A hipnoterapia ou hipnose, técnica natural que possibilita à pessoa solucionar os próprios problemas, vem sendo usada pela Igreja Católica para ajudar a curar depressão, traumas e outros males. Sessões de relaxamento também são outro recurso eficiente. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2020 a depressão será uma das principais causas de incapacidade para o trabalho em todo o mundo, só superada pelas doenças cardíacas. Outro dado da OMS é que de cada 100 pessoas em todo o mundo 15 tiveram ou têm a doença.
Na paróquia Imaculado Coração de Maria, no bairro Santa Cruz, pe. Oscar Clemente, com mestrado em Teologia Bíblica nos Estados Unidos e formação em Parapsicologia, atende uma média de 20 pessoas por semana. Desde que começou a estudar o assunto, em 2008, ele atendeu mais de 200 pessoas com resultados positivos.
Uma sessão apenas não basta. Pesquisa do psicólogo americano Alfred A. Barrios, PhD, publicada pela American Health Magazine, aponta que a psicanálise tem 38% de casos resolvidos em 600 sessões; a terapia comportamental, 72% de casos resolvidos em 22 sessões; a hipnoterapia tem 93% dos casos resolvidos em seis sessões.
No Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o padre Dionísio Correia dos Santos, psicólogo formado pela Unip, já atendeu mais de 6 mil pessoas nos últimos 20 anos, com atendimento no plantão psicológico e na sua clínica. Em Catanduva, o bispo Otacílio Luziano da Silva tem formação em Parapsicologia com o padre Oscar Quevedo, especialista no assunto, e pretende aplicar a técnica na sua diocese.
O atendimento na Santa Cruz é de segunda-feira a sábado. Padre Oscar terminou um curso de Hipnoterapia Ericksoniana, em Águas de São Pedro, ministrado em inglês por especialistas: Paul Adler, Jairo Mancilha, Berndt Stern, Robert Dilts e Fábio Puentes. A técnica foi criada pelo psiquiatra americano Milton Erickson, assim resumida: “um processo em que ajudamos as pessoas a utilizar suas próprias associações, memórias e potencial de vida para alcançar seus próprios objetivos terapêuticos.”
Como é a sessão
Na hipnoterapia, a sessão começa com um papo descontraído (se for homem, a conversa cai naturalmente no futebol) e passa-se ao relaxamento. Em seguida, aplica-se o tapping (pancadinhas leves e ritmadas) nos joelhos do paciente, nos antebraços e nos dois lados da cabeça.
Acompanhando o ritmo, a pessoa é hipnotizada, mas não perde a consciência. O padre vai então dirigindo a conversa para o rumo do trauma ou problema que precisa ser resolvido. Ele sempre pede para a pessoa dimensionar o tamanho do problema usando as mãos que vão se abrindo até onde der. No fim, ele repete o pedido, e as mãos quase se juntam. Sinal que o problema ou trauma está sendo reduzido.
Na última quinta-feira, o bancário Pedro Lucas Cajuela, 28 anos, de Mirassol, passou por uma sessão com padre Oscar. Veio para falar da sua necessidade de foco na profissão: ele quer ser advogado, mas ainda não se encaminhou para tal, talvez por opiniões de familiares.
Mas durante o relaxamento e a hipnose, padre Oscar levou-o até um problema que o aflige desde os 15 anos: insônia. Com o tapping, o padre foi induzindo Pedro até uma idade em que ele passou a não dormir. “Vi a cena direitinho. A casa estava em reforma, e eu dormia no sofá da sala. O sono ficou tumultuado porque estava tudo fora de lugar na casa e eu custava a dormir. De manhãzinha, quando eu não aguentava mais e ia cochilar, os pedreiros chegavam e começava a barulheira. Revi tudo aquilo, o sofá no meio da sala, os pedreiros à minha esquerda,” contou Pedro, que nem foi ao padre Oscar para falar da dificuldade de dormir.
Desde aquela época, ele dorme só das 5 às 8 da manhã, mas nunca associou a insônia ao período da reforma da casa. Com tão poucas horas de descanso, ele vai trabalhar com a cabeça pesada de sono e muita informação simultânea no cérebro. “Fico pensando nas coisas de ontem para resolvê-las no dia seguinte. Fico sobrecarregado de informação. Aí não durmo, mesmo.” No dia seguinte, a reportagem ligou para Pedro: ele tinha dormido uma hora a mais.
Padre Quevedo inspirou bispo de Catanduva
Para o bispo de Catanduva, dom Otacílio Luziano da Silva, a Parapsicologia (que engloba a hipnoterapia) é um recurso valioso para evangelizar. Ele tem formação com o padre Oscar Quevedo, no CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia), em São Paulo, e já ajudou mais de 400 pessoas antes de ser ordenado bispo.
Padre Quevedo criou o CLAP para atender casos e estudar fenômenos paranormais, e sobretudo para desmistificar casos que o povo cria, principalmente as camadas mais incultas da sociedade. Quevedo é um religioso crítico, sempre chamado em situações muito evidentes na mídia para uma palavra final sobre o assunto. E ele sempre dá opinião sincera e definitiva. Sua posição é que: “desde que bem-formado, o padre pode usar terapias como a hipnose. Caso contrário, é charlatanismo.”
Fonte: http://www.diarioweb.com.br/
sábado, 19 de março de 2011
Relíquias de Santa Teresinha visitam em Jerusalém
Uma multidão em festa acolheu nessa quarta-feira as relíquias de Santa Teresinha de Lisieux na Cidade Santa de Jerusalém.
Esta visita à Terra Santa se converteu em um grande acontecimento para as comunidades cristãs, que aguardavam essa possibilidade desde 1977, quando se começou a estudá-la.
Segundo destaca a Custódia da Terra Santa, o relicário com os restos mortais da “pequena Teresa” foram recebidos com grande calor e afeto pelos cristãos locais. Não é casualidade – recordam os organizadores – que a própria santa tenha comparado sua entrada no Carmelo à entrada de Cristo em Jerusalém”.
Uma procissão animada pela fanfarra dos escoteiros recebeu as relíquias na porta de Jaffa, que dá acesso ao bairro cristão da Cidade Antiga, e as acompanhou até a Igreja patriarcal, onde ficaram expostas à veneração.
“A maior santa dos tempos modernos veio ao nosso encontro hoje”, afirmou o patriarca de Jerusalém, Dom Fouad Twal, ao terminar a procissão e a oração das Vésperas na Igreja patriarcal.
“Invocamos a graça para a unidade de nossos cristãos e também para a unidade com nossos irmãos judeus e muçulmanos”, disse Twal.
As relíquias da santa francesa permanecerão na Terra Santa por dois meses. Neste final de semana, o relicário estará em Haifa. Na próxima semana, visitará Nazaré e Tiberíades, entre outros lugares.
Esta visita à Terra Santa se converteu em um grande acontecimento para as comunidades cristãs, que aguardavam essa possibilidade desde 1977, quando se começou a estudá-la.
Segundo destaca a Custódia da Terra Santa, o relicário com os restos mortais da “pequena Teresa” foram recebidos com grande calor e afeto pelos cristãos locais. Não é casualidade – recordam os organizadores – que a própria santa tenha comparado sua entrada no Carmelo à entrada de Cristo em Jerusalém”.
Uma procissão animada pela fanfarra dos escoteiros recebeu as relíquias na porta de Jaffa, que dá acesso ao bairro cristão da Cidade Antiga, e as acompanhou até a Igreja patriarcal, onde ficaram expostas à veneração.
“A maior santa dos tempos modernos veio ao nosso encontro hoje”, afirmou o patriarca de Jerusalém, Dom Fouad Twal, ao terminar a procissão e a oração das Vésperas na Igreja patriarcal.
“Invocamos a graça para a unidade de nossos cristãos e também para a unidade com nossos irmãos judeus e muçulmanos”, disse Twal.
As relíquias da santa francesa permanecerão na Terra Santa por dois meses. Neste final de semana, o relicário estará em Haifa. Na próxima semana, visitará Nazaré e Tiberíades, entre outros lugares.
Santa Sé denuncia nova tentativa de impor ideologia de gênero
A Santa Sé denunciou uma nova tentativa de impor, mesmo contra o parecer de muitos países, uma visão a partir da ideologia de gênero nas conclusões da sessão 55ª da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU.
Em seu discurso de 14 de março, o observador permanente, Dom Francis Chullikatt, afirmou categoricamente "a necessidade de respeitar o valor e a dignidade intrínsecos de todas as mulheres e meninas, que são essenciais para seu autêntico progresso".
No entanto, expressou as reservas da Santa Sé diante da redação final das conclusões da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, que, segundo o prelado, tentam impor novamente, como em ocasiões anteriores, a ideologia de gênero.
Dada a inclusão do termo "gênero" nas conclusões da Comissão, Dom Chullikatt lamentou que no texto se tenha adotado "um novo parágrafo preambular, com a intenção de eliminar as dúvidas sobre a promoção de uma nova definição de gênero".
O prelado recordou que, no Direito dos Tratados, a única definição de "gênero" que obriga os Estados partes está contida no Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, que afirma que "o termo 'gênero' se refere aos dois sexos, masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade".
Contra os direitos do Homem
Infelizmente, denunciou Dom Chullikatt, "durante as negociações do texto atual, algumas delegações tentaram avançar novamente, através dos ‘estudos de gênero', em uma definição radical de ‘gênero', que afirma que a identidade sexual, de alguma maneira, pode se adaptar indefinidamente com fins novos e diferentes, não reconhecidos no direito internacional".
"À luz dessas tendências, a comunidade internacional deve estar ciente de que este programa para redefinir o 'gênero', por sua vez, põe em dúvida o próprio fundamento do sistema de direitos humanos", sublinhou o prelado.
Por outro lado, denunciou o observador vaticano, "esta abordagem radical está ligada à falta de referência aos ‘direitos' dos pais, em particular ao seu direito de escolher a educação de seus filhos, incluindo o ensino sobre o autêntico amor humano, o casamento e a família".
Embora os direitos dos pais "sejam especificados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e no Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais", várias "tentativas de incluir a linguagem dos direitos dos pais da mesma forma que os termos das responsabilidades paternas foram rejeitadas".
O prelado reiterou também as reservas da Santa Sé, como em ocasiões anteriores, "com relação ao significado de do termo ‘saúde reprodutiva e sexual', que não deveria incluir o aborto ou os serviços do aborto".
"A Santa Sé - como muitas mulheres no mundo inteiro - está convencida de que a verdadeira promoção da mulher está fortemente ligada ao reconhecimento e à aplicação efetiva dos seus direitos, dignidade e responsabilidades. Tanto as mulheres como os homens são chamados a acolhê-los, protegê-los e promovê-los, para um compromisso renovado perante a humanidade", concluiu Dom Chullikatt.
Em seu discurso de 14 de março, o observador permanente, Dom Francis Chullikatt, afirmou categoricamente "a necessidade de respeitar o valor e a dignidade intrínsecos de todas as mulheres e meninas, que são essenciais para seu autêntico progresso".
No entanto, expressou as reservas da Santa Sé diante da redação final das conclusões da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, que, segundo o prelado, tentam impor novamente, como em ocasiões anteriores, a ideologia de gênero.
Dada a inclusão do termo "gênero" nas conclusões da Comissão, Dom Chullikatt lamentou que no texto se tenha adotado "um novo parágrafo preambular, com a intenção de eliminar as dúvidas sobre a promoção de uma nova definição de gênero".
O prelado recordou que, no Direito dos Tratados, a única definição de "gênero" que obriga os Estados partes está contida no Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, que afirma que "o termo 'gênero' se refere aos dois sexos, masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade".
Contra os direitos do Homem
Infelizmente, denunciou Dom Chullikatt, "durante as negociações do texto atual, algumas delegações tentaram avançar novamente, através dos ‘estudos de gênero', em uma definição radical de ‘gênero', que afirma que a identidade sexual, de alguma maneira, pode se adaptar indefinidamente com fins novos e diferentes, não reconhecidos no direito internacional".
"À luz dessas tendências, a comunidade internacional deve estar ciente de que este programa para redefinir o 'gênero', por sua vez, põe em dúvida o próprio fundamento do sistema de direitos humanos", sublinhou o prelado.
Por outro lado, denunciou o observador vaticano, "esta abordagem radical está ligada à falta de referência aos ‘direitos' dos pais, em particular ao seu direito de escolher a educação de seus filhos, incluindo o ensino sobre o autêntico amor humano, o casamento e a família".
Embora os direitos dos pais "sejam especificados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e no Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais", várias "tentativas de incluir a linguagem dos direitos dos pais da mesma forma que os termos das responsabilidades paternas foram rejeitadas".
O prelado reiterou também as reservas da Santa Sé, como em ocasiões anteriores, "com relação ao significado de do termo ‘saúde reprodutiva e sexual', que não deveria incluir o aborto ou os serviços do aborto".
"A Santa Sé - como muitas mulheres no mundo inteiro - está convencida de que a verdadeira promoção da mulher está fortemente ligada ao reconhecimento e à aplicação efetiva dos seus direitos, dignidade e responsabilidades. Tanto as mulheres como os homens são chamados a acolhê-los, protegê-los e promovê-los, para um compromisso renovado perante a humanidade", concluiu Dom Chullikatt.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Livro do Papa é contribuição para estudos teológicos
O novo livro de Bento XVI, “Jesus de Nazaré. Da Entrada em Jerusalém até à Ressurreição”, representa um “contributo decisivo para os estudos teológicos”.
Foi o que disse o responsável pela edição portuguesa da nova obra de Bento XVI, Henrique Mota, diretor da Principia Editora, em declarações ao programa ‘Ecclesia’, transmitido nessa quarta-feira, segundo refere ‘Agência Ecclesia’.
Mota destacou o interesse que a publicação tem merecido, tanto por parte da comunicação social como dos responsáveis da Igreja.
“Neste momento, 15 bispos portugueses já aceitaram a proposta que fizemos para que utilizassem este livro para uma sessão diocesana de preparação da Páscoa”, disse.
O livro está a ser reimpresso em Portugal, “dado o sucesso junto dos leitores e dos livreiros”, revelou em comunicado a Principia Editora, que fala em 10 mil novos exemplares.
«Jesus de Nazaré. Da Entrada em Jerusalém até à Ressurreição» desenrola-se em nove capítulos, mostrando, segundo o Papa, as palavras e acontecimentos decisivos da vida de Cristo.
Para o secretário-geral da Sociedade Bíblica de Portugal, Timóteo Cavaco, a obra transcende as fronteiras do catolicismo. Segundo ele, existe “uma aproximação” que ajuda a entender o “primeiro século” do próprio cristianismo.
O secretário-geral sublinha o “respeito pelas diferentes perspectivas exegéticas” que Joseph Ratzinger manifesta, trazendo para a sua obra a “possibilidade de outras chaves hermenêuticas”.
“Este livro mostra que, de fato, existirão outras possibilidades e outras chaves de leitura para os Evangelhos”, afirma.
Foi o que disse o responsável pela edição portuguesa da nova obra de Bento XVI, Henrique Mota, diretor da Principia Editora, em declarações ao programa ‘Ecclesia’, transmitido nessa quarta-feira, segundo refere ‘Agência Ecclesia’.
Mota destacou o interesse que a publicação tem merecido, tanto por parte da comunicação social como dos responsáveis da Igreja.
“Neste momento, 15 bispos portugueses já aceitaram a proposta que fizemos para que utilizassem este livro para uma sessão diocesana de preparação da Páscoa”, disse.
O livro está a ser reimpresso em Portugal, “dado o sucesso junto dos leitores e dos livreiros”, revelou em comunicado a Principia Editora, que fala em 10 mil novos exemplares.
«Jesus de Nazaré. Da Entrada em Jerusalém até à Ressurreição» desenrola-se em nove capítulos, mostrando, segundo o Papa, as palavras e acontecimentos decisivos da vida de Cristo.
Para o secretário-geral da Sociedade Bíblica de Portugal, Timóteo Cavaco, a obra transcende as fronteiras do catolicismo. Segundo ele, existe “uma aproximação” que ajuda a entender o “primeiro século” do próprio cristianismo.
O secretário-geral sublinha o “respeito pelas diferentes perspectivas exegéticas” que Joseph Ratzinger manifesta, trazendo para a sua obra a “possibilidade de outras chaves hermenêuticas”.
“Este livro mostra que, de fato, existirão outras possibilidades e outras chaves de leitura para os Evangelhos”, afirma.
Missa dos parlamentares: oração pelos japoneses
A tradicional Missa dos parlamentares, em Brasília, foi celebrada na manhã desta quinta-feira, na capela da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em que se recordou na oração os japoneses que sofrem as consequências da tragédia do terremoto.
A Missa dos parlamentares é organizada pela assessoria política da CNBB e pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP). Cerca de 50 pessoas dentre senadores, deputados, seus familiares, assessores parlamentares e integrantes da CNBB participaram.
No momento das preces, os parlamentares apresentaram intenção em favor das vítimas do terremoto e tsumani no Japão.
Na homilia, o celebrante, padre José Ernanne Pinheiro, disse que a Quaresma é tempo de reflexão em busca, principalmente, da fraternidade.
A Missa dos Parlamentares é celebrada na terceira quinta-feira de cada mês, às 8h.
A Missa dos parlamentares é organizada pela assessoria política da CNBB e pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP). Cerca de 50 pessoas dentre senadores, deputados, seus familiares, assessores parlamentares e integrantes da CNBB participaram.
No momento das preces, os parlamentares apresentaram intenção em favor das vítimas do terremoto e tsumani no Japão.
Na homilia, o celebrante, padre José Ernanne Pinheiro, disse que a Quaresma é tempo de reflexão em busca, principalmente, da fraternidade.
A Missa dos Parlamentares é celebrada na terceira quinta-feira de cada mês, às 8h.
quinta-feira, 17 de março de 2011
CNBB lança concurso para música do hino da CF 2012
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a música do Hino da Campanha da Fraternidade de 2012. O prazo para o envio das composições à CNBB é até o dia 15 de maio. A primeira etapa foi concluída em 1º de fevereiro, com a escolha da letra.
“A CNBB agradece a todos os que participaram do concurso da letra e solicita a colaboração dos compositores para a criação de uma música fluente e bela para o hino da CF 2012”, afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
A CF de 2012 tem como tema: “Fraternidade e saúde pública”, e lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8).
O objetivo geral da Campanha da Fraternidade 2012 é promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.
Concurso Cartaz
As inscrições para o concurso do cartaz continuam abertas até o dia 03 de junho.
Comunicadores, Agentes da PASCOM, Designers, Agentes da Campanha da Fraternidade nos estados, ou qualquer pessoa interessada está convidada a criar e enviar para a sede da CNBB, em Brasília, seu trabalho gráfico.
No cartaz deverá conter uma imagem ou arte que represente o lema da CF 2012, além dos seguintes textos: “Campanha da Fraternidade 2012”; “Fraternidade e saúde pública” e “Que a saúde se difunda sobre a terra (Cf. Eclo, 38,8).
Mais informações sobre a Campanha da Fraternidade estão disponíveis no site da CNBB (www.cnbb.org.br).
Fonte: CNBB/Movimentaçoes Das Comunidades Católicas
“A CNBB agradece a todos os que participaram do concurso da letra e solicita a colaboração dos compositores para a criação de uma música fluente e bela para o hino da CF 2012”, afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
A CF de 2012 tem como tema: “Fraternidade e saúde pública”, e lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8).
O objetivo geral da Campanha da Fraternidade 2012 é promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.
Concurso Cartaz
As inscrições para o concurso do cartaz continuam abertas até o dia 03 de junho.
Comunicadores, Agentes da PASCOM, Designers, Agentes da Campanha da Fraternidade nos estados, ou qualquer pessoa interessada está convidada a criar e enviar para a sede da CNBB, em Brasília, seu trabalho gráfico.
No cartaz deverá conter uma imagem ou arte que represente o lema da CF 2012, além dos seguintes textos: “Campanha da Fraternidade 2012”; “Fraternidade e saúde pública” e “Que a saúde se difunda sobre a terra (Cf. Eclo, 38,8).
Mais informações sobre a Campanha da Fraternidade estão disponíveis no site da CNBB (www.cnbb.org.br).
Fonte: CNBB/Movimentaçoes Das Comunidades Católicas
Bento XVI: Itália é modelo de sã laicidade
A Itália, com sua configuração atual, fruto da Concordata de 1984, que substituiu os Pactos Lateranenses de 1929, tornou-se um modelo de sã laicidade.
O Papa Bento XVI faz essa afirmação na mensagem enviada nesta quarta-feira ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, por ocasião da celebração, nesta quinta-feira, dos 150 anos da unificação do país.
Depois de recordar a época turbulenta das relações entre Igreja e Estado italiano após a proclamação da unificação da Itália, o Papa sublinhou a importância dos acordos de 1984.
A conclusão do Acordo de revisão dos Pactos Lateranenses, firmado quase no início do pontificado de João Paulo II, “marcou uma nova fase das relações entre Igreja e Estado na Itália”.
Nesse sentido, o pontífice quis recordar algumas palavras do seu predecessor, indicando que a atual Concordata “situa-se agora em uma sociedade caracterizada pela livre competição das ideias e da articulação pluralista dos diferentes componentes sociais”.
João Paulo II desejava naquele momento que a Concordata se tornasse “um fator de promoção e de crescimento, favorecendo a profunda unidade de ideais e de sentimentos, pela qual todos os italianos se sintam irmãos em uma mesma pátria”.
“E acrescentava que no exercício de sua diaconia para o homem, a Igreja pretende atuar no pleno respeito da autonomia da ordem política e da soberania do Estado. Ao mesmo tempo, ela está atenta à proteção da liberdade de todos, condição indispensável à construção de um mundo digno do homem”, recorda Bento XVI.
O homem – prossegue o pontífice – “só na liberdade pode buscar com plenitude a verdade e aderir sinceramente a ela, encontrando na mesma motivo e inspiração para o compromisso solidário e unitário ao bem comum”.
O Acordo “contribuiu largamente para delinear essa sã laicidade que marca o Estado italiano e o seu ordenamento jurídico”, evidenciando “os dois princípios supremos que estão chamados a presidir as relações entre Igreja e comunidade política: o da distinção de âmbitos e o da colaboração”.
A colaboração é motivada pelo fato de que “a Igreja e a comunidade política, ainda que a título diverso, estão ao serviço da vocação pessoal e social do homem”.
“A Igreja é consciente não só da contribuição que oferece à sociedade civil para o bem comum, mas também do que recebe da sociedade civil.”
Privilégio
Por outro lado, o Papa assinalou o caso particular da Itália, que acolhe em seu seio a sede pontifícia.
A Itália – afirmou – sempre conduziu “a carga, mas ao mesmo tempo o singular privilégio”, de ter em seu território a sede do sucessor de Pedro e o centro da cristandade.
Os italianos sempre responderam a esta consciência “expressando proximidade afetiva, solidariedade, ajuda à Sé Apostólica para sua liberdade e para alcançar a realização das condições favoráveis ao exercício do ministério espiritual no mundo por parte do sucessor de Pedro”.
O Estado italiano “ofereceu e continua a oferecer uma colaboração preciosa, da qual a Santa Sé desfruta e pela qual está conscientemente agradecida.
O Papa Bento XVI faz essa afirmação na mensagem enviada nesta quarta-feira ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, por ocasião da celebração, nesta quinta-feira, dos 150 anos da unificação do país.
Depois de recordar a época turbulenta das relações entre Igreja e Estado italiano após a proclamação da unificação da Itália, o Papa sublinhou a importância dos acordos de 1984.
A conclusão do Acordo de revisão dos Pactos Lateranenses, firmado quase no início do pontificado de João Paulo II, “marcou uma nova fase das relações entre Igreja e Estado na Itália”.
Nesse sentido, o pontífice quis recordar algumas palavras do seu predecessor, indicando que a atual Concordata “situa-se agora em uma sociedade caracterizada pela livre competição das ideias e da articulação pluralista dos diferentes componentes sociais”.
João Paulo II desejava naquele momento que a Concordata se tornasse “um fator de promoção e de crescimento, favorecendo a profunda unidade de ideais e de sentimentos, pela qual todos os italianos se sintam irmãos em uma mesma pátria”.
“E acrescentava que no exercício de sua diaconia para o homem, a Igreja pretende atuar no pleno respeito da autonomia da ordem política e da soberania do Estado. Ao mesmo tempo, ela está atenta à proteção da liberdade de todos, condição indispensável à construção de um mundo digno do homem”, recorda Bento XVI.
O homem – prossegue o pontífice – “só na liberdade pode buscar com plenitude a verdade e aderir sinceramente a ela, encontrando na mesma motivo e inspiração para o compromisso solidário e unitário ao bem comum”.
O Acordo “contribuiu largamente para delinear essa sã laicidade que marca o Estado italiano e o seu ordenamento jurídico”, evidenciando “os dois princípios supremos que estão chamados a presidir as relações entre Igreja e comunidade política: o da distinção de âmbitos e o da colaboração”.
A colaboração é motivada pelo fato de que “a Igreja e a comunidade política, ainda que a título diverso, estão ao serviço da vocação pessoal e social do homem”.
“A Igreja é consciente não só da contribuição que oferece à sociedade civil para o bem comum, mas também do que recebe da sociedade civil.”
Privilégio
Por outro lado, o Papa assinalou o caso particular da Itália, que acolhe em seu seio a sede pontifícia.
A Itália – afirmou – sempre conduziu “a carga, mas ao mesmo tempo o singular privilégio”, de ter em seu território a sede do sucessor de Pedro e o centro da cristandade.
Os italianos sempre responderam a esta consciência “expressando proximidade afetiva, solidariedade, ajuda à Sé Apostólica para sua liberdade e para alcançar a realização das condições favoráveis ao exercício do ministério espiritual no mundo por parte do sucessor de Pedro”.
O Estado italiano “ofereceu e continua a oferecer uma colaboração preciosa, da qual a Santa Sé desfruta e pela qual está conscientemente agradecida.
Grã-Bretanha: Igreja se prepara para receber novos membros
As milhares de pessoas que se unirão à Igreja Católica nesta Páscoa estão participando nestes dias dos ritos que marcam a fase final de preparação.
Nas dioceses da Inglaterra e País de Gales, existem mais de 4.700 candidatos e catecúmenos que se reuniram na semana passada, nas catedrais de suas respectivas igrejas locais.
Estima-se que, de todos eles, 900 se tornarão membros do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, criado para aqueles que, a partir da Comunhão Anglicana, desejam ser católicos, mantendo alguns elementos da tradição anglicana. Destes, 61 são antigos clérigos anglicanos.
Outros países
Em Washington, D.C. (EUA), duas cerimônias estão sendo preparadas para o Rito de Eleição e o Chamado a Prosseguir a Conversão, devido ao grande número de pessoas. A arquidiocese vai acolher 1.100 novos membros, de cerca de 100 paróquias.
O cardeal Donald Wuerl, arcebispo de Washington, dará a cada um dos catecúmenos e candidatos seu livro "Os Sacramentos. Um encontro contínuo com Cristo", agora publicado em inglês e espanhol.
Em Miami, 489 catecúmenos participaram do Rito de Eleição. O arcebispo local, Dom Thomas Wenski, lhes disse: "Permaneçam firmes na oração e saibam que seus irmãos e irmãs católicos estão rezando por vocês e aguardando com alegria sua entrada na Igreja".
"Lembrem-se das palavras repetidas inúmeras vezes nas Escrituras e que ouvimos tantas vezes do Papa João Paulo II: Não tenham medo. Não tenham medo de atravessar a vida como amigos de Deus."
Enquanto isso, em Hong Kong, Dom John Tong anunciou que sua igreja batizará 3.400 catecúmenos, cerca de 350 a mais que no ano passado.
Esta diocese estava batizando mais de 2.000 pessoas por ano nos últimos anos, mas em 2010 o número saltou para mais de 3.000.
O aumento é atribuído a "um compromisso impressionante da diocese e à mobilização do laicado", informou a agência ‘Fides'. Existem aproximadamente 356 mil católicos em Hong Kong, cerca de 5% da população.
Tradição
Na Vigília Pascal, em 23 de abril, será realizada a celebração dos sacramentos da iniciação. Depois de receber os sacramentos do Batismo, Confirmação e Eucaristia, os escolhidos são chamados de neófitos, e são considerados membros plenos dentre os fiéis cristãos. Continuam com um período de reflexão chamado "mistagogia", que significa "saborear os mistérios" e que dura da Páscoa até Pentecostes.
Os anglicanos que se unirem ao Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham serão recebidos na Igreja perto da Páscoa, mas de acordo com a data estabelecida com bispos locais, com a intenção de permitir-lhes celebrar o Tríduo (da Quinta-Feira Santa até o Sábado Santo) como católicos.
Os antigos clérigos anglicanos cujas petições de ordenação foram aceitas pela Congregação para a Doutrina da Fé serão ordenados como padres católicos em datas próximas a Pentecostes.
Nas dioceses da Inglaterra e País de Gales, existem mais de 4.700 candidatos e catecúmenos que se reuniram na semana passada, nas catedrais de suas respectivas igrejas locais.
Estima-se que, de todos eles, 900 se tornarão membros do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, criado para aqueles que, a partir da Comunhão Anglicana, desejam ser católicos, mantendo alguns elementos da tradição anglicana. Destes, 61 são antigos clérigos anglicanos.
Outros países
Em Washington, D.C. (EUA), duas cerimônias estão sendo preparadas para o Rito de Eleição e o Chamado a Prosseguir a Conversão, devido ao grande número de pessoas. A arquidiocese vai acolher 1.100 novos membros, de cerca de 100 paróquias.
O cardeal Donald Wuerl, arcebispo de Washington, dará a cada um dos catecúmenos e candidatos seu livro "Os Sacramentos. Um encontro contínuo com Cristo", agora publicado em inglês e espanhol.
Em Miami, 489 catecúmenos participaram do Rito de Eleição. O arcebispo local, Dom Thomas Wenski, lhes disse: "Permaneçam firmes na oração e saibam que seus irmãos e irmãs católicos estão rezando por vocês e aguardando com alegria sua entrada na Igreja".
"Lembrem-se das palavras repetidas inúmeras vezes nas Escrituras e que ouvimos tantas vezes do Papa João Paulo II: Não tenham medo. Não tenham medo de atravessar a vida como amigos de Deus."
Enquanto isso, em Hong Kong, Dom John Tong anunciou que sua igreja batizará 3.400 catecúmenos, cerca de 350 a mais que no ano passado.
Esta diocese estava batizando mais de 2.000 pessoas por ano nos últimos anos, mas em 2010 o número saltou para mais de 3.000.
O aumento é atribuído a "um compromisso impressionante da diocese e à mobilização do laicado", informou a agência ‘Fides'. Existem aproximadamente 356 mil católicos em Hong Kong, cerca de 5% da população.
Tradição
Na Vigília Pascal, em 23 de abril, será realizada a celebração dos sacramentos da iniciação. Depois de receber os sacramentos do Batismo, Confirmação e Eucaristia, os escolhidos são chamados de neófitos, e são considerados membros plenos dentre os fiéis cristãos. Continuam com um período de reflexão chamado "mistagogia", que significa "saborear os mistérios" e que dura da Páscoa até Pentecostes.
Os anglicanos que se unirem ao Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham serão recebidos na Igreja perto da Páscoa, mas de acordo com a data estabelecida com bispos locais, com a intenção de permitir-lhes celebrar o Tríduo (da Quinta-Feira Santa até o Sábado Santo) como católicos.
Os antigos clérigos anglicanos cujas petições de ordenação foram aceitas pela Congregação para a Doutrina da Fé serão ordenados como padres católicos em datas próximas a Pentecostes.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Iniciam processo de excomunhão do sacerdote que pagou por aborto na Espanha
A Arquidiocese de Barcelona deu a conhecer hoje um comunicado no qual se indica que iniciou um processo administrativo contra o sacerdote Manuel Pousa, para "verificar" se ele incorreu em excomunhão automática ao ter pago por um aborto como afirma em um recente livro dele.
O sacerdote publicou no dia 28 de fevereiro o livro "Padre Manel. Mais perto da terra que do céu", no qual afirma ter "abençoado" uniões homossexuais de presidiários, que está a favor do celibato "voluntário" e do sacerdócio feminino.
O Pe. Pousa assinala ademais que pagou por um aborto, apesar de que se declara pessoalmente "antiabortista"; isso só lhe custou uma "advertência" por parte do Arcebispo de Barcelona.
No último 8 de março a Arquidiocese de Barcelona publicou um breve comunicado no qual chamou o sacerdote "para falar pessoalmente com ele sobre diversos conteúdos deste livro e tomar as oportunas decisões".
Esse mesmo dia a agência do grupo ACI em espanhol, a ACI Prensa se comunicou com a Arquidiocese. Um porta-voz assinalou que "seguramente (o padre e o arcebispo) se reunirão, intercambiarão opiniões e logo não sei, talvez haja uma nota um pouco mais extensa sobre algum ponto".
No comunicado com data de hoje enviado à ACI Imprensa, destaca-se que o Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluís Martínez Sistach, acompanhado de seu Bispo Auxiliar, Dom Sebastià Taltavull; e o Chanceler-Secretário da Arquidiocese, Dom Sergi Gordo, reuniram-se ontem 14 de março com o Pe. Manuel Pousa i Engroñat, "como resultado de umas declarações deste sacerdote em relação a um aborto publicadas em um livro sobre sua pessoa".
O texto indica ademais que "posto que no Código de Direito Canônico o fato de cooperar em um aborto comporta em virtude do mesmo direito a pena de excomunhão latae sententiae (automática), o mesmo Código estabelece que se deve realizar umas diligências com objeto de verificar a realidade dos fatos e, portanto, procede-se a realizar este procedimento administrativo".
O Código de Direito Canônico assinala no cânon 1398 o seguinte: "quem procura o aborto, se este for produzido, incorre em excomunhão latae sententiae", quer dizer excomunhão de maneira automática.
O comunicado da Arquidiocese de Barcelona assinala finalmente que "estas diligências preceituadas pela normativa canônica, não impedem de reconhecer o trabalho social que há muitos anos está realizando este sacerdote ao serviço dos grupos mais necessitados de nossa
Fonte: ACI
O sacerdote publicou no dia 28 de fevereiro o livro "Padre Manel. Mais perto da terra que do céu", no qual afirma ter "abençoado" uniões homossexuais de presidiários, que está a favor do celibato "voluntário" e do sacerdócio feminino.
O Pe. Pousa assinala ademais que pagou por um aborto, apesar de que se declara pessoalmente "antiabortista"; isso só lhe custou uma "advertência" por parte do Arcebispo de Barcelona.
No último 8 de março a Arquidiocese de Barcelona publicou um breve comunicado no qual chamou o sacerdote "para falar pessoalmente com ele sobre diversos conteúdos deste livro e tomar as oportunas decisões".
Esse mesmo dia a agência do grupo ACI em espanhol, a ACI Prensa se comunicou com a Arquidiocese. Um porta-voz assinalou que "seguramente (o padre e o arcebispo) se reunirão, intercambiarão opiniões e logo não sei, talvez haja uma nota um pouco mais extensa sobre algum ponto".
No comunicado com data de hoje enviado à ACI Imprensa, destaca-se que o Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluís Martínez Sistach, acompanhado de seu Bispo Auxiliar, Dom Sebastià Taltavull; e o Chanceler-Secretário da Arquidiocese, Dom Sergi Gordo, reuniram-se ontem 14 de março com o Pe. Manuel Pousa i Engroñat, "como resultado de umas declarações deste sacerdote em relação a um aborto publicadas em um livro sobre sua pessoa".
O texto indica ademais que "posto que no Código de Direito Canônico o fato de cooperar em um aborto comporta em virtude do mesmo direito a pena de excomunhão latae sententiae (automática), o mesmo Código estabelece que se deve realizar umas diligências com objeto de verificar a realidade dos fatos e, portanto, procede-se a realizar este procedimento administrativo".
O Código de Direito Canônico assinala no cânon 1398 o seguinte: "quem procura o aborto, se este for produzido, incorre em excomunhão latae sententiae", quer dizer excomunhão de maneira automática.
O comunicado da Arquidiocese de Barcelona assinala finalmente que "estas diligências preceituadas pela normativa canônica, não impedem de reconhecer o trabalho social que há muitos anos está realizando este sacerdote ao serviço dos grupos mais necessitados de nossa
Fonte: ACI
Brasil: Senado homenageia Campanha da Fraternidade
O Senado brasileiro prestou nesta terça-feira uma homenagem à Campanha da Fraternidade (CF) da Igreja no país, que neste tempo de Quaresma coloca em discussão o tema da vida no planeta.
Doze senadores e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, discursaram durante a sessão especial.
A requerente da sessão, senadora Ana Rita, parabenizou a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pela iniciativa de colocar em pauta o tema do ‘aquecimento global e mudanças climáticas’.
O representante da CNBB na solenidade, o arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva, agradeceu a homenagem do Senado Federal.
Ele lembrou que a Campanha “vem se constituindo num grande projeto de evangelização da Igreja no Brasil desde 1964”.
Segundo o arcebispo, a CF “tem prestado relevantes serviços à sociedade, pois ao longo de sua história, tem abordado temas de grande relevância, visando mobilizar pessoas, entidades e poderes públicos, em torno de uma realidade a ser transformada em prol da vida de todos”.
Participaram também da sessão o bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi; o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias; e o assessor político da CNBB, padre José Hernanne Pinheiro.
Doze senadores e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, discursaram durante a sessão especial.
A requerente da sessão, senadora Ana Rita, parabenizou a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pela iniciativa de colocar em pauta o tema do ‘aquecimento global e mudanças climáticas’.
O representante da CNBB na solenidade, o arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva, agradeceu a homenagem do Senado Federal.
Ele lembrou que a Campanha “vem se constituindo num grande projeto de evangelização da Igreja no Brasil desde 1964”.
Segundo o arcebispo, a CF “tem prestado relevantes serviços à sociedade, pois ao longo de sua história, tem abordado temas de grande relevância, visando mobilizar pessoas, entidades e poderes públicos, em torno de uma realidade a ser transformada em prol da vida de todos”.
Participaram também da sessão o bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi; o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias; e o assessor político da CNBB, padre José Hernanne Pinheiro.
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