Segue aqui a relação dos grupos da paróquia São Jorge para a adoração ao Santissimo Sacramento na Sexta-Feira Santa.
Das 08:00 às 09:00 H - Apostolado da Oração
Das 09:00 às 10:00 H - Ministros e Ministério AVA
Das 10:00 às 11:00 H - Pastoral Litúrgica e Pastoral Familiar, ECC, e Ministério Só o Amor Constrói
Das 11:00 às 12:00 H - Pastoral do Dizimo e Coral Dom Eduardo
Das 12:00 às 13:00 H - Pia União de Santo Antonio e Grupo Nossa Senhora das Graças
Das 13:00 às 14:00 H - Legião de Maria e Mãe Peregrina
Das 14:00 às 15:00 H - Catequese: Eucaristia, Crisma, Batismo, A Juventude e os Coroinhas
Das 15:00 às 16:00 H - Grupo Da Fraternidade, E o Movimento dos Focolares
Das 16:00 às 17:00 H - Comunidade da Vitória e Comunidade do Outeiro
AS 17:00 H - AÇÃO LITÚRGICA DA PAIXÃO DO SENHOR
LOCAL: CATEDRAL DE SÃO SEBASTIÃO
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Católicos de Ilhéus revivem o encontro de Jesus e Maria
O encontro ocorreu na Praça J. J. Seabra onde as mulheres que sairam da igreja de São Jorge e os homens que sairam da Catedral de São Sebastião, se encontraram para refletir sobre o momento chave, que é o encontro de Jesus com sua mãe.
Este Encontro de Jesus com Sua Mãe é o Encontro da Missão que todos os batizados são convidados a refletir, aderir e viver: a missão da santidade de vida e da santidade da nova evangelização: “vamos lançar as redes nas águas mais profundas” e edificar entre nós um encontro permanente de fé, de esperança, de caridade, de comum unidade para que os sofrimentos momentâneos se transformem em Novo PENTECOSTES.
E para que experimentos dos inefáveis frutos que podemos colher na meditação desses mistérios da vida de Cristo, devemos nos aproximar, primeiro de Jesus.
É o momento do encontro. É quando nos vem à mente toda a nossa vida. Estamos diante dele, assim como Maria sua mãe. Ela, porém, na contemplação da dor e da maldade dos homens; nós na detestação de nossos pecados na execração das fontes da corrupção da graça: o mundo, a carne e o pecado.
Ó Maria, minha boa mãe, ouvi nossos rogos. Leva-nos contigo até Jesus. Neste encontro lastimoso, na Rua da Amargura, coloquemo-nos junto de nossa Mãe Santíssima e ela nos levará até o seu benditíssimo filho.
Queira, ó Virgem das Dores, consolar-nos de nossas misérias e conduzi-nos até Jesus.
Sigamos com Ela, piedosos irmãos e irmãs, até o Calvário, para lavarmo-nos no sangue redentor.
Vamos aderir a Deus pelo sofrimento consciente de conversão, de misericórdia, para viver a santificação da vida em Deus, com o auxílio de nosso Redentor e da co-redentora Maria Santíssima.
O SOFRIMENTO está presente no mundo para desencadear o amor, para fazer nascer obras de amor para com o próximo, para transformar toda a civilização humana, na CIVILIZAÇÃO DO AMOR.
Esta é a missão deste encontro doloroso, mais amoroso, pois Jesus tanto amou a humanidade que na Cruz morreu para que todos revivêssemos na graça e a vivêssemos em abundância.
Fonte: Movimentaçoes das Comunidades Católicas de Ilhéus
Este Encontro de Jesus com Sua Mãe é o Encontro da Missão que todos os batizados são convidados a refletir, aderir e viver: a missão da santidade de vida e da santidade da nova evangelização: “vamos lançar as redes nas águas mais profundas” e edificar entre nós um encontro permanente de fé, de esperança, de caridade, de comum unidade para que os sofrimentos momentâneos se transformem em Novo PENTECOSTES.
E para que experimentos dos inefáveis frutos que podemos colher na meditação desses mistérios da vida de Cristo, devemos nos aproximar, primeiro de Jesus.
É o momento do encontro. É quando nos vem à mente toda a nossa vida. Estamos diante dele, assim como Maria sua mãe. Ela, porém, na contemplação da dor e da maldade dos homens; nós na detestação de nossos pecados na execração das fontes da corrupção da graça: o mundo, a carne e o pecado.
Ó Maria, minha boa mãe, ouvi nossos rogos. Leva-nos contigo até Jesus. Neste encontro lastimoso, na Rua da Amargura, coloquemo-nos junto de nossa Mãe Santíssima e ela nos levará até o seu benditíssimo filho.
Queira, ó Virgem das Dores, consolar-nos de nossas misérias e conduzi-nos até Jesus.
Sigamos com Ela, piedosos irmãos e irmãs, até o Calvário, para lavarmo-nos no sangue redentor.
Vamos aderir a Deus pelo sofrimento consciente de conversão, de misericórdia, para viver a santificação da vida em Deus, com o auxílio de nosso Redentor e da co-redentora Maria Santíssima.
O SOFRIMENTO está presente no mundo para desencadear o amor, para fazer nascer obras de amor para com o próximo, para transformar toda a civilização humana, na CIVILIZAÇÃO DO AMOR.
Esta é a missão deste encontro doloroso, mais amoroso, pois Jesus tanto amou a humanidade que na Cruz morreu para que todos revivêssemos na graça e a vivêssemos em abundância.
Fonte: Movimentaçoes das Comunidades Católicas de Ilhéus
Semana Santa, tempo de missão
Desde sempre, a Igreja intensifica a sua evangelização nos tempos litúrgicos fortes, como a Semana Santa. As missões populares, procissões, vias sacras e outras formas de religiosidade popular preenchem este tempo litúrgico.
Cada vez há mais e mais leigos empenhados em missões. Desde aqueles que as realizam devido ao carisma dos seus respectivos movimentos até os que, participando da missão evangelizadora da Igreja, desejam despertar esse "gigante adormecido" que são os leigos nas comunidades católicas.
Como em toda Semana Santa e Natal, cerca de 20 leigos missionários, pertencentes aos missionários xaverianos de Yarumal, partirão no dia 15 de abril de Medellín para diferentes lugares da Colômbia, como Armero-Guayabal (Tolima), Belén de Bajirá (Mutatá-Antioquia), Yacopí (Cundinamarca) e Itsmina (Chocó).
Após um período de formação intensa e "com o coração alegre por ir e servir seus irmãos mais distantes e que vivem em situações de extrema pobreza, esses leigos, em sua maioria profissionais, optam por viver esta Semana Santa de uma maneira diferente", afirmam os organizadores, em nota enviada a ZENIT.
"Estarão na beira dos rios, entre as imensas veredas da geografia nacional, visitando casas simples e pobres, acompanhando a dor de muitos doentes e a esperança das crianças e dos jovens, promovendo o desenvolvimento integral das comunidades e também celebrando com elas a vida, paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus", porque são conscientes de que Jesus deve ser transmitido, divulgado, dado a conhecer, para que outras pessoas também façam o mesmo, segundo afirmam esses leigos comprometidos na tarefa missionária.
Conforme relata Jorge Hernán Jaramillo, coordenador dos leigos missionários, "estamos em um tempo forte na Igreja, no qual todos nós temos um lugar e uma missão: conhecer e fazer que as demais pessoas se aproximem do Redentor e o conheçam".
"É preciso - acrescenta - dirigir o olhar a Jesus e convidar os irmãos a fazerem o mesmo, pois esta é a tarefa do missionário: fazer todo o possível para que em toda a terra se ame Jesus Cristo."
É por isso que os leigos missionários xaverianos de Yarumal aproveitarão esta Semana Santa para estar em meio a tantos grupos humanos.
Junto à evangelização e às celebrações litúrgicas, buscarão que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida. É um voluntariado no qual se promove, com fatos, a afirmação eclesial de que "cada batizado é um missionário".
Por outro lado, um aspecto da nova evangelização é a pastoral urbana. O Instituto Superior de Estudos Eclesiásticos do México e o Instituto Dom Raspanti organizam um curso de Piedade Popular e Catequese. Constará de 6 encontros dirigidos pelos sacerdotes Jorge Seibold e Osvaldo Napoli.
Cada vez há mais e mais leigos empenhados em missões. Desde aqueles que as realizam devido ao carisma dos seus respectivos movimentos até os que, participando da missão evangelizadora da Igreja, desejam despertar esse "gigante adormecido" que são os leigos nas comunidades católicas.
Como em toda Semana Santa e Natal, cerca de 20 leigos missionários, pertencentes aos missionários xaverianos de Yarumal, partirão no dia 15 de abril de Medellín para diferentes lugares da Colômbia, como Armero-Guayabal (Tolima), Belén de Bajirá (Mutatá-Antioquia), Yacopí (Cundinamarca) e Itsmina (Chocó).
Após um período de formação intensa e "com o coração alegre por ir e servir seus irmãos mais distantes e que vivem em situações de extrema pobreza, esses leigos, em sua maioria profissionais, optam por viver esta Semana Santa de uma maneira diferente", afirmam os organizadores, em nota enviada a ZENIT.
"Estarão na beira dos rios, entre as imensas veredas da geografia nacional, visitando casas simples e pobres, acompanhando a dor de muitos doentes e a esperança das crianças e dos jovens, promovendo o desenvolvimento integral das comunidades e também celebrando com elas a vida, paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus", porque são conscientes de que Jesus deve ser transmitido, divulgado, dado a conhecer, para que outras pessoas também façam o mesmo, segundo afirmam esses leigos comprometidos na tarefa missionária.
Conforme relata Jorge Hernán Jaramillo, coordenador dos leigos missionários, "estamos em um tempo forte na Igreja, no qual todos nós temos um lugar e uma missão: conhecer e fazer que as demais pessoas se aproximem do Redentor e o conheçam".
"É preciso - acrescenta - dirigir o olhar a Jesus e convidar os irmãos a fazerem o mesmo, pois esta é a tarefa do missionário: fazer todo o possível para que em toda a terra se ame Jesus Cristo."
É por isso que os leigos missionários xaverianos de Yarumal aproveitarão esta Semana Santa para estar em meio a tantos grupos humanos.
Junto à evangelização e às celebrações litúrgicas, buscarão que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida. É um voluntariado no qual se promove, com fatos, a afirmação eclesial de que "cada batizado é um missionário".
Por outro lado, um aspecto da nova evangelização é a pastoral urbana. O Instituto Superior de Estudos Eclesiásticos do México e o Instituto Dom Raspanti organizam um curso de Piedade Popular e Catequese. Constará de 6 encontros dirigidos pelos sacerdotes Jorge Seibold e Osvaldo Napoli.
Papa reflete sobre sofrimento de Cristo no Getsêmani
O Papa Bento XVI dedicou a audiência de hoje a refletir sobre o significado profundo da agonia de Cristo no Getsêmani.
De fato, o sofrimento de Cristo no Horto das Oliveiras ocupou quase toda a catequese sobre a paixão e morte, enfocando todo o tríduo pascal a partir de uma ótica diferente da dos anos anteriores, nos quais ele explicava cada uma das celebrações.
O Papa sublinhou a importância, depois dos ofícios da Quinta-Feira Santa e do lava-pés, de participar da adoração eucarística, que precisamente faz memória deste momento especialmente duro da vida de Jesus.
No Getsêmani, "Jesus diz aos seus: ficai aqui e vigiai; e este apelo à vigilância se refere de modo preciso a este momento de angústia, de ameaça, no qual chegará o traidor, mas concerne também a toda a história da Igreja", explicou.
Esta exortação de Cristo é "uma mensagem permanente para todos os tempos, porque a sonolência dos discípulos não era só o problema daquele momento, mas o grande problema de toda a história".
Esta sonolência, afirmou, é a insensibilidade da alma frente ao poder do mal, frente a Deus: "esta é a nossa verdadeira sonolência; esta insensibilidade diante da presença de Deus que nos torna insensíveis também diante do mal".
A vontade de Deus
Depois, o Papa quis falar sobre a oração de Jesus no Getsêmani: "Não se faça a minha vontade, mas a tua".
Esta vontade de Cristo, explicou o Papa, é que "não deveria morrer", "que se afaste dele esse cálice do sofrimento: é a vontade humana, da natureza humana, e Cristo sente, com toda a consciência do seu ser, a vida, o abismo da morte, o terror do nada, essa ameaça do sofrimento".
No horto, Jesús transforma "esta vontade natural sua em vontade de Deus, em um "sim" à vontade de Deus".
"Entrar na vontade de Deus não é uma oposição à pessoa, não é uma escravidão que violenta a minha vontade, mas é entrar na verdade e no amor, no bem", recordou.
Jesús, afirmou o Papa, convida todos a "entrar nesse seu movimento: sair do nosso ‘não' e entrar no ‘sim' do Filho. Minha vontade existe, mas a decisiva é a vontade do Pai, porque esta é a verdade e o amor".
Sumo Sacerdote
Por último, o Papa explicou como, no Getsêmani, Jesus se converte no verdadeiro Sumo Sacerdote, prefigurado no sacerdócio levítico.
A Carta aos Hebreus, afirmou, "nos dá uma profunda interpretação desta oração do Senhor, deste drama do Getsêmani. Diz que estas lágrimas de Jesus, esta oração, estes gritos de Jesus, esta angústia, tudo isso não é simplesmente uma concessão à fraqueza da carne, como poderia ser dito".
"Precisamente assim, Ele realiza a tarefa do Sumo Sacerdote, porque o Sumo Sacerdote deve levar o ser humano, com todos os seus problemas e sofrimentos, à altura de Deus."
Esta "humilhação do Getsêmani é essencial para a missão" de Jesus, afirmou o Papa. "Ele leva consigo o nosso sofrimento, nossa pobreza, e os transforma segundo a vontade de Deus. E assim abre as portas do céu, abre o céu: esta cortina do Santíssimo, que até agora o homem fechava contra Deus, é aberta pelo seu sofrimento e pela sua obediência."
"O critério que guiou cada escolha de Jesus durante toda a sua vida foi a firme vontade de amar o Pai, de ser um com o Pai, de ser-lhe fiel; esta decisão de corresponder ao seu amor o impulsionou a abraçar, em toda circunstância, o projeto do Pai."
"Disponhamo-nos a acolher, também nós, em nossa vida, a vontade de Deus, conscientes de que, na vontade de Deus, ainda que pareça dura, em contraste com as nossas intenções, encontra-se o nosso verdadeiro bem, o caminho da vida", concluiu.
De fato, o sofrimento de Cristo no Horto das Oliveiras ocupou quase toda a catequese sobre a paixão e morte, enfocando todo o tríduo pascal a partir de uma ótica diferente da dos anos anteriores, nos quais ele explicava cada uma das celebrações.
O Papa sublinhou a importância, depois dos ofícios da Quinta-Feira Santa e do lava-pés, de participar da adoração eucarística, que precisamente faz memória deste momento especialmente duro da vida de Jesus.
No Getsêmani, "Jesus diz aos seus: ficai aqui e vigiai; e este apelo à vigilância se refere de modo preciso a este momento de angústia, de ameaça, no qual chegará o traidor, mas concerne também a toda a história da Igreja", explicou.
Esta exortação de Cristo é "uma mensagem permanente para todos os tempos, porque a sonolência dos discípulos não era só o problema daquele momento, mas o grande problema de toda a história".
Esta sonolência, afirmou, é a insensibilidade da alma frente ao poder do mal, frente a Deus: "esta é a nossa verdadeira sonolência; esta insensibilidade diante da presença de Deus que nos torna insensíveis também diante do mal".
A vontade de Deus
Depois, o Papa quis falar sobre a oração de Jesus no Getsêmani: "Não se faça a minha vontade, mas a tua".
Esta vontade de Cristo, explicou o Papa, é que "não deveria morrer", "que se afaste dele esse cálice do sofrimento: é a vontade humana, da natureza humana, e Cristo sente, com toda a consciência do seu ser, a vida, o abismo da morte, o terror do nada, essa ameaça do sofrimento".
No horto, Jesús transforma "esta vontade natural sua em vontade de Deus, em um "sim" à vontade de Deus".
"Entrar na vontade de Deus não é uma oposição à pessoa, não é uma escravidão que violenta a minha vontade, mas é entrar na verdade e no amor, no bem", recordou.
Jesús, afirmou o Papa, convida todos a "entrar nesse seu movimento: sair do nosso ‘não' e entrar no ‘sim' do Filho. Minha vontade existe, mas a decisiva é a vontade do Pai, porque esta é a verdade e o amor".
Sumo Sacerdote
Por último, o Papa explicou como, no Getsêmani, Jesus se converte no verdadeiro Sumo Sacerdote, prefigurado no sacerdócio levítico.
A Carta aos Hebreus, afirmou, "nos dá uma profunda interpretação desta oração do Senhor, deste drama do Getsêmani. Diz que estas lágrimas de Jesus, esta oração, estes gritos de Jesus, esta angústia, tudo isso não é simplesmente uma concessão à fraqueza da carne, como poderia ser dito".
"Precisamente assim, Ele realiza a tarefa do Sumo Sacerdote, porque o Sumo Sacerdote deve levar o ser humano, com todos os seus problemas e sofrimentos, à altura de Deus."
Esta "humilhação do Getsêmani é essencial para a missão" de Jesus, afirmou o Papa. "Ele leva consigo o nosso sofrimento, nossa pobreza, e os transforma segundo a vontade de Deus. E assim abre as portas do céu, abre o céu: esta cortina do Santíssimo, que até agora o homem fechava contra Deus, é aberta pelo seu sofrimento e pela sua obediência."
"O critério que guiou cada escolha de Jesus durante toda a sua vida foi a firme vontade de amar o Pai, de ser um com o Pai, de ser-lhe fiel; esta decisão de corresponder ao seu amor o impulsionou a abraçar, em toda circunstância, o projeto do Pai."
"Disponhamo-nos a acolher, também nós, em nossa vida, a vontade de Deus, conscientes de que, na vontade de Deus, ainda que pareça dura, em contraste com as nossas intenções, encontra-se o nosso verdadeiro bem, o caminho da vida", concluiu.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Missa dos Santos Oléos, Reuni centenas de Fiés
Foi realizada hotem (19), A tradicional Missa dos Santos Oléos, que esse ano foi na Igreja Nossa Senhora da Escada em Olivença, A Celebração começou por voltas das 18:00 H, e contou com a presença de quase todos os padres da diocese de Ilhéus, A Celebração é marcada pela consagração dos oléos do Bastismo, Crisma, e Onção Dos Enfermos, que no final da celebração é entregue a cada padre, Para o mesmo usar durante todo o ano na sua paroquia.
Veja Algumas Fotos Da Celebração:
Veja Algumas Fotos Da Celebração:
Texto e Fotos: Pedro Roberto
Condolências do Papa pela morte do cardeal Saldarini
Bento XVI expressou em um telegrama sua dor pela morte do cardeal Giovanni Saldarini, arcebispo emérito de Turim, ocorrida ontem em Milão, aos 86 anos de idade.
No texto, enviado ao arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, o Papa recorda que o cardal faleceu “após uma longa enfermidade vivida com confiado abandono no Senhor”.
O bispo de Roma expressa a Dom Nosiglia, a toda comunidade local e à família do purpurado sua “profunda participação na dor” deste momento, “pensando com afeto neste querido irmão que serviu generosamente ao Evangelho e à Igreja”.
Ele recorda com gratidão “a intensa obra pastoral realizada primeiro como sacerdote zeloso e bispo auxiliar de Milão, e depois como solícito e amável arcebispo” de Turim, ao tempo em que eleva “ferventes orações ao Senhor para que o acolha em sua paz”.
O Papa envia aos que choram sua “consoladora benção apostólica”, com “um pensamento especial para aqueles que o auxiliaram amorosamente nestes últimos anos de enfermidade”.
O cardeal Saldarini nasceu em Cantù (Lombardia) a 11 de dezembro de 1924. Foi ordenado sacerdote a 31 de maio de 1947, bispo a 7 de dezembro de 1984 e criado cardeal a 28 de junho de 1991.
Com sua morte, o Colégio cardinalício passa a ter 199 membros, 116 dos quais são eleitores. Há 108 cardeais europeus, 21 da América do Norte, 31 da América Latina, 17 da África, 19 da Ásia e 4 da Oceania.
No texto, enviado ao arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, o Papa recorda que o cardal faleceu “após uma longa enfermidade vivida com confiado abandono no Senhor”.
O bispo de Roma expressa a Dom Nosiglia, a toda comunidade local e à família do purpurado sua “profunda participação na dor” deste momento, “pensando com afeto neste querido irmão que serviu generosamente ao Evangelho e à Igreja”.
Ele recorda com gratidão “a intensa obra pastoral realizada primeiro como sacerdote zeloso e bispo auxiliar de Milão, e depois como solícito e amável arcebispo” de Turim, ao tempo em que eleva “ferventes orações ao Senhor para que o acolha em sua paz”.
O Papa envia aos que choram sua “consoladora benção apostólica”, com “um pensamento especial para aqueles que o auxiliaram amorosamente nestes últimos anos de enfermidade”.
O cardeal Saldarini nasceu em Cantù (Lombardia) a 11 de dezembro de 1924. Foi ordenado sacerdote a 31 de maio de 1947, bispo a 7 de dezembro de 1984 e criado cardeal a 28 de junho de 1991.
Com sua morte, o Colégio cardinalício passa a ter 199 membros, 116 dos quais são eleitores. Há 108 cardeais europeus, 21 da América do Norte, 31 da América Latina, 17 da África, 19 da Ásia e 4 da Oceania.
150 blogueiros se reunirão no Vaticano
Cento e cinquenta blogueiros foram convidados a comparecer a um encontro no Vaticano no dia 2 de maio, pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, presidido por Dom Claudio Maria Celli.
Conforme relata a ZENIT Kervin Frometa, do tucristo.com, 750 pedidos foram recebidos e foi necessário fazer "uma seleção difícil para oferecer, tanto quanto possível, um quadro geral e representativo da ‘blogosfera'".
Richard Rouse, na nota, diz que há alguns blogueiros iniciantes e outros famosos; alguns blogs são institucionais, outros pessoais; existem aqueles que contam histórias pessoais e outros que narram fatos e acontecimentos locais e internacionais. Alguns têm um bom financiamento e outros sobrevivem.
Para a primeira seleção, foi preciso garantir uma presença diversificada, enquanto para a seleção final foi realizado um sorteio.
Pede-se aos que não estão na lista que "não se sintam excluídos". Os blogueiros presentes na reunião informarão constantemente sobre o desenvolvimento do encontro e talvez se possa organizar uma conexão direta ao evento.
Os 150 blogueiros da lista receberão mais instruções após a Páscoa. No entanto, é importante lembrar que não existem planos para dar subsídios ou financiamentos para a estadia em Roma. O convite foi, e continua sendo, para os blogueiros que estarão em Roma para a beatificação de João Paulo II.
Por fim, esclarece-se que ser selecionado não implica qualquer aprovação do conteúdo dos blogs pelo Vaticano, nem o contrário: não ter sido selecionado não significa uma desaprovação.
A lista completa dos 150 selecionados por ser vista em site do Conselho Pontifício.
Fonte: Zenit
Conforme relata a ZENIT Kervin Frometa, do tucristo.com, 750 pedidos foram recebidos e foi necessário fazer "uma seleção difícil para oferecer, tanto quanto possível, um quadro geral e representativo da ‘blogosfera'".
Richard Rouse, na nota, diz que há alguns blogueiros iniciantes e outros famosos; alguns blogs são institucionais, outros pessoais; existem aqueles que contam histórias pessoais e outros que narram fatos e acontecimentos locais e internacionais. Alguns têm um bom financiamento e outros sobrevivem.
Para a primeira seleção, foi preciso garantir uma presença diversificada, enquanto para a seleção final foi realizado um sorteio.
Pede-se aos que não estão na lista que "não se sintam excluídos". Os blogueiros presentes na reunião informarão constantemente sobre o desenvolvimento do encontro e talvez se possa organizar uma conexão direta ao evento.
Os 150 blogueiros da lista receberão mais instruções após a Páscoa. No entanto, é importante lembrar que não existem planos para dar subsídios ou financiamentos para a estadia em Roma. O convite foi, e continua sendo, para os blogueiros que estarão em Roma para a beatificação de João Paulo II.
Por fim, esclarece-se que ser selecionado não implica qualquer aprovação do conteúdo dos blogs pelo Vaticano, nem o contrário: não ter sido selecionado não significa uma desaprovação.
A lista completa dos 150 selecionados por ser vista em site do Conselho Pontifício.
Fonte: Zenit
terça-feira, 19 de abril de 2011
“Missão de João Paulo II foi ser testemunha”
A Madre Adela Galindo, fundadora de um instituto religioso recente, de 1990, com sede na diocese de Miami (EUA), escreveu uma carta à sua família espiritual, centrada na próxima beatificação de João Paulo II, a quem considera como pai espiritual e inspirador do carisma da sua obra.
A religiosa, fundadora das Servas do Coração Transpassado de Jesus e Maria, começou a sua carta transmitindo sua alegria pela notícia da beatificação e afirmando: "Mesmo após sua morte, ele continua fazendo o mesmo que fez durante sua vida terrena: ser testemunha. Foi e ainda continua sendo o coração da Igreja e do mundo, uma grande testemunha".
E depois começa a mencionar os aspectos nos quais, para ela, o Papa Karol Wojtyla cumpriu a sua missão de ser uma testemunha fiel: "testemunha ardente de que o amor pode fazer tudo, de que o amor é possível e de que o amor é a nossa maior dignidade e, ao mesmo tempo, a nossa principal missão".
Para a Madre Galindo, João Paulo II testificou, com a sua vida e obra, "que a pessoa humana foi criada para a plena liberdade, a liberdade que se encontra no dom de escolher o bem, de fazer escolhas de alto grau do amor, escolhas que transformam sua história e a história do mundo em história de salvação. Ele foi testemunha de que o coração humano é capaz de amar até dar a vida".
Foi "testemunha da esperança cristã, testemunha de que, nos momentos terrivelmente escuros da história humana, Deus está presente, Deus entra na história, de muitas formas".
Também transmitiu o poder salvífico do sofrimento humano: "João Paulo foi formado na escola da cruz desde pequeno, testemunhou em primeira pessoa que o sofrimento, em todas as suas formas, só alcança seu significado mais profundo e sua maior fecundidade na cruz".
Ele conclui o perfil do novo beato com esta afirmação: "João Paulo II foi e é uma testemunha fiel, eloquente e autêntica do amor: amou doando-se e amou até o extremo".
Para saber mais sobre esta família espiritual: www.corazones.org.
A religiosa, fundadora das Servas do Coração Transpassado de Jesus e Maria, começou a sua carta transmitindo sua alegria pela notícia da beatificação e afirmando: "Mesmo após sua morte, ele continua fazendo o mesmo que fez durante sua vida terrena: ser testemunha. Foi e ainda continua sendo o coração da Igreja e do mundo, uma grande testemunha".
E depois começa a mencionar os aspectos nos quais, para ela, o Papa Karol Wojtyla cumpriu a sua missão de ser uma testemunha fiel: "testemunha ardente de que o amor pode fazer tudo, de que o amor é possível e de que o amor é a nossa maior dignidade e, ao mesmo tempo, a nossa principal missão".
Para a Madre Galindo, João Paulo II testificou, com a sua vida e obra, "que a pessoa humana foi criada para a plena liberdade, a liberdade que se encontra no dom de escolher o bem, de fazer escolhas de alto grau do amor, escolhas que transformam sua história e a história do mundo em história de salvação. Ele foi testemunha de que o coração humano é capaz de amar até dar a vida".
Foi "testemunha da esperança cristã, testemunha de que, nos momentos terrivelmente escuros da história humana, Deus está presente, Deus entra na história, de muitas formas".
Também transmitiu o poder salvífico do sofrimento humano: "João Paulo foi formado na escola da cruz desde pequeno, testemunhou em primeira pessoa que o sofrimento, em todas as suas formas, só alcança seu significado mais profundo e sua maior fecundidade na cruz".
Ele conclui o perfil do novo beato com esta afirmação: "João Paulo II foi e é uma testemunha fiel, eloquente e autêntica do amor: amou doando-se e amou até o extremo".
Para saber mais sobre esta família espiritual: www.corazones.org.
Ultima Via Sacra da Quaresma aconteceu no Outeiro de São Sebastião
Sob o tema Contemplamos a paixão de Cristo e a paixão do mundo, o Outeiro de São Sebastião recebeu a ultima via sacra da Paróquia de São Jorge, percorrendo as principais rua do bairro, os fiéis meditaram nos ultimos momentos de Cristo na terra, sob a direção do Pe. Ednilson.
Fonte Movimentaçoes das comunidades Católicas de Ilhéus
Foto: Franklin
Fonte Movimentaçoes das comunidades Católicas de Ilhéus
Foto: Franklin
Papa se encontrará com famílias e jovens croatas
O Papa Bento XVI celebrará uma vigília com os jovens e presidirá o Dia Nacional das Famílias Católicas durante sua visita apostólica à Croácia, no primeiro fim de semana (dias 4 e 5) de junho.
Esta será uma viagem breve, mas intensa, ao país balcânico, durante a qual o Papa terá quatro reuniões importantes: com representantes civis e políticos, jovens, famílias e líderes católicos, de acordo com o programa oficial divulgado hoje pela Santa Sé.
No sábado, 4 de junho, o Pontífice e sua comitiva partirão do Aeroporto Fiumicino (Roma) rumo a Zagreb, onde, ao chegar, está previsto um primeiro discurso.
Depois, ele se dirigirá ao palácio presidencial de Zagreb, onde fará uma visita de cortesia ao presidente, Ivo Josipovic. Após esta visita, receberá em audiência o presidente do governo, Jadranca Kosor, na nunciatura.
Após o almoço, Bento XVI se dirigirá ao Teatro Nacional, onde se encontrará com representantes políticos, religiosos e do mundo da cultura e da empresa, bem como com o corpo diplomático, a quem dirigirá um segundo discurso.
Às 19h30, o Papa irá à Praça Ban Josip Jelačič, em Zagreb, onde está prevista a realização de uma vigília com os jovens croatas, a quem dará um outro discurso.
No dia seguinte, domingo 5, o Pontífice irá ao Hipódromo de Zagreb, onde celebrará a Missa no Dia Nacional das Famílias da Croácia. Lá, rezará também, como é de preceito no tempo pascal, o ‘Regina Coeli'.
Depois de almoçar com os bispos croatas e despedir-se da nunciatura de Zagreb, ele se dirigirá à catedral da Assunção da Virgem e a Santo Estêvão e São Ladislau, onde rezará diante do túmulo do Beato Alojzije Stepinac.
Lá, terá um último encontro com os bispos, sacerdotes, seminaristas e religiosos, a quem dará um discurso.
Depois de visitar a residência do cardeal arcebispo de Zagreb, o Papa e sua comitiva se dirigirão ao aeroporto Pleso, onde haverá um último discurso de despedida antes de partir para Roma.
Esta será uma viagem breve, mas intensa, ao país balcânico, durante a qual o Papa terá quatro reuniões importantes: com representantes civis e políticos, jovens, famílias e líderes católicos, de acordo com o programa oficial divulgado hoje pela Santa Sé.
No sábado, 4 de junho, o Pontífice e sua comitiva partirão do Aeroporto Fiumicino (Roma) rumo a Zagreb, onde, ao chegar, está previsto um primeiro discurso.
Depois, ele se dirigirá ao palácio presidencial de Zagreb, onde fará uma visita de cortesia ao presidente, Ivo Josipovic. Após esta visita, receberá em audiência o presidente do governo, Jadranca Kosor, na nunciatura.
Após o almoço, Bento XVI se dirigirá ao Teatro Nacional, onde se encontrará com representantes políticos, religiosos e do mundo da cultura e da empresa, bem como com o corpo diplomático, a quem dirigirá um segundo discurso.
Às 19h30, o Papa irá à Praça Ban Josip Jelačič, em Zagreb, onde está prevista a realização de uma vigília com os jovens croatas, a quem dará um outro discurso.
No dia seguinte, domingo 5, o Pontífice irá ao Hipódromo de Zagreb, onde celebrará a Missa no Dia Nacional das Famílias da Croácia. Lá, rezará também, como é de preceito no tempo pascal, o ‘Regina Coeli'.
Depois de almoçar com os bispos croatas e despedir-se da nunciatura de Zagreb, ele se dirigirá à catedral da Assunção da Virgem e a Santo Estêvão e São Ladislau, onde rezará diante do túmulo do Beato Alojzije Stepinac.
Lá, terá um último encontro com os bispos, sacerdotes, seminaristas e religiosos, a quem dará um discurso.
Depois de visitar a residência do cardeal arcebispo de Zagreb, o Papa e sua comitiva se dirigirão ao aeroporto Pleso, onde haverá um último discurso de despedida antes de partir para Roma.
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