importante: não se trata de decifrar coisas que não podemos entender, mas de encaminhar-nos rumo à novidade que começa, sempre, de novo, na Eucaristia”.

A última pergunta foi sobre as palavras dirigidas por Jesus a Maria e a João aos pés da cruz: “Eis aqui o teu filho”, “Eis aqui a tua mãe” - que Bento XVI definiu, em seu último livro, como “uma disposição final de Jesus”. “Como devemos entender estas palavras? Que significado tinham naquele momento e que significado têm hoje em dia?”

O Santo Padre respondeu que “estas palavras de Jesus são, antes de mais nada, um ato muito humano. Vemos Jesus como um homem verdadeiro que leva a cabo um gesto de verdadeiro homem: um ato de amor por sua mãe, confiando-a ao jovem João, para que estivesse segura”. Por outro lado, explica que, “certamente, este gesto tem várias dimensões, não diz respeito apenas a esse momento: concerne a toda a história. Em João, Jesus confia todos nós, toda a Igreja, todos os futuros discípulos, à sua Mãe, e sua Mãe a nós”.

Além disso, acrescentou, “a Mãe é também expressão da Igreja. Não podemos ser cristãos sozinhos, com um cristianismo construído segundo as minhas ideias. A Mãe é imagem da Igreja, da Mãe Igreja e, confiando-nos a Maria, também temos de confiar-nos à Igreja, viver a Igreja, ser Igreja com Maria”.

O programa “A sua imagem” durou cerca de uma hora e meia e Bento XVI acompanhou sua emissão da sua biblioteca, no Palácio Apostólico vaticano.

Aparecida deve receber 240 mil fiéis nas celebrações da Semana Santa

A Sexta-feira Santa foi marcada pela encenação da Paixão de Cristo e por uma procissão com 5 mil pessoas. Devotos aproveitaram para fazer preces e agradecer as graças alcançadas.

Pelo menos 240 mil pessoas são esperadas para as celebrações da Semana Santa em Aparecida, cidade a 180 km de São Paulo, onde há o Santuário Nacional da padroeira do Brasil. A celebração de Páscoa é a segunda maior festa no santuário – perde apenas para 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida.
Nesta sexta-feira (22) e no sábado (23) não são celebradas missas, apenas atos de orações. Segundo a Igreja, este momento deve ser dedicado à meditação. No domingo de Páscoa (24) haverá sete missas durante o dia.
Nesta sexta, durante a madrugada, cerca de 5 mil fiéis encenaram a Paixão de Cristo e participaram de uma procissão.

Mais de três mil participam da Procissão do Senhor Morto

Mais de três mil pessoas de todas as idades, de acordo com os agentes de trânsito do ManausTrans, participaram da tradicional procissão do Senhor Morto, que começou às 16h, nesta Sexta-Feira Santa (22). A caminhada partiu da Igreja Nossa Senhora de Fátima, e seguiu pela Rua Visconde de Porto Alegre e Avenida Sete de Setembro, até chegar ao destino, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no Centro de Manaus.
Uma chuva leve acompanhou todo o percurso e não inibiu nenhum devoto de participar. Um dos fieis, Raimundo da Costa, para driblar a chuva, dividia um guarda-chuva com o neto, como muitos dos participantes. "A chuva não impede nada, pra a minha família essa procissão significa muita coisa. É um sacrifício que fazemos para expressar o significado da religião nesse dia tão especial", disse.
A procissão do Senhor Morto é um ato tradicional católico que acontece em toda sexta-feira santa em Manaus. Na cerimônia, prepara-se um Calvário, com o Senhor crucificado, acompanhado de algumas figuras bíblicas. O pregador representa de forma dramática a Morte de Jesus, fazendo alusão às suas sete últimas palavras.
Alguns personagens, representando os discípulos, ajudam a tirar o crucificado da cruz, após a pregação que o sacerdote faz para cada gesto da descida da cruz. Depois são retirados a coroa com espinhos, os cravos, os braços e depois todo o corpo.
Após o sermão da descida da cruz, o corpo de Jesus, simbolizado pela imagem, é colocado num esquife funerário.A procissão é seguida em silêncio, ao som das matracas e com cânticos de dor e piedade.
A devoção popular faz dessa celebração o ponto alto da Semana Santa. Todos acompanham e rezam, como se fosse de fato um enterro real. Alguns devotos ainda têm o costume de fazer a procissão descalços, como símbolo de humildade e compaixão. É o caso da senhora Maria Retrós, que desde criança faz o percurso dessa forma.
"Essa procissão é muito maravilhosa. Nunca deixei de festejar essa comemoração, e faço isso descalça, porque o Nosso Senhor fez tanta coisa por nós. Não custa nada sacrificar alguma coisa por Ele.", conta a servidora pública. Ao final da Procissão, muitos que participaram fizeram fila pra tocar na imagem de Jesus Cristo em frente à Catedral.


Fonte: D24 am/Catolicos de Ilhéus

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sancta Missa - Ação Litúrgica da Paixão do Senhor (Sexta-feira Santa)

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo,

Publicamos hoje o folheto da Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, da Sexta-feira Santa, esperamos que lhes seja útil. Abaixo mais algumas informações.

O primeiro ponto que gostaríamos de esclarecer em relação ao folheto, é que sua extensão é maior que os outros, contendo ao invés das normais quatro páginas (uma folha de sulfite) seis páginas (uma folha e meia de sulfite), por causa da magnitude da Celebração.

Gostaríamos de esclarecer alguns pontos da metodologia utilizada em nosso Folheto. Fora do Brasil não existem respostas a Oração Eucarística e, mesmo nas antigas edições do Missal Romano, vê-se que elas são colocas entre parênteses indicando-a como possibilidade Pastoral.

Tendo isso em consideração, achamos por bem conservá-las entre parênteses indicando o uso opcional dado a ela quando for pastoralmente válido ou interessante para a comunidade.

Da mesma forma, o Rito da Paz propriamente dito (a saudação entre os fiéis) é deixado também entre parênteses, indicando sua opcionalidade.

A música fica a cargo dos Ministérios paroquiais que podem escolher aquelas mais convenientes.

Por fim há a questão dos comentários. Igualmente algo que inexiste na maior parte do mundo e que, conforme a Terceira Edição da Instrução Geral do Missal Romano, não existe nos momentos comumente usados não colocamos comentários. O melhor mesmo seria deixar a Liturgia falar por si próprio, sem comentários que incomodem o bom andamento da mesma

A Eucaristia é a união visível entre todos, diz Papa

O Papa advogou nesta Quinta-feira Santa por uma unidade dos cristãos “tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
Bento XVI celebrou a Missa da Ceia do Senhor no fim de tarde de hoje em Roma, na Basílica de São João de Latrão.
Em um momento de sua homilia, o Papa enfocou uma súplica da última ceia, “que, segundo João, Jesus repetiu quatro vezes na sua Oração Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu íntimo! Tal súplica continua sem cessar sendo a sua oração ao Pai por nós: trata-se da oração pela unidade”, disse Bento XVI.
Jesus “pede que todos se tornem um só, ‘como Tu, ó Pai, estás em Mim, e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo acredite’ (Jo 17, 21)”.
“Só pode haver a unidade dos cristãos se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. Fé e amor por Jesus: fé no seu ser um só com o Pai e abertura à unidade com Ele são essenciais.”
Portanto – afirmou Bento XVI –, “esta unidade não é algo somente interior, místico. Deve tornar-se visível; tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
“Por isso, tal súplica tem escondido um sentido eucarístico que Paulo pôs claramente em evidência na Primeira Carta aos Coríntios: ‘Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos desse único pão’ (1 Cor 10, 16-17).”
Com a Eucaristia – disse o pontífice –, nasce a Igreja. “Todos nós comemos o mesmo pão, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de nós para além de si mesmo. Torna-nos todos um só”.
“A Eucaristia é o mistério da proximidade e comunhão íntima de cada indivíduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, é a união visível entre todos. A Eucaristia é sacramento da unidade. Ela chega até ao mistério trinitário, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade visível.”
“Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia é o encontro pessoalíssimo com o Senhor, e no entanto não é jamais apenas um ato de devoção individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor está presente de modo total; mas Ele é um só em todas as comunidades.”
“Por isso, fazem necessariamente parte da Oração Eucarística da Igreja as palavras: ‘una cum Papa nostro et cum Episcopo nostro’. Isto não é um mero acréscimo exterior àquilo que acontece interiormente, mas expressão necessária da própria realidade eucarística”, afirmou o Papa.
“E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade é totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se visível, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para nós mesmos um critério concreto.”
Segundo Bento XVI, “todos nós devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele é, e não como queríamos que fosse. A nós também nos custa aceitar que Ele esteja à mercê dos limites da sua Igreja e dos seus ministros”.
“Também não queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Também nos escondemos por detrás de pretextos, quando a pertença a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa.”
“Todos nós temos necessidade da conversão que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser Homem. Temos necessidade da humildade do discípulo que segue a vontade do Mestre.”
“Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos benévolos, e nos converta”, disse o Papa.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

GRUPOS PARA ADORAÇÃO - SEXTA-FEIRA SANTA

Segue aqui a relação dos grupos da paróquia São Jorge para a adoração ao Santissimo Sacramento na Sexta-Feira Santa.


Das 08:00 às 09:00 H - Apostolado da Oração
Das 09:00 às 10:00 H - Ministros e Ministério AVA
Das 10:00 às 11:00 H - Pastoral Litúrgica e Pastoral Familiar, ECC, e Ministério Só o Amor Constrói
Das 11:00 às 12:00 H - Pastoral do Dizimo e Coral Dom Eduardo
Das 12:00 às 13:00 H - Pia União de Santo Antonio e Grupo Nossa Senhora das Graças
Das 13:00 às 14:00 H - Legião de Maria e Mãe Peregrina
Das 14:00 às 15:00 H - Catequese: Eucaristia, Crisma, Batismo, A Juventude e os Coroinhas
Das 15:00 às 16:00 H - Grupo Da Fraternidade, E o Movimento dos Focolares
Das 16:00 às 17:00 H - Comunidade da Vitória e Comunidade do Outeiro

AS 17:00 H - AÇÃO LITÚRGICA DA PAIXÃO DO SENHOR
LOCAL: CATEDRAL DE SÃO SEBASTIÃO

Católicos de Ilhéus revivem o encontro de Jesus e Maria

O encontro ocorreu na Praça J. J. Seabra onde as mulheres que sairam da igreja de São Jorge e os homens que sairam da Catedral de São Sebastião, se encontraram para refletir sobre o momento chave, que é o encontro de Jesus com sua mãe.
Este Encontro de Jesus com Sua Mãe é o Encontro da Missão que todos os batizados são convidados a refletir, aderir e viver: a missão da santidade de vida e da santidade da nova evangelização: “vamos lançar as redes nas águas mais profundas” e edificar entre nós um encontro permanente de fé, de esperança, de caridade, de comum unidade para que os sofrimentos momentâneos se transformem em Novo PENTECOSTES.

E para que experimentos dos inefáveis frutos que podemos colher na meditação desses mistérios da vida de Cristo, devemos nos aproximar, primeiro de Jesus.

É o momento do encontro. É quando nos vem à mente toda a nossa vida. Estamos diante dele, assim como Maria sua mãe. Ela, porém, na contemplação da dor e da maldade dos homens; nós na detestação de nossos pecados na execração das fontes da corrupção da graça: o mundo, a carne e o pecado.

Ó Maria, minha boa mãe, ouvi nossos rogos. Leva-nos contigo até Jesus. Neste encontro lastimoso, na Rua da Amargura, coloquemo-nos junto de nossa Mãe Santíssima e ela nos levará até o seu benditíssimo filho.

Queira, ó Virgem das Dores, consolar-nos de nossas misérias e conduzi-nos até Jesus.

Sigamos com Ela, piedosos irmãos e irmãs, até o Calvário, para lavarmo-nos no sangue redentor.

Vamos aderir a Deus pelo sofrimento consciente de conversão, de misericórdia, para viver a santificação da vida em Deus, com o auxílio de nosso Redentor e da co-redentora Maria Santíssima.

O SOFRIMENTO está presente no mundo para desencadear o amor, para fazer nascer obras de amor para com o próximo, para transformar toda a civilização humana, na CIVILIZAÇÃO DO AMOR.

Esta é a missão deste encontro doloroso, mais amoroso, pois Jesus tanto amou a humanidade que na Cruz morreu para que todos revivêssemos na graça e a vivêssemos em abundância.

Fonte: Movimentaçoes das Comunidades Católicas de Ilhéus

Semana Santa, tempo de missão

Desde sempre, a Igreja intensifica a sua evangelização nos tempos litúrgicos fortes, como a Semana Santa. As missões populares, procissões, vias sacras e outras formas de religiosidade popular preenchem este tempo litúrgico.
Cada vez há mais e mais leigos empenhados em missões. Desde aqueles que as realizam devido ao carisma dos seus respectivos movimentos até os que, participando da missão evangelizadora da Igreja, desejam despertar esse "gigante adormecido" que são os leigos nas comunidades católicas.
Como em toda Semana Santa e Natal, cerca de 20 leigos missionários, pertencentes aos missionários xaverianos de Yarumal, partirão no dia 15 de abril de Medellín para diferentes lugares da Colômbia, como Armero-Guayabal (Tolima), Belén de Bajirá (Mutatá-Antioquia), Yacopí (Cundinamarca) e Itsmina (Chocó).
Após um período de formação intensa e "com o coração alegre por ir e servir seus irmãos mais distantes e que vivem em situações de extrema pobreza, esses leigos, em sua maioria profissionais, optam por viver esta Semana Santa de uma maneira diferente", afirmam os organizadores, em nota enviada a ZENIT.
"Estarão na beira dos rios, entre as imensas veredas da geografia nacional, visitando casas simples e pobres, acompanhando a dor de muitos doentes e a esperança das crianças e dos jovens, promovendo o desenvolvimento integral das comunidades e também celebrando com elas a vida, paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus", porque são conscientes de que Jesus deve ser transmitido, divulgado, dado a conhecer, para que outras pessoas também façam o mesmo, segundo afirmam esses leigos comprometidos na tarefa missionária.
Conforme relata Jorge Hernán Jaramillo, coordenador dos leigos missionários, "estamos em um tempo forte na Igreja, no qual todos nós temos um lugar e uma missão: conhecer e fazer que as demais pessoas se aproximem do Redentor e o conheçam".
"É preciso - acrescenta - dirigir o olhar a Jesus e convidar os irmãos a fazerem o mesmo, pois esta é a tarefa do missionário: fazer todo o possível para que em toda a terra se ame Jesus Cristo."
É por isso que os leigos missionários xaverianos de Yarumal aproveitarão esta Semana Santa para estar em meio a tantos grupos humanos.
Junto à evangelização e às celebrações litúrgicas, buscarão que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida. É um voluntariado no qual se promove, com fatos, a afirmação eclesial de que "cada batizado é um missionário".
Por outro lado, um aspecto da nova evangelização é a pastoral urbana. O Instituto Superior de Estudos Eclesiásticos do México e o Instituto Dom Raspanti organizam um curso de Piedade Popular e Catequese. Constará de 6 encontros dirigidos pelos sacerdotes Jorge Seibold e Osvaldo Napoli.

Papa reflete sobre sofrimento de Cristo no Getsêmani

O Papa Bento XVI dedicou a audiência de hoje a refletir sobre o significado profundo da agonia de Cristo no Getsêmani.

De fato, o sofrimento de Cristo no Horto das Oliveiras ocupou quase toda a catequese sobre a paixão e morte, enfocando todo o tríduo pascal a partir de uma ótica diferente da dos anos anteriores, nos quais ele explicava cada uma das celebrações.

O Papa sublinhou a importância, depois dos ofícios da Quinta-Feira Santa e do lava-pés, de participar da adoração eucarística, que precisamente faz memória deste momento especialmente duro da vida de Jesus.

No Getsêmani, "Jesus diz aos seus: ficai aqui e vigiai; e este apelo à vigilância se refere de modo preciso a este momento de angústia, de ameaça, no qual chegará o traidor, mas concerne também a toda a história da Igreja", explicou.

Esta exortação de Cristo é "uma mensagem permanente para todos os tempos, porque a sonolência dos discípulos não era só o problema daquele momento, mas o grande problema de toda a história".

Esta sonolência, afirmou, é a insensibilidade da alma frente ao poder do mal, frente a Deus: "esta é a nossa verdadeira sonolência; esta insensibilidade diante da presença de Deus que nos torna insensíveis também diante do mal".

A vontade de Deus

Depois, o Papa quis falar sobre a oração de Jesus no Getsêmani: "Não se faça a minha vontade, mas a tua".

Esta vontade de Cristo, explicou o Papa, é que "não deveria morrer", "que se afaste dele esse cálice do sofrimento: é a vontade humana, da natureza humana, e Cristo sente, com toda a consciência do seu ser, a vida, o abismo da morte, o terror do nada, essa ameaça do sofrimento".

No horto, Jesús transforma "esta vontade natural sua em vontade de Deus, em um "sim" à vontade de Deus".

"Entrar na vontade de Deus não é uma oposição à pessoa, não é uma escravidão que violenta a minha vontade, mas é entrar na verdade e no amor, no bem", recordou.

Jesús, afirmou o Papa, convida todos a "entrar nesse seu movimento: sair do nosso ‘não' e entrar no ‘sim' do Filho. Minha vontade existe, mas a decisiva é a vontade do Pai, porque esta é a verdade e o amor".

Sumo Sacerdote

Por último, o Papa explicou como, no Getsêmani, Jesus se converte no verdadeiro Sumo Sacerdote, prefigurado no sacerdócio levítico.

A Carta aos Hebreus, afirmou, "nos dá uma profunda interpretação desta oração do Senhor, deste drama do Getsêmani. Diz que estas lágrimas de Jesus, esta oração, estes gritos de Jesus, esta angústia, tudo isso não é simplesmente uma concessão à fraqueza da carne, como poderia ser dito".

"Precisamente assim, Ele realiza a tarefa do Sumo Sacerdote, porque o Sumo Sacerdote deve levar o ser humano, com todos os seus problemas e sofrimentos, à altura de Deus."

Esta "humilhação do Getsêmani é essencial para a missão" de Jesus, afirmou o Papa. "Ele leva consigo o nosso sofrimento, nossa pobreza, e os transforma segundo a vontade de Deus. E assim abre as portas do céu, abre o céu: esta cortina do Santíssimo, que até agora o homem fechava contra Deus, é aberta pelo seu sofrimento e pela sua obediência."

"O critério que guiou cada escolha de Jesus durante toda a sua vida foi a firme vontade de amar o Pai, de ser um com o Pai, de ser-lhe fiel; esta decisão de corresponder ao seu amor o impulsionou a abraçar, em toda circunstância, o projeto do Pai."

"Disponhamo-nos a acolher, também nós, em nossa vida, a vontade de Deus, conscientes de que, na vontade de Deus, ainda que pareça dura, em contraste com as nossas intenções, encontra-se o nosso verdadeiro bem, o caminho da vida", concluiu.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Missa dos Santos Oléos, Reuni centenas de Fiés

Foi realizada hotem (19), A tradicional Missa dos Santos Oléos, que esse ano foi na Igreja Nossa Senhora da Escada em Olivença, A Celebração começou por voltas das 18:00 H, e contou com a presença de quase todos os padres da diocese de Ilhéus, A Celebração é marcada pela consagração dos oléos do Bastismo, Crisma, e Onção Dos Enfermos, que no final da celebração é entregue a cada padre, Para o mesmo usar durante todo o ano na sua paroquia.

Veja Algumas Fotos Da Celebração:


Texto e Fotos: Pedro Roberto

Condolências do Papa pela morte do cardeal Saldarini

Bento XVI expressou em um telegrama sua dor pela morte do cardeal Giovanni Saldarini, arcebispo emérito de Turim, ocorrida ontem em Milão, aos 86 anos de idade.

No texto, enviado ao arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, o Papa recorda que o cardal faleceu “após uma longa enfermidade vivida com confiado abandono no Senhor”.

O bispo de Roma expressa a Dom Nosiglia, a toda comunidade local e à família do purpurado sua “profunda participação na dor” deste momento, “pensando com afeto neste querido irmão que serviu generosamente ao Evangelho e à Igreja”.

Ele recorda com gratidão “a intensa obra pastoral realizada primeiro como sacerdote zeloso e bispo auxiliar de Milão, e depois como solícito e amável arcebispo” de Turim, ao tempo em que eleva “ferventes orações ao Senhor para que o acolha em sua paz”.

O Papa envia aos que choram sua “consoladora benção apostólica”, com “um pensamento especial para aqueles que o auxiliaram amorosamente nestes últimos anos de enfermidade”.

O cardeal Saldarini nasceu em Cantù (Lombardia) a 11 de dezembro de 1924. Foi ordenado sacerdote a 31 de maio de 1947, bispo a 7 de dezembro de 1984 e criado cardeal a 28 de junho de 1991.

Com sua morte, o Colégio cardinalício passa a ter 199 membros, 116 dos quais são eleitores. Há 108 cardeais europeus, 21 da América do Norte, 31 da América Latina, 17 da África, 19 da Ásia e 4 da Oceania.

150 blogueiros se reunirão no Vaticano

Cento e cinquenta blogueiros foram convidados a comparecer a um encontro no Vaticano no dia 2 de maio, pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, presidido por Dom Claudio Maria Celli.

Conforme relata a ZENIT Kervin Frometa, do tucristo.com, 750 pedidos foram recebidos e foi necessário fazer "uma seleção difícil para oferecer, tanto quanto possível, um quadro geral e representativo da ‘blogosfera'".

Richard Rouse, na nota, diz que há alguns blogueiros iniciantes e outros famosos; alguns blogs são institucionais, outros pessoais; existem aqueles que contam histórias pessoais e outros que narram fatos e acontecimentos locais e internacionais. Alguns têm um bom financiamento e outros sobrevivem.

Para a primeira seleção, foi preciso garantir uma presença diversificada, enquanto para a seleção final foi realizado um sorteio.

Pede-se aos que não estão na lista que "não se sintam excluídos". Os blogueiros presentes na reunião informarão constantemente sobre o desenvolvimento do encontro e talvez se possa organizar uma conexão direta ao evento.

Os 150 blogueiros da lista receberão mais instruções após a Páscoa. No entanto, é importante lembrar que não existem planos para dar subsídios ou financiamentos para a estadia em Roma. O convite foi, e continua sendo, para os blogueiros que estarão em Roma para a beatificação de João Paulo II.

Por fim, esclarece-se que ser selecionado não implica qualquer aprovação do conteúdo dos blogs pelo Vaticano, nem o contrário: não ter sido selecionado não significa uma desaprovação.

A lista completa dos 150 selecionados por ser vista em site do Conselho Pontifício.

Fonte: Zenit

terça-feira, 19 de abril de 2011

“Missão de João Paulo II foi ser testemunha”

A Madre Adela Galindo, fundadora de um instituto religioso recente, de 1990, com sede na diocese de Miami (EUA), escreveu uma carta à sua família espiritual, centrada na próxima beatificação de João Paulo II, a quem considera como pai espiritual e inspirador do carisma da sua obra.

A religiosa, fundadora das Servas do Coração Transpassado de Jesus e Maria, começou a sua carta transmitindo sua alegria pela notícia da beatificação e afirmando: "Mesmo após sua morte, ele continua fazendo o mesmo que fez durante sua vida terrena: ser testemunha. Foi e ainda continua sendo o coração da Igreja e do mundo, uma grande testemunha".

E depois começa a mencionar os aspectos nos quais, para ela, o Papa Karol Wojtyla cumpriu a sua missão de ser uma testemunha fiel: "testemunha ardente de que o amor pode fazer tudo, de que o amor é possível e de que o amor é a nossa maior dignidade e, ao mesmo tempo, a nossa principal missão".

Para a Madre Galindo, João Paulo II testificou, com a sua vida e obra, "que a pessoa humana foi criada para a plena liberdade, a liberdade que se encontra no dom de escolher o bem, de fazer escolhas de alto grau do amor, escolhas que transformam sua história e a história do mundo em história de salvação. Ele foi testemunha de que o coração humano é capaz de amar até dar a vida".

Foi "testemunha da esperança cristã, testemunha de que, nos momentos terrivelmente escuros da história humana, Deus está presente, Deus entra na história, de muitas formas".

Também transmitiu o poder salvífico do sofrimento humano: "João Paulo foi formado na escola da cruz desde pequeno, testemunhou em primeira pessoa que o sofrimento, em todas as suas formas, só alcança seu significado mais profundo e sua maior fecundidade na cruz".

Ele conclui o perfil do novo beato com esta afirmação: "João Paulo II foi e é uma testemunha fiel, eloquente e autêntica do amor: amou doando-se e amou até o extremo".

Para saber mais sobre esta família espiritual: www.corazones.org.

Ultima Via Sacra da Quaresma aconteceu no Outeiro de São Sebastião

Sob o tema Contemplamos a paixão de Cristo e a paixão do mundo, o Outeiro de São Sebastião recebeu a ultima via sacra da Paróquia de São Jorge, percorrendo as principais rua do bairro, os fiéis meditaram nos ultimos momentos de Cristo na terra, sob a direção do Pe. Ednilson.

Fonte Movimentaçoes das comunidades Católicas de Ilhéus
Foto: Franklin


Papa se encontrará com famílias e jovens croatas

O Papa Bento XVI celebrará uma vigília com os jovens e presidirá o Dia Nacional das Famílias Católicas durante sua visita apostólica à Croácia, no primeiro fim de semana (dias 4 e 5) de junho.

Esta será uma viagem breve, mas intensa, ao país balcânico, durante a qual o Papa terá quatro reuniões importantes: com representantes civis e políticos, jovens, famílias e líderes católicos, de acordo com o programa oficial divulgado hoje pela Santa Sé.

No sábado, 4 de junho, o Pontífice e sua comitiva partirão do Aeroporto Fiumicino (Roma) rumo a Zagreb, onde, ao chegar, está previsto um primeiro discurso.

Depois, ele se dirigirá ao palácio presidencial de Zagreb, onde fará uma visita de cortesia ao presidente, Ivo Josipovic. Após esta visita, receberá em audiência o presidente do governo, Jadranca Kosor, na nunciatura.

Após o almoço, Bento XVI se dirigirá ao Teatro Nacional, onde se encontrará com representantes políticos, religiosos e do mundo da cultura e da empresa, bem como com o corpo diplomático, a quem dirigirá um segundo discurso.

Às 19h30, o Papa irá à Praça Ban Josip Jelačič, em Zagreb, onde está prevista a realização de uma vigília com os jovens croatas, a quem dará um outro discurso.

No dia seguinte, domingo 5, o Pontífice irá ao Hipódromo de Zagreb, onde celebrará a Missa no Dia Nacional das Famílias da Croácia. Lá, rezará também, como é de preceito no tempo pascal, o ‘Regina Coeli'.

Depois de almoçar com os bispos croatas e despedir-se da nunciatura de Zagreb, ele se dirigirá à catedral da Assunção da Virgem e a Santo Estêvão e São Ladislau, onde rezará diante do túmulo do Beato Alojzije Stepinac.

Lá, terá um último encontro com os bispos, sacerdotes, seminaristas e religiosos, a quem dará um discurso.

Depois de visitar a residência do cardeal arcebispo de Zagreb, o Papa e sua comitiva se dirigirão ao aeroporto Pleso, onde haverá um último discurso de despedida antes de partir para Roma.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Origem da Semana Santa

Vem desde os primeiros séculos cristãos o costume de celebrar de modo especial a semana anterior à Festa da Páscoa, se bem que inicialmente as solenidades reduziam-se à sexta-feira e ao sábado.
O nome: No século IV, essa semana especial chamava-se Hebdomada paschalis (semana pascal), e no século seguinte passou a chamar-se Semana Autêntica. Isso em Roma. No Oriente, chamava-se Semana Maior. Por esse mesmo tempo surgiu o nome Semana Santa.
Duração: Como dissemos, inicialmente, talvez já nos tempos dos apóstolos, a Semana Santa era celebrada só a partir da sexta-feira. Eram dois dias (sexta-feira e sábado) de jejum rigoroso, em preparação para o domingo, em que se celebrava a ressurreição de Cristo. Depois, foi incluída também a quarta-feira, para lembrar o dia em que os chefes judeus decidiram prender o Salvador.
Lá pelo ano de 247, parece que já tínhamos toda uma Semana Santa. Um escritor desse tempo diz que muitos passavam todos esses dias sem provar nenhuma alimento. Em algumas igrejas, esses dias eram também de descanso para todos os servos e escravos. Algumas Igrejas celebravam todas as noites vigílias solenes de orações e leituras, com a celebração da eucaristia.
Onde Surgiu: Ao que parece, as cerimônias próprias da Semana Santa surgiram principalmente em Jerusalém onde, de certo modo, permaneciam mais vivas as lembranças dos últimos dias de Jesus. Essas solenidades foram imitadas pelas Igrejas do Oriente, depois pelas Igrejas européias. Só lá pelo século IX é que chegaram até Roma. É interessante notar que, já nesses primeiros tempos, na sexta-feira e no sábado jamais se celebrava a eucaristia.
Domingo de Ramos
O nome desse domingo já existia lá pelo ano 600 e pouco. Houve tempo em que esse domingo se chamava Capitulavium (Lavação das cabeças), porque nesse dia, os que iam ser batizados no sábado seguinte, participavam de uma cerimônia preparatória, quando suas cabeças eram solenemente lavadas.
A procissão de ramos: começou a ser feita em Jerusalém, no século IV, para relembrar a entrada solene de Jesus, aclamado como Messias. Não se tratava apenas de relembrar um fato do passado, mas de dar um testemunho público de fé em Jesus como o Salvador enviado.
Em Jerusalém, a procissão começava às treze horas, no Monte das Oliveiras. Cantavam-se hinos e salmos, e ouviam leituras da Escritura Sagrada. Finalmente, lá pelas dezessete horas, era lido o evangelho que descreve a entrada de Jesus em Jerusalém. Todos, então, com ramos de oliveira e palmas, saiam em direção da cidade, cantanto e orando. De tempos a tempos havia umas paradas, semelhantes aos “Passos” da Semana Santa brasileira.
Na Idade Media, a celebração do Domingo de Ramos deu oportunidade para grandes encenações do episódio. Em alguns lugares não faltava nem mesmo um burrinho de madeira, arrastado sobre rodas. Sobre o burrinho vinha uma imagem de Jesus.
Leitura da Paixão: Já era feita, nos tempos mais antigos. Lá pelo ano 1000, as Igrejas do norte da Europa introduziram o costume de fazer a leitura, ou o canto, de forma dialogada por várias pessoas. Salientava-se assim a dramaticidade da narrativa.
Quinta-feira Santa
Seu nome antigo era: Feria quinta in Coena Domini, Quinta-feira da Ceia do Senhor; isso já no século V. Em alguns lugares chamava-se Dia da Traição.
Missa dos Santos Óleos: Data do século VI o costume de fazer na Quinta-feira santa a bênção dos santos óleos. Isto é, do óleo usado para as unções nos sacramentos da Batismo,da Crisma e dos Enfermos.
Purificação do altar: Atualmente, depois da missa da tarde, o altar é deixado sem nenhuma toalha. A piedade popular em pouco tempo atribuiu a esse uso um sentido simbólico: a denudação de Cristo antes de sua crucifixão. Históricamente, parece que a origem da cerimônia foi o costume que havia de deixar o altar sem toalhas quando não se celebrava a eucaristia. Na idade Média, surgiu o costume de, nesse dia, se lavar o altar com água e vinho. Inicialmente era a prosaica limpeza do altar e de toda a Igreja para as solenidades de Páscoa. Mas em breve passou a ser um rito com significado simbólico.
Lava-pés: A cerimônia do Lava-pés procura reproduzir ritualmente o gesto de Cristo que lavou os pés de seus discípulos, como prova de amor e disposição para servir. O costume já existia desde o século VI. Em Roma, o papa lavava os pés de treze pobres, aos quais tinha servido uma ceia. Por que treze e não doze pobres? Conta-se que o Papa S. Gregório Magno costumava servir uma refeição diária a doze pobres: um dia havia um pobre a mais. Seria o Cristo disfarçado de mendigo.
O Lava-pés chama-se também Mandatum. Esse nome vem das palavras de Cristo cantadas durante o rito: “Eu vos dou, um novo mandatum, um novo mandamento.
Sexta-feira Santa
Nomes antigos: Um dos primeiros nomes da Sexta-feira Santa foi: Parasceve, que era o nome do dia de preparação para a Páscoa dos judeus; segundo os evangelhos, nesse dia é que, Jesus foi crucificado. Tertuliano dava-lhe, no século III, o nome de Dies Paschae, Dia da Páscoa. No século IV, Sto. Ambrósio chamava essa sexta-feira de Díes amaritúdinis: Dia da amargura. Ainda agora é chamada também de Sexta-feira Maior.

Desde os tempos primitivos do cristianismo, nesse dia não se celebrava a eucaristia. Havia apenas leituras e orações. As cerimônias litúrgicas desse dia trazem ainda a marca de uma antiguidade muito grande. É composta de três partes:
1) Leituras e orações:A liturgia começa diretamente com leituras dos profetas, cantos e a leitura dialogada da Paixão. Há depois uma série de orações solenes pelas necessidades da Igreja e do mundo. A tradição dessas orações, abandonada no século VI, foi retomada pela nova liturgia depois do Concílio Vaticano II, que introduziu em todas as missas as assim chamadas “orações dos fiéis” ou “Oração da Comunidade”.
2) Adoração da Cruz:Desde logo é preciso fazer um esclarecimento: Aqui a palavra “adoração” significa apenas veneração solene. Adoração, no sentido próprio, pode ser prestada só a Deus.
A cerimônia da Adoração da Cruz, teve origem em Jerusalém, no século IV, depois que Constantino encontrou as relíquias da Cruz do Salvador. Aos poucos a cerimônia foi sendo adotada também por outras cidades onde havia relíquias da Cruz. Mais tarde, foi assumida por todas as Igrejas. Prestando uma veneração especial à Cruz ou ao Crucifixo, manifestamos nossa fé no Cristo Redentor, que nos salvou por sua morte. Adorando a cruz, é de fato ao Cristo que adoramos, reconhecendo nele o Filho de Deus Encarnado e oferecido em sacrifício por nós.
3) Comunhão:Desde os tempos mais antigos foi costume não celebrar a Missa na Sexta-feira Santa. Geralmente a explicação dada é que assim a Igreja quer manifestar seu luto pela morte do Salvador. Até o século VIII não havia nem mesmo a comunhão, que só aos poucos foi introduzida na liturgia do dia. Em l622, foi proibida a comunhão dos fiéis. Isso continuou até os nossos dias, quando foi reintroduzida.
Sábado SantoDesde os tempos primitivos, também no Sábado Santo não havia celebração da missa. Os fiéis reuniam-se nas igrejas para uma última preparação dos que iam ser admitidos ao batismo. Eles tinham acabado de aprender o Credo, e nesse dia eram trazidos para diante da comunidade, para fazerem uma solene declaração de fé.

Ao cair da tarde começava a solene vigília, que se prolongava até o nascer do sol do Domingo da Ressurreição. Com o passar do tempo, o início dessa vigília foi sendo colocado cada vez mais cedo, até ser realizada na manhã do próprio sábado. Assim foi até a reforma realizada pelo papa Pio XII que, apropriadamente recolocou a Vigília Pascal na noite do Sábado Santo. Assim, já não tem cabimento falar em Sábado da Aleluia. A comemoração da ressurreição é agora feita com muito mais sentido nas horas noturnas.
Solene vigília de Páscoa: Seu horário de início varia um tanto de lugar para lugar. De modo geral está marcado em torno das 22 horas. Sua liturgia consta de quatro partes:
1) a bênção do fogo novo: Essa cerimônia começou a ser realizada de modo mais geral só a partir do século IX. No pátio, à entrada da igreja, acendia-se o fogo, usando pedras. Talvez inicialmente não fosse propriamente uma cerimônia, mas apenas um gesto normal, imposto pelas circunstâncias. Na quinta-feira, tinham sido apagadas todas as luzes da igreja. Era preciso reacendê-las para as funções noturnas. O meio normal para se conseguir fogo era o uso de pedras, uma vez que não dispunham de nossos meios modernos.
Aos poucos o ato foi sendo enriquecido com simbolismos. O que, aliás, não é de se estranhar: para os antigos o fogo era sempre um elemento misterioso. Era símbolo da vida, lembrava a divindade. Nada mais natural que esse simbolismo fosse aproveitado pelos cristãos. A própria oração da bênção do fogo diz-nos que “O Cristo é a pedra usada por Deus para acender em nós o fogo da claridade divina”. Esse simbolismo, aliás, do Cristo que ilumina, aquece e é centro de vida, era mais claro ainda para os antigos. Isso porque, na Sexta-feira Santa, era costume apagar o fogão e todas as luzes das casas. Era no fogo novo que cada família acendia uma lâmpada para levar para casa e acender tudo de novo.
2) a bênção do Círio Pascal: Com o fogo novo, solenemente tirado da pedra e benzido, acende-se o Círio Pascal (vela grossa de cera), que é solenemente levado para dentro da igreja, que ainda está às escuras. O diácono, que leva o círio, na entrada, depois no meio da igreja, e finalmente quase chegando ao altar, pára e canta alegremente: A LUZ DE CRISTO!
Isso já nos ajuda a perceber o que significa a cerimônia: glorificação alegre do Cristo que ilumina o mundo. A cada vez que o diácono canta A LUZ DE CRISTO!, o celebrante, o clero e o povo vão acendendo também suas velas na chama do círio. Em breve toda a igreja está iluminada por velas, que foram todas acesas na mesma chama. Cristo é a Luz, da qual todos os homens recebem a vida, a mesma vida em todos. O Círio Pascal é colocado ao lado do altar. Canta-se então uma das melodias mais belas de toda a música da Igreja: o Exultet – Alegre-se agora toda a multidão dos anjos do céus… Não sabemos com certeza quando começou essa tradição litúrgica. O certo é que já encontramos referências lá pelo ano 384.
3) a bênção da água batismal:  Nos primeiros séculos da Igreja, era neste sábado que se fazia o Batismo dos que, durante um tempo mais ou menos longo, tinham sido preparados para a admissão na comunidade. Os que já tinham abraçado a fé cristã, mas ainda estavam recebendo a catequese, chamavam-se catecúmenos. Nessa noite de vigília recebiam as últimas instruções e ouviam com a comunidade leituras da Escritura apropriadas para a circunstância. Logo em seguida o bispo, rodeado pelos sacerdotes e acompanhado pelos catecúmenos e seus padrinhos, dirigiam-se para a fonte batismal, enquanto os fiéis permaneciam na Igreja. A fonte batismal geralmente estava colocada num ambiente separado, chamado Batistério. Durante muitos séculos a fonte batismal era como que uma pequena piscina, onde as pessoas podiam ser mergulhadas na água. Desde os primeiros séculos também, em alguns lugares a fonte estava colocada num local um pouco mais baixo que o piso do batistério, tendo ao centro uma coluna com um reservatório de água. Água que era abundantemente derramada sobre a cabeça dos neófitos (palavra grega que significa novas plantas).
Hoje, temos na Vigília Pascal apenas lembranças dessas cerimônias dos primeiros séculos. Mas lembranças ainda suficientes para nos fazer perceber o significado de nosso batismo, pelo qual nos unimos à morte e à ressurreição de Cristo.
4) a Missa de Páscoa: É a maior solenidade do ano. Até o século XI, era só nesse dia que os simples padres podiam cantar solenemente o Glória a Deus nas alturas. Nesse momento do canto do Glória, como ainda hoje, novamente os sinos e o órgão irrompiam numa grande explosão de alegria. Cristo venceu a morte, também para nós existe a tranqüila garantia de vida e esperança.